Medidas anti-COVID-19 para tratar da ressaca das comemorações do Natal
O primeiro-ministro anunciou as medidas decididas pelo governo para travar a subida da pandemia. A que mais ressalta é a “seca” decretada para a primeira semana do novo ano, para tratar a ressaca dos “descuidos” das comemorações do Natal. Porque não prevenir em vez de remediar, evitando a repetição do que aconteceu no ano passado?
Exige-se a apresentação do resultado do teste, em diversas circunstâncias, mesmo para quem tenha sido vacinado. Mas que importância atribui o governo à vacina, que tanto promoveu e continua a promover, agora até paras as crianças dos 5 aos 12 anos, se o certificado de vacina não serve para nada?
Mais uma vez, vão ser os mesmos os mais penalizados com as “novas” medidas. É preciso teste (negativo?) para entrar num hotel mas não para nele permanecer, como se as pessoas ficassem “isoladas”, como se dele não saíssem e não contactassem com outras pessoas, eventualmente, infectadas...
A matéria é complexa e geradora de dúvidas. Ainda há bem pouco tempo nos prometiam ficarmos “a salvo” se atingíssemos a imunidade de grupo, de que se deixou de falar uma vez “alcançada”…
Vejam aqui as medidas anunciadas, entre recomendações e obrigações.
Desde o passado mês de setembro, quando começaram as obras de remodelação da Unidade de Cuidados Intensivos (UCI), o Hospital de Beja “não tem camas de medicina intensiva afetas a doentes Covid-19”, 

«Esta manhã, entre outras atividades, passagem pelo Centro de Vacinação COVID-19 de Beja para verificação com o pessoal da Câmara Municipal que presta serviço no espaço, sobre a adesão dos jovens de 16 e de 17 anos do concelho à vacinação . ...
Beja está entre os concelhos que apresentam maior incidência de infecções a 14 dias pelo novo coronavírus, onde estão Mourão e a que juntou Marvão. Alvito e Barrancos tem incidência zero.
Um ano e meio depois de o novo coronavírus invadir as vidas dos cidadãos a nível mundial, ainda são muitas as dúvidas que persistem, as perguntas sem resposta e os mitos que vão sendo espalhados. A pandemia provou ser o rastilho perfeito para a desinformação e para as notícias falsas, pelo que urge esclarecer e divulgar os dados científicos que já estão ao dispor da população.
No dia
No último dia de fevereiro de 2020,
Alberto Matos,