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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

CATARINA MARTINS AFIRMOU “QUE É PRECISO NOVAS REGRAS PARA O ORDENAMENTO DOS NOSSOS RECURSOS HÍDRICOS”

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A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE) esteve de visita a uma exploração, situada perto de Beja, onde uma empresa espanhola terá destruído uma ponte romana e quase duas dezenas de sítios arqueológicos assinalados no Plano Director Municipal para plantar 3 mil hectares de amendoal.
A líder do BE falou do Alqueva e da necessidade da água para “haver agricultura, emprego, desenvolvimento”, acrescentando que “o que estamos a assistir é que o terreno está todo a ser ocupado, nomeadamente o melhor terreno agrícola, por culturas intensivas”, que “não criam emprego propriamente na região, ... e têm tido danos a vários níveis, ambientais desde logo”.
Catarina Martins não tem dúvidas “que é preciso novas regras para o ordenamento dos nossos recursos hídricos, porque Portugal precisa de água, tem de a proteger, tem de a saber usar”.

"Pisões" reabre hoje, embora ainda tenha a decorrer campanhas de estudo

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A Villa Romana de Pisões recebe hoje, às 17.30 horas, uma sessão pública, que assinala a reabertura ao público deste espaço e que conta com a presença da secretária de Estado da Ciência Tecnologia e Ensino Superior, precedida de uma visita ao sítio arqueológico.

A Universidade de Évora decidiu, embora ainda estejam a decorrer campanhas de estudo, a reabertura ao público deste espaço para visitas, mediante três modalidades: sem marcação, com marcação e para escolas.
A Universidade de Évora revela ainda, que para a realização destas visitas foi recuperado o Centro de Acolhimento e Interpretação, que disponibiliza ao visitante informação sobre o sítio arqueológico e que foi elaborado e sinalizado o percurso a efetuar dentro da Villa Romana de Pisões.

"presidente da Câmara de Beja surpreendido com o trabalho que já está a ser desenvolvido em Pisões"

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Plano de Acção para a Vila Romana de Pisões assenta em três eixos de acção.

Investigação e desenvolvimento, valorização patrimonial e divulgação e formação são as premissas do protocolo assinado ontem pela Câmara de Beja, a Universidade de Évora e a Direcção Regional de Cultura.

Depois da fase de recuperação e da prevista reabertura ao público, está equacionada a criação naquele local de um Campo Experimental para as Arqueociências e Ciências do Património.

João Rocha, presidente da Câmara de Beja, mostrou-se surpreendido pelo trabalho realizado nos últimos meses em Pisões e sublinhou a “firme vontade” da autarquia em valorizar o património do concelho.

O autarca revelou que vão ser também desenvolvidos trabalhos arqueológicos na Praça da Republica.

A Directora Regional de Cultura fala “num novo ciclo” para este Monumento de Interesse Público. Ana Paula Amendoeira considera que o Plano de Acção “cumpre aquilo que é essencial para Pisões”, nomeadamente o seu estudo “sistemático e rigoroso”.

O financiamento do Plano de Acção está a ser alvo de várias candidaturas. Uma delas já foi aprovada, revela Ana Costa Freitas, Reitora da Universidade de Évora. 

Ler e ouvir também em: 

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=13079

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO PARA SALVAGUARDA E GESTÃO DA VILA ROMANA DE PISÕES É ASSINADO HOJE

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O Salão Nobre da Câmara Municipal de Beja recebe, às 10.30 horas, a cerimónia de assinatura de um Protocolo de Colaboração para a Salvaguarda e Gestão da Vila Romana de Pisões.

O documento vai ser assinado pelo Presidente da Câmara Municipal de Beja, Reitora da Universidade de Évora e Directora Regional de Cultura do Alentejo.
A cerimónia inclui também uma sessão de apresentação do projecto de conservação e gestão para Pisões, por Bento Caldeira, da Universidade de Évora.

 

Mais vale do que nunca. Só faltam cinco semanas… Porque não passam a realizar eleições todos os os anos?...

PARA QUANDO A CONCLUSÃO DO “CENTRO DE ARQUEOLOGIA E ARTES”?

Apelando à paciência dos que já estão fartos e dos que se sentem incomodados com esta masturbação intelectual, insisto nela com a transcrição deste comentário, que considero pertinente:

 

Demolido o depósito, sem apelo nem agravo, as perguntas que se colocam ao avanço do projecto, são: 

1 - mais valias obtidas, face ao custo da obra de demolição?

2- qual a razão para o atraso de 4 anos na conclusão da obra do Centro de Arqueologia e Artes?
3 - já existe projecto estabilizado ou o inicial ainda está em fase de alterações?
4 - como está a execução financeira da candidatura aprovada? Qual o investimento total previsto e qual o acréscimo que se verifica face ao orcamento inicial?
5 - como foi paga a obra de demolição do depósito? Foi utilizada a verba prevista para acompanhamento arqueológico do projecto, na obra da demolição do depósito? 
6 - qual o prazo previsto para a conclusão da obra?
7 - já existe projecto museografico? Quem o conhece? Qual o custo?

Comentário de Alentejo dos pequenitos a 7 de Julho de 2017 às 11:53, AQUI.

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  • Anónimo

    Há espaço para todos com certeza! Que o digam as c...

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    Tenho todo o gosto em lhe responder de modo claro!...

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    Muito bem! Exemplo de como uma ideia simples pode ...

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    Devemos viver num planeta diferente, porque neste ...

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    Alguém que nem sequer tem coragem para se mostrar ...

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