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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

ALUNOS DO SECUNDÁRIO DAS FREGUESIAS RURAIS DE BEJA PASSAM A TER TRANSPORTE GRATUITO

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A partir do próximo ano letivo, a Câmara Municipal de Beja vai assumir o pagamento, na totalidade, dos passes mensais de transporte para os alunos do ensino secundário, que residam nas freguesias rurais e que estudem em Beja.
Atualmente, a autarquia suporta 50% do custo dos passes mensais dos alunos residentes em freguesias rurais. Com esta medida, a Câmara Municipal de Beja vai investir cerca de 17 mil euros por ano letivo de modo a poder dar as mesmas possibilidades a estes alunos.

In: B NEWSLETTER | Setembro 2018 | Câmara Municipal de Beja

 

COMO É QUE SÃO FEITAS AS CONTAS?

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Os eleitos da CDU na autarquia bejense lamentam o facto, do atual Executivo municipal não dar continuidade à Rural Beja. Justificam a sua posição com, entre outros argumentos, o retorno económico do evento, revelando que o mesmo, em 2017, foi de 1 milhão e 400 mil euros.

 

Sem questionar a crítica à não continuidade da RURALBEJA, gostava que os eleitos da CDU esclarecessem como chegaram à conclusão que a edição do ano passado trouxe ao Concelho de Beja um retorno económico directo de 1 milhão e 400 mil euros. Quanto custou é fácil calcular por baixo, bastando somar as despesas directas tornadas públicas. Há ainda as indirectas... Mas este retorno económico directo não sei como foi calculado e gostava de saber. Como penso que todos gostavam...

“PIOR SECA DOS ÚLTIMOS 20 ANOS” REDUZIRÁ EM 50% ÁREA REGADA E TERÁ CONSEQUÊNCIAS NA ECONOMIA RURAL

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A FENAREG – Federação Nacional de Regantes alerta que este ano “haverá fortes restrições em quase todas as obras de rega” e frisa que “a maioria não terá água”, lembrando que “após quatro anos consecutivos de precipitação inferior à média, as reservas de água situam-se agora nos 36%”.

Isto significa para a FENAREG que mais de 50% das áreas irrigáveis não vão poder ser regadas em 2018, que os agricultores são os primeiros a ser afetados pela seca e que terão que adaptar as culturas e as áreas cultivadas à água disponível. Acrescenta que redução de colheitas e menores rentabilidades são efeitos da seca prolongada e que acabam transferidos à indústria agroalimentar e à economia rural.

Para a FENAREG a seca vai provocar em 2018, um prejuízo direto estimado de mais de 1,1 mil milhões de euros no saldo da balança comercial e por tudo isto pede “urgentes medidas compensatórias aos agricultores pelo agrupamento de custos com a rega.”

Para a FENAREG o Programa Nacional de Regadios, cujo arranque foi assinalado pelo ministro da Agricultura no passado dia 2, é “mais um progresso na adaptação às alterações climáticas” e refere, igualmente, que “como aposta na competitividade da agricultura, também a PAC pós 2020 deve assegurar a continuidade dos investimentos em regadio para melhor resiliência aos períodos de seca.”

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    E nem sequer sobre o facto de a CDU ter aqui tido ...

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    Desta vez ninguém comentou sobre quem fez parte da...

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    As saudades da Rural Beja têm que ver com a qualid...

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