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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Regresso Alvitrando

Durante duas semanas estive de férias também do Alvitrando. Não alvitrei, não o consultei. Nada! E, confesso, não senti falta.

Como aqui já tenho escrito, há muito que acho que o Alvitrando não é apenas um blogue pessoal, que se esgota no que alvitro nele. Entendo-o também como o centro de uma rede que se foi e vai estabelecendo entre os que o procuram e o que nele comentam. É por isso, fundamentalmente, que regresso e prossigo Alvitrando.

"Posso dizer que descobri lá (Grândola) o paraíso"

Além de Cascais e de Sintra, gosta de ir até a Ericeira e a Peniche e de se perder no Alentejo, afirma o arquiteto e designer Philippe Starck, que elegeu Grândola, no Alentejo, para construir uma nova casa. "O que me agrada lá é que ainda nada foi profanado", justifica. "Posso dizer que descobri lá o paraíso", confessa.

Hospital Central do Alentejo será “motor de desenvolvimento”

robalo.jpgO novo Hospital Central do Alentejo, cujo concurso público para a sua construção foi já lançado, "será um motor de desenvolvimento regional e de coesão social", afirmou o presidente da Administração Regional de Saúde (ARS), José Robalo.
José Robalo sublinhou que o lançamento do concurso público para a empreitada é "mais uma etapa decisiva" para que "o novo Hospital Central do Alentejo se torne uma realidade em dezembro de 2023". "Esta é uma ambição de todos os profissionais do [atual] hospital de Évora e de toda a população do Alentejo, sendo complementar às restantes unidades de saúde da região", vincou.
A futura unidade hospitalar vai dar resposta às necessidades de toda a população do Alentejo, com uma área de influência de primeira linha que abrange cerca de 200 mil pessoas e, numa segunda linha, mais de 500 mil pessoas.

O direito à greve sai diminuído desta greve dos motoristas de transporte de matérias perigosas

greve.jpgEste parece-me ser um dado objectivo. E com isto sai diminuída a capacidade de luta dos trabalhadores.

Estes trabalhadores, ao isolarem-se de todos os outros por acharem que, sozinhos, podiam “fechar as torneiras” e criar o caos no país puseram-se a jeito, gerando descontentamento e animosidade em grande parte da população.

A ANTRAM, oportunisticamente, soube aproveitar-se da situação e, "com um mamar doce", lançar o odioso da situação para cima dos trabalhadores, focando os seus argumentos no "sindicalista" / jurista / assessor / candidato que conduziu a luta para um beco sem saída, ou melhor, para a saída da luta de muitos...

O governo, pretendo fazer mais estragos eleitorais nos partidos da direita fez, o que estes dificilmente fariam e esquecendo as origens remotas do PS, tomou medidas que, objectivamente atentam contra o direito à greve e o enfraquecem.

Com isto, não digo que estes trabalhadores não tivessem legitimidade e razões para lutarem pelos seus direitos. Acho é que escolherem mal a forma, a oportunidade e os protagonistas da sua luta. E, desta forma, isolaram-se, nada conseguiram e não só saíram prejudicados como prejudicaram a luta geral dos trabalhadores.

Fotografia daqui.

EDP reconhece 74 cortes no fornecimento de electricidade ao Penedo Gordo desde o início de 2018

"Os cortes que se verificam no Penedo Gordo têm origem na rede de média tensão e, sendo assim, esclareço que não são da responsabilidade da CM Beja que concessiona ao prestador de serviço apenas a rede de baixa tensão. Independentemente de "responsabilidades", a CM Beja contactou a EDP que nos informou que registou no Penedo Gordo 50 episódios de cortes em 2018 e que já contabiliza 24 episódios de cortes de janeiro até final de julho em 2019, com particular incidência nos primeiros meses do ano e nos últimos dias do mês de julho, sobretudo no dia 29 desse mês. A EDP comunicou-nos que o problema que origina os cortes é de muito difícil deteção mas que irá monitorizar ainda com maior atenção a linha que serve a localidade de Penedo Gordo de forma a poder, o mais rapidamente possível (e o mais rapidamente possível não é imediato) resolver esta problema que estava sinalizado.
Votos de uma boa semana,
Paulo Arsénio (Anónimo 12.08.2019 12:01)", aqui.


Registo e agradeço a disponibilidade de Paulo Arsénio, presidente da Câmara de Beja, para esclarecer esta grave situação que afecta a população do Penedo Gordo, que a EDP diz não saber quando vai resolver. E se este problema se passasse na Cidade de Beja…
É este o resultado da privatização de serviços públicos.

Iluminação precisa-se

Este é o Largo de Francisco Miguel Duarte, no Penedo Gordo. Nele existe, embora mal se veja à noite, um parque infantil, que foi arranjado no mandato anterior. Este largo só tem duas lâmpadas e só uma (a do lado direito da fotografia) virada para o seu interior. A outra (do lado esquerdo da fotografia) está virada para fora, para a rua que fica em frente. 

Largo.JPGAdmito (embora não veja porquê? que possa não ser fácil dotar o Largo de uma adequada iluminação pública. Mas não compreeendo nem aceito que não se ponha mais uma lâmpada virada para o interior do Largo e que daria alguma luz ao Parque Infantil, no poste que tem a lâmpapada virada para fora do Largo. Fica a sugestão à Autarquia.

Quercus quer declaração de estado de emergência climática para o Alentejo

IMG_7993.JPGO presidente da Quercus defendeu a necessidade de ser declarado o estado de emergência climática para o Alentejo, de modo a combater a desertificação nesta zona do País. A afirmação surgiu numa conferência de imprensa da “Iniciativa Pró-Montado Alentejo” sobre o agravamento das alterações climáticas no Alentejo, na Academia das Ciências, em Lisboa.
Paulo do Carmo considera fundamental apostar na reflorestação do Alentejo e olhar de forma diferente para o montado, porque “gradualmente, estamos a perder árvores no Alentejo”. Por isso era altura de fazer “um desafio às várias autoridades e declarar emergência climática” nesta região, como já aconteceu em países como a Alemanha, Bélgica, Canada e Estados Unidos da América.

Reduzir impostos, aumentar funcionários e melhorar serviços públicos?!

Entrámos na época de saldos, em que muitos oferecem quase tudo a todos. Mas, mesmo nos saldos, deve haver um limite, não pode valer tudo...

Ouvir quem mais aumentou impostos e mais cortou nos salários, nas pensões e nos serviços públicos garantir agora que vai fazer o contrário, ou seja, reduzir impostos e aumentar salários e melhorar os serviços públicos daria vontade de rir se não fosse tão demagógico e grave.

Sejam sérios (todos) e digam que vão aumentar alguns impostos, designadamente a quem deve contribuir mais em função dos seus rendimentos, para poderem aumentar os salários e melhorar a qualidade dos serviços públicos. Assim, talvez haja mais gente a acreditar nas promessas que fazem.

A melhoria dos serviços públicos não depende apenas (embora também) de melhor organização e maior eficácia e eficiência. Precisa também de maior investimento. E para isso é preciso cobrar mais impostos, a quem não paga e a quem pode e deve pagar mais. E, principalmente, é preciso que esse dinheiro é bem utilizado, onde faz mais falta.

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    Se há tanta clarividência acerca da geringonça com...

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