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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

COMO É QUE SÃO FEITAS AS CONTAS?

Zé LG, 11.07.18

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Os eleitos da CDU na autarquia bejense lamentam o facto, do atual Executivo municipal não dar continuidade à Rural Beja. Justificam a sua posição com, entre outros argumentos, o retorno económico do evento, revelando que o mesmo, em 2017, foi de 1 milhão e 400 mil euros.

 

Sem questionar a crítica à não continuidade da RURALBEJA, gostava que os eleitos da CDU esclarecessem como chegaram à conclusão que a edição do ano passado trouxe ao Concelho de Beja um retorno económico directo de 1 milhão e 400 mil euros. Quanto custou é fácil calcular por baixo, bastando somar as despesas directas tornadas públicas. Há ainda as indirectas... Mas este retorno económico directo não sei como foi calculado e gostava de saber. Como penso que todos gostavam...

“PIOR SECA DOS ÚLTIMOS 20 ANOS” REDUZIRÁ EM 50% ÁREA REGADA E TERÁ CONSEQUÊNCIAS NA ECONOMIA RURAL

Zé LG, 20.02.18

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A FENAREG – Federação Nacional de Regantes alerta que este ano “haverá fortes restrições em quase todas as obras de rega” e frisa que “a maioria não terá água”, lembrando que “após quatro anos consecutivos de precipitação inferior à média, as reservas de água situam-se agora nos 36%”.

Isto significa para a FENAREG que mais de 50% das áreas irrigáveis não vão poder ser regadas em 2018, que os agricultores são os primeiros a ser afetados pela seca e que terão que adaptar as culturas e as áreas cultivadas à água disponível. Acrescenta que redução de colheitas e menores rentabilidades são efeitos da seca prolongada e que acabam transferidos à indústria agroalimentar e à economia rural.

Para a FENAREG a seca vai provocar em 2018, um prejuízo direto estimado de mais de 1,1 mil milhões de euros no saldo da balança comercial e por tudo isto pede “urgentes medidas compensatórias aos agricultores pelo agrupamento de custos com a rega.”

Para a FENAREG o Programa Nacional de Regadios, cujo arranque foi assinalado pelo ministro da Agricultura no passado dia 2, é “mais um progresso na adaptação às alterações climáticas” e refere, igualmente, que “como aposta na competitividade da agricultura, também a PAC pós 2020 deve assegurar a continuidade dos investimentos em regadio para melhor resiliência aos períodos de seca.”

EDUARDO FIGUEIRA APRESENTA "DESENVOLVIMENTO LOCAL, RURALIDADE E REGIONALIZAÇÃO"

Zé LG, 20.09.17

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Na próxima 6ª feira, dia 22/09/2012, pelas 10h00 no Campus da Universidade Lusófona, Edifício U, Sala U08, sito no Campo Grande, 376, Lisboa.

Para além da apresentação do livro, haverá oportunidade para uma breve reflexão sobre as temáticas analisadas no livro com o propósito de salientar a sua relevância para a promoção do Desenvolvimento nos territórios locais de características rurais.

QUE PROPÕEM PARA PISÕES AS CANDIDATURAS AUTÁRQUICAS A BEJA?

Zé LG, 14.08.17

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O estado em que se encontra a Estação Arqueológica de Pisões e a estrada que lhe dá acesso mostra bem o abandono a que foi votada.

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O estado da estrada que, além de dar acesso à referida Estação Arqueológica, dá igualmente acesso a uma zona agrícola rica e onde estão a ser feitos diversos investimentos no regadio para aproveitar a água de Alqueva, não facilita o desenvolvimento de um e outros projectos.

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Será de fundamental importância para o esclarecimento dos eleitores que as diversas candidaturas ao Município de Beja esclareçam se a Estação Arqueológica de Pisões e o apoio à agricultura e ao mundo rural integram a sua estratégia para o desenvolvimento do Concelho de Beja e que propostas têm para pôr cobro à situação que se arrasta há demasiado tempo.

A aposta (ou não) na recuperação e valorização de Pisões e na agricultura como motor do desenvolvimento do Concelho e factor determinante da sua ruralidade será, só por si, talvez o que melhor distinguirá a bondade das candidaturas em presença.IMG_2718.JPG

CÂMARA DE SERPA APROVOU PLANO DE INTERVENÇÃO MUNICIPAL PARA A SERRA

Zé LG, 06.07.17

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A serra de Serpa ocupa 40% da área total do concelho e tem uma “realidade sócio-económica específica”, sublinha a autarquia.

Com este plano o município quer “definir e concertar as estratégias de valorização e dinamização deste território, com vista à melhoria geral das condições de vida dos habitantes, a requalificação dos aglomerados rurais, a dinamização e consolidação da estrutura produtiva, a preservação e valorização do património natural e cultural existente, contribuindo para o aumento da atractividade do território e combate ao despovoamento e desertificação”.

O Plano coloca em destaque investimentos como a instalação dos Passadiços do Pulo do Lobo e a promoção do turismo de natureza, o apoio a projectos de electrificação rural, as intervenções na rede viária, o apoio ao tecido empresarial local, as actividades de animação sócio-cultural, nomeadamente o Programa Gente em movimento e as actividades no âmbito da Academia Sénior, entre outras.

DAQUI e DAQUI.

 

ELETRIFICAÇÃO RURAL AVANÇA NO CONCELHO DE MÉRTOLA

Zé LG, 21.04.17

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A sessão inaugural da eletrificação rural no concelho de Mértola terá lugar em Vale do Poço, no próximo dia 21 de abril, pelas 14h30, um projeto há muito ambicionado pelos habitantes e proprietários agrícolas e que irá servir 56 montes. A primeira instalação elétrica a ser ligada será em Vale Romeiros.

A cerimónia oficial conta com as presenças do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, do Secretário de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches, do presidente do Conselho de Administração Executivo da EDP Energias de Portugal, António Martins Costa e do presidente do Conselho de Administração da EDP Distribuição, João Torres.

Os encargos financeiros da obra são suportados pela EDP, Câmara Municipal de Mértola e proprietários. A EDP terá 85% da responsabilidade financeira da obra, a Câmara Municipal e os proprietários 15%, num custo total de 1 milhão e 350 mil euros. A obra será executada em três fases, com a conclusão prevista para dezembro de 2018.