“Mais vale prevenir que remediar” ou “deixar andar e fé em Deus”?
Incêndios, pandemias, intempéries, “apagão”, queda do elevador da Glória, só para falar nos últimos acontecimentos graves que provocaram perdas de vidas e imensos danos materiais, com impactos significativos na economia e nas nossas vidas.
A propósito de todos eles se falou muito na necessidade de prevenção, de forma a evitar que se repetissem, surgissem outros ou a minimizar os seus impactos mais negativos. Em todos eles se prometeram reparações rápidas e satisfatórias.
E também foi reconhecida e enaltecida a importância dos que, anonimamente, no terreno, são decisivos para atenuar os impactos negativos daqueles acontecimentos e remediar os seus danos. Chegaram mesmo a dizer que era nestas alturas que se via como eram decisivos para que a vida decorresse com normalidade e que, por isso, deviam ser vistos com outros olhos e mais valorizados.
Foram criados grupos de trabalho para avaliar o que falhou e apontar medidas para evitar que se repetissem ou que tivessem impactos negativos menos graves.
Entretanto o que temos verificado?