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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Ciência do Vinho e do Azeite” na 29ª OVIBEJA

No Pavilhão “Vinhos e Azeites” podem ver-se exposições temáticas interactivas sobre estes dois produtos de excelência agro-alimentar e participar em workshops denominados “Ciência do Vinho e do Azeite”, promovidos pela Fábrica – Centro de Ciência Viva de Aveiro. A par destes workshops há mostra, degustação e provas comentadas de vinhos, azeites e azeitonas. Bom companheiro à mesa, o vinho conta – sempre pela tarde – com uma tertúlia diária, aberta aos visitantes, com a participação de enólogos, a Confraria dos Enófilos do Alentejo, Confraria Gastronómica do Alentejo e comunicação social. O azeite conta ainda com uma cerimónia de entrega dos prémios do II Concurso Internacional de Azeite Virgem Extra podendo os visitantes fazer prova dos azeites submetidos ao concurso.

1ª Mostra de Sopas Tradicionais do Alentejo na 29ª OVIBEJA

Para dar a conhecer aos visitantes a riqueza da nossa gastronomia e preservar o receituário tradicional, a Confraria Gastronómica do Alentejo, em colaboração com a organização da Ovibeja, realizam a 1ª Mostra de Sopas Tradicionais do Alentejo, no dia 28 de Abril, sábado.

Na Mostra, cada participante revela a sua receita de eleição que pode ir desde a tradicional açorda, às sopas de tomate, poejada de bacalhau com feijão manteiga, sopas de toucinho, feijão com catacuzes ou com tengarrinhas, migas de bacalhau com poejos, entre muitas outras que a memória dos participantes consiga recuperar do seu baú familiar.

As receitas apresentadas na 1ª Mostra de Sopas Tradicionais do Alentejo, confeccionadas pelos membros da Confraria Gastronómica do Alentejo e por particulares conhecedores do receituário tradicional alentejano, vão ser integradas numa publicação a apresentar e divulgar na edição da Ovibeja do próximo ano, para preservar a riqueza do receituário tradicional e fazê-la perdurar na história da gastronomia da região.

Ver Nota de Imprensa.

Vinhos do Alentejo em Lisboa

Os grandes vinhos alentejanos voltam a estar reunidos num único evento. No Centro Cultural de Belém (CCB), nos próximos dias 30 de setembro (sexta-feira) e 1 de outubro (sábado), cerca de 60 produtores da região dão a prova um total de mais de 300 vinhos na terceira edição do evento “Vinhos do Alentejo em Lisboa”, organizado pela Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA).
Cada produtor terá uma mesa onde estará a dar a provar os seus vinhos e a falar sobre os mesmos. Estarão presentes mais de 60 produtores.

Fazem o mal e a caramunha

Os dois partidos mais votados – PS e PSD – estão a dar mais um importante contributo para o aumentar, ainda mais, o descrédito da política e dos políticos com mais esta telenovela, cujo guião tem como fim a justificação de novas medidas penalizadoras dos mesmos de sempre. Para aumentar a dramatização e criar um clima de maior suspense, a telenovela vai prosseguir com a retórica do costume – acusações em público, combinações em privado, que depois se tornam públicas para voltarem às acusações e, de novo, às combinações…

Criaram - directamente, através do governo nacional, com as políticas postas em prática ao longo de mais de 30 anos, e, indirectamente, através desta construção europeia, que tem vindo a reforçar, progressivamente, as políticas liberais e neo-liberais, com as consequências que estão à vista -, uma crise que vai obrigar a cortes na despesa e aumentos da receita, em simultâneo, para tentar reduzir o défice orçamental e a dívida pública, que atingiram valores difíceis de controlar.

Brincam ao jogo das palavras para procurarem ir ao encontro das suas principais clientelas e fingirem que ainda não perceberam o inevitável, resultante das suas políticas, na tentativa de ver quem menos consegue perder e não com a preocupação de encontrarem as melhores soluções para Portugal e para o povo.

A opção, ao contrário do que pretendem fazer-nos crer, não é a de saber se corta na despesa ou se aumenta a receita, porque cortar nas despesas e aumentar as receitas, à custa de aumento de impostos é o caminho que, agora, tem de ser feito. A verdadeira opção a tomar é a da escolha das despesas que devem ser cortadas e as receitas que devem ser aumentadas.

O que ambos – o PS, porque está no poder, e o PSD, porque ambiciona ir para lá -, pretendem é, através desta telenovela, apresentar como inevitáveis cortes nos vencimentos e pensões e outros benefícios sociais e aumentos de impostos, que têm de ser pagos por todos às mesmas taxas, como o IVA, com o argumento de que são as medidas que mais depressa contribuem para a redução da despesa e o aumento da receita. Não é por questões de celeridade nem facilidade ou, muito menos ainda, de justiça. É apenas por uma questão de opção de classe, fazer os que menos têm pagar para os que mais têm, para que estes não sejam beliscados ou possam ter ainda mais. É o que temos vindo a assistir. As crises não atingem todos, nem todos da mesma maneira.

A esta altura, os que tenham a paciência de ler este texto, pensarão que “lá está ele a criticar, mas propostas nada”… Vamos então às propostas.

Na despesa, podem ser feitos cortes com a extinção de institutos, empresas e serviços públicos que para pouco ou nada servem; podem voltar a ser utilizados os serviços e funcionários públicos para fazer estudos e outros serviços, acabando com o regabofe das assessorias e encomendas a escritórios e gabinetes dos “amigos”; pode ser aumentada a fiscalização dos apoios concedidos pelo Estado, principalmente dos maiores concedidos às empresas; pode ser aplicada a austeridade à gestão pública, através de cortes nos vencimentos e outros benefícios acima de valores injustificáveis, pelo menos, na situação que o país atravessa; e muitos outros nesta linha de justiça social.

Na receita, podem ser aumentados impostos que recaiam principalmente sobre quem mais tem ou ganha, podem ser cortadas isenções a quem delas não necessita, ou, pelo menos, não necessita tanto, e também – porque não? - podem ser criados novos impostos que reforcem esta preocupação dos que têm ou ganham mais contribuírem mais para a redução do défice e da dívida pública. E porque não, como já alvitrei, criar uma “conta-corrente” entre o Estado e as empresas, através da qual estas pagariam mais de IRC do que actualmente e beneficiariam de apoios do Estado quando tivessem prejuízos?

Isto, para além de medidas apontadas, urge dinamizar o aparelho produtivo nacional, tornar a Justiça mais justa e combater eficazmente a corrupção, designadamente a maior.

Comentários recentes

  • Anónimo

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    Noticia publicada no "Expresso " como forma de pre...

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