Congresso de História e Património Vinícola do Alentejo, em Vidigueira
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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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O painel de hoje do IV Congresso Luso-Espanhol de Pecuária Extensiva, que está a decorrer em Ourique, foi dedicado à PAC. O encerramento conta com a presença do Ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes.
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Tiago Oliveira, 43 anos, actual coordenador da União de Sindicatos do Porto (USP), foi eleito secretário-geral da CGTP. Casado e com uma filha de 20 anos a terminar a faculdade, o novo secretário-geral tem desenvolvido até agora a sua actividade sindical no Norte do país. Filho do também sindicalista Américo Oliveira, nasceu em Matosinhos, onde frequentou um curso profissional de electromecânica que lhe abriu as portas da Auto Sueco, na Maia, quando tinha apenas 17 anos. Cinco anos depois, foi eleito delegado sindical pelos colegas da empresa. Passou a ser sindicalista a tempo inteiro em 2006 quando ingressou na direcção do Site-Norte e sucedeu a João Torres no cargo de coordenador da USP, onde estava há 14 anos.
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Os jornalistas reunidos no Congresso de Jornalistas aprovaram ontem, por unanimidade e aclamação, uma greve geral e mandataram o Sindicato dos Jornalistas para definir a data da paralisação. "O momento é aqui e agora. Temos de parar. Simplesmente parar. Exigir que finalmente nos ouçam. Deixar de dar notícias, de fazer diretos, abandonar as redações, as conferências de imprensa e as ações de campanha. Não metemos jornais nas bancas, não damos notícias nas rádios, não transmitimos o telejornal, não publicamos nas redes sociais. Mostremos o quão necessário é o nosso trabalho. Caminhemos juntos sem deixar ninguém para trás", porque é cada vez maior "a gravidade das condições de exercício do jornalismo em Portugal", com os jornalistas sujeitos a baixos salários, precariedade, forçados a longos turnos, pressionados e por vezes até agredidos, pelo que, considera a moção aprovada, "num momento muito grave para o jornalismo" são precisos "gestos consentâneos".
A última greve geral de jornalistas foi em 1982, disse o presidente do Congresso dos Jornalistas, Pedro Coelho.
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Na Convenção do Chega, André Ventura apresentou medidas que, no seu global, custariam 11,5 mil milhões de euros e representariam um aumento de 4,4% do PIB. O presidente reeleito do Chega assumiu ser radical mas contra o despesismo do Estado. Uma das propostas mais emblemáticas apresentadas passa pela equiparação das pensões mais baixas ao salário mínimo nacional, com uma transição inicial para o Indexante dos Apoios Sociais (509 euros) cujo custo, adiantou André Ventura, deve ser de 1,6 mil milhões de euros.
Ventura dá “pensões”, dá “suplementos salariais” e dá até “a vida”, ele faz a “promessa de honra”, a “promessa solene”, a “garantia solene”, o “compromisso solene”, o “compromisso que vale ouro”, ele entrou na sexta-feira à noite numa sala em transe evangélico e dela saiu no domingo à tarde num fervor de discoteca. Tinha acabado de dizer “este é o nosso tempo, este é o nosso momento, este é o momento porque tanto esperámos: eu estou preparado para ser primeiro-ministro!
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Pedro Nuno Santos quer salário mínimo nos mil euros, alterar a forma de financiamento da segurança social, mudar o indexante de atualização das rendas para que tenha em consideração a evolução dos salários, entre outras medidas. Saiba que prioridades anunciou o novo secretário-geral do PS, num discurso de olhos postos nas legislativas de 10 de março. Veja aqui.
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