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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“percebe-se de imediato essa ausência de planeamento urbano quando se olha para a urbanização recente da cidade” (?)

Zé LG, 08.11.22

IMG_20221104_152407.jpg«Eu (estou) de acordo com essa crítica, porque realmente se percebe de imediato essa ausência de planeamento urbano quando se olha para a urbanização recente da cidade, que aconteceu nos últimos 20 anos! De um modo geral amontoam-se prédios ou moradias (loteamentos da periferia), numa densidade impressionante, pejados de automóveis nas ruas, sem espaços verdes ou equipamentos de usufruto colectivo, dignos desse nome! Acresce a isso uma qualidade arquitectónica e construtiva de pouco rigor e exigência. Lá se enfiam de vez em quando meia dúzia de árvores em estacionamentos (sobretudo) em espaços de pouca eficácia para os peões. Arrancam-se árvores porque a escolha das espécies não foi a adequada no momento da plantação, e com os anos, rebentam com os pavimentos de calçada, ou de betuminoso, quando não são obstáculos à circulação, porque o espaço disponível é insuficiente para o seu desenvolvimento! A especulação e interesses imobiliários em Beja (como noutros lugares) é uma realidade muito presente, e como o "desenho urbano" é de péssima qualidade, temos como consequência um crescimento urbanístico pouco dignificante! Anónimo 06.11.2022», aqui.

Porque não plantam mais árvores em Beja?

Zé LG, 03.11.22

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Depois dos alertas feitos aquiaqui e estando a ser preparado o plano de actividades para o próximo ano, desafio a Câmara de Beja a ponderar a plantação de árvores, onde seja possível e tendo em conta suas características e adaptação aos locais. Beja é uma cidade com algumas boas zonas verdes, mas pode melhorar o ensombramento de alguns arruamentos, tendo em conta as elevadas temperaturas que se fazem sentir na região.

A "classe política"

Zé LG, 30.10.22

POLÍTICA.2327120320176.png«É importante que os "políticos" sejam capazes de manter um relacionamento estreito com as populações, que não se limitem a falar mas saibam ouvir as pessoas, sem preconceitos, de espírito aberto, disponíveis para o debate e o confronto de ideias e de opiniões, sem receios de polémicas esclarecedoras das diferenças mas indisponíveis para as estéreis, capazes de valorizar todos os contributos por mais simples que sejam, que não peçam "deixem-nos trabalhar" mas que consigam motivar, envolver, empenhar as pessoas na vida política, sendo reconhecidos como mais "um dos nossos", capazes de transformar dificuldades em desafios, terem ideias próprias, serem capazes de transformar algumas delas em projectos e de conseguirem concretizar alguns.

O aprofundamento da democracia exige a participação activa e crítica dos cidadãos. É preciso dizer não à política-espectáculo. Devemos assumir os nossos direitos e cumprir os deveres de cidadania, participando activamente na vida política e pública, recusando o conceito de "classe política".»

Assim terminei a minha crónica (A "classe política"), publicada em Abril de 1997, na Revista "Imenso Sul".

Unidos por Mértola faz balanço negativo do 1º ano de mandato de Mário Tomé

Zé LG, 17.10.22

Mario Tome 2.jpg"A Coligação Unidos por Mértola e pelas Pessoas faz um balanço muito negativo do 1º ano demandato de Mário Tomé como presidente da Câmara Municipal de Mértola.

Da análise da informação e dos dados de um ano de exercício do cargo de presidente, é já suficiente para confirmar o que este movimento de cidadãos independentes afirmava relativamente à falta de preparação e de capacidade de liderança de Mário Tomé para governar a Câmara de Mértola e dar resposta aos problemas do concelho.

Na verdade, a ausência de estratégia, a falta planeamento e a incapacidade de acção para dar resposta às necessidades e às solicitações dos munícipes e das entidades são as notas que dominam os resultados da avaliação realizada."

Leia o resto aqui.

“Que os lucros das grandes empresas “financiem um fundo de combate à crise”

Zé LG, 25.09.22

os-mesmos-de-sempre.jpgO Movimento “Os Mesmos de Sempre a Pagar” exige a fixação de preços dos alimentos, combustíveis e rendas; a redução do IVA na energia para os 6%; o aumento dos salários, reformas e pensões; a defesa dos pequenos comerciantes e que os lucros das grandes empresas “financiem um fundo de combate à crise”.

“é necessária uma participação mais ativa de cada cidadão na vida da sua comunidade”

Zé LG, 07.09.22

«É por estas e por outras razões que, cada vez mais, é necessária uma participação mais ativa de cada cidadão na vida da sua comunidade, mais envolvimento e compromisso, para que não tenhamos, com base em comunidades passíveis e a definhar, uma sociedade mais fraturada e desigual e, dessa forma, facilmente dominada por interesses e poderes pouco claros e pouco escrutinados! Não é fácil neste mundo de aparências onde temos o cinismo social, que vigora desde a idade antiga, e que nos dias de hoje está bem identificado numa rede social!» Anónimo 06.09.2022, aqui.

Até sempre José Jorge Cameira!

Zé LG, 16.08.22

2022081611523945.nb.pngJosé Jorge da Conceição Pires Cameira, de 74 anos, natural de Moçambique e criado em Penamacor e residente em Beja há décadas, morreu no dia 15, em sua casa, vítima de doença prolongada. O funeral sai amanhã, às 13:45, da Casa Mortuária de Beja para o Cemitério de Ferreira do Alentejo, onde será cremado.

Era Bancário reformado, foi também agente imobiliário e, nos últimos anos, publicou alguns livros. Foi militante da UDP e do Bloco de Esquerda, que deixou por discordâncias políticas e pessoais. Mas era da intervenção cívica activa que mais apreciava, manifestando as suas opiniões em público sobre os mais diversos temas, defendendo-as sempre com convicção e respeito por todos. Conheci-o há muito tempo, embora só nos últimos anos tenha estalecido como ele uma relação de maior proximidade, respeito e estima pessoal mútuas.

Só hoje tive conhecimento da sua morte, porque embora soubesse dos seus problemas de saúde, desconhecia que se tivessem agravado tanto.

À família apresento os meus sentidos pêsames.

Participação cidadã decisiva para a reparação da única auto-escada do Distrito de Beja

Zé LG, 09.08.22

BVBEJA-AutoEscada_800x800.jpgApesar de se tratar da única existente no distrito de Beja, a auto-escada dos Bombeiros de Beja permaneceu avariada durante quase um ano, desde o incêndio que deflagrou nos silos da Cooperativa Agrícola de Beja.

Foi preciso que um grupo de cidadãos tivesse a iniciativa de lançar uma uma campanha de fundos, com uma conta solidária que já angariou um valor próximo dos 20 mil euros, para que a autarquia de Beja e as restantes que integram a CIMBAL, bem como a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, se dispuzessem a considerar o financiamento daquele importante equipamento para o combate a incêndios.

E, como “não há fome que não dê em fartura”, parece que vai haver dinheiro para a reparação da auto-escada e ainda sobrar para uma ambulância… É caso para dizer que a participação cidadã sempre contribui para alguma coisa, ao contrário do que alguns, por todos os meios, tentam fazer crer, para acomodar as pessoas e impedi-las de se mobilizarem em defesa do que mais interessa às comunidades.

Moradores exigem reparação de arruamentos do Penedo Gordo, antes do Inverno

Zé LG, 05.08.22

União das Freguesias de Salvador e Santa Maria da Feira condena deposição ilegal de lixo

Zé LG, 23.07.22

despejo-ilegal.jpgA União das Freguesias de Salvador e Santa Maria da Feira, em Beja, detetou mais um despejo ilegal de resíduos, desta vez na Estrada da Fonte Mouro, tendo endereçado informação ao Município de Beja para que possa ser feita análise e queixa.

A União de Freguesias adianta que todo o material depositado ilegalmente poderia ter sido recolhido pelos serviços da União de Freguesias, bastando para tal uma marcação, lembrando ainda que “estas situações, além do crime que constituem acabam por degradar o espaço público e por retirar recursos da União de Freguesias que deveriam estar nas ruas, noutras tarefas, e que assim passam parte demasiado significativa do seu tempo a recolher despejos ilegais”.