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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

VEREADORA DA CDU, HELENA D'AGUILAR, ENCABEÇA LISTA INDEPENDENTE À CÂMARA DE VIDIGUEIRA

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O “Movimento Vidigueira Independente” anuncia a candidatura de Helena D’Aguilar à Presidência da Câmara Municipal nas eleições autárquicas de 1 de Outubro.

A actual vice-presidente do município tem 38 anos e é licenciada em Animação Sociocultural pela Escola Superior de Educação de Beja.

Durante 8 anos Helena D'Aguilar foi responsável pelas áreas social, saúde, habitação, juventude, Ambiente, turismo, comunicação, tendo por fim assumido a coordenação dos serviços municipais.

O Movimento sublinha que a candidatura de Helena D’Aguilar “é o reconhecimento numa autarca com provas dadas e trabalho efectuado no concelho, em que a sua proximidade às populações e à resolução dos seus problemas são o principal pilar da sua forma de ser e de estar”.

O “Movimento Vidigueira Independente” acredita que “é tempo dos movimentos de cidadãos assumirem as suas responsabilidades naquilo que é o desenvolvimento do território onde vivem”. 

Ler também AQUI.

AMAI QUER “AUMENTAR O NÚMERO DE ÓRGÃOS PRESIDIDOS POR INDEPENDENTES”

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Com as eleições Autárquicas marcadas para 1 de Outubro, os GCE (Grupos de Cidadãos Eleitores) levaram a efeito no dia 27 de Maio no Centro de Congressos em Portalegre “uma jornada de partilha, discussão e esclarecimentos que contou com cerca de 110 participantes oriundos de diversos concelhos do País”.

Entre outros, foram debatidos “os procedimentos, constrangimentos e desafios “que se colocam a estes grupos de cidadãos,face ao enquadramento legal que lhes permite ir a votos. O Presidente da Associação Nacional Movimentos Autárquicos Independentes - AMAI, Aurélio Ferreira, adiantou “A nossa função é partilhar experiências em cada um dos movimentos para ajudar a elaborar as candidaturas, nesta reunião esclarecemos a questão dos mandatários, dos proponentes, como deve ser feito o preenchimento dos formulários a organização financeira”. Objectivos: “ em 2017, aumentarmos o número de órgãos presididos por independentes”.

VEREADORA DA CDU AVANÇA COM CANDIDATURA INDEPENDENTE À CÂMARA DE VIDIGUEIRA (?)

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Helena Aguilar vai ser candidata à Câmara Municipal de Vidigueira, nas próximas eleições autárquicas de 1 de Outubro.
Rádio Vidigueira sabe que a atual vice-presidente da Câmara Municipal de Vidigueira vai avançar com uma candidatura independente nas próximas autárquicas.

 

PSD DE ALMODÔVAR DE CANDEIAS ÀS AVESSAS COM DISTRITAL, ÓRGÃOS NACIONAIS E IPA

O presidente da concelhia de Almodôvar do PSD não poupa críticas à distrital de Beja do partido e aos Independentes por Almodôvar.

O compromisso entre a concelhia do PSD de Almodôvar e o movimento Independentes por Almodôvar (IPA) previa como cabeça de lista à Câmara António Sebastião (IPA), seguido de Fernando Palma (PSD) e Sílvia Batista (IPA).

Por decisão da distrital “laranja”, Fernando Palma, número dois da lista aprovada pela concelhia e pelo IPA, foi substituído por Ricardo Colaço, vereador do PSD, que estabeleceu um acordo com o PS no actual mandato.

O PSD de Almodôvar acusa os Independentes de aceitarem a proposta da distrital “traindo assim a confiança cimentada com a concelhia ao longo de mais de dois anos de diálogos e negociação”.

O presidente da concelhia de Almodôvar do PSD assegura que o caso foi denunciado aos órgãos nacionais do partido onde “impera o silêncio, a indiferença e a falta de consideração pelas estruturas de secção” e acusa a distrital de “violar grosseiramente os estatutos do PSD”.

A concelhia de Almodôvar do PSD diz-se “ferida na sua dignidade, ultrapassada e esvaziada de competências”. Nesse sentido, anuncia a “denúncia unilateral do referido acordo entre o PSD de Almodôvar e o IPA por violação do mesmo por parte dos Independentes”.

Ler AQUI e AQUI.

MARCELO NÃO GANHA

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 Retirado DAQUI.

Mesmo considerando que nenhum dos candidatos considerados na presente sondagem não desiste de se apresentar às eleições, estou convencido que Sampaio da Nóvoa passará à segunda volta, ganhará as eleições de 24 de Janeiro e será o próximo Presidente da República Portuguesa.

Esta minha convicção assenta nas qualidades do candidato, que nos debates o confirmarão como o que tem melhores condições para assumir a PR, e na conjuntura actual, que favorecerá a eleição de um candidato independente.

BEJA ORGANIZA O APOIO À CANDIDATURA DE SAMPAIO DA NÓVOA À PR

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Esta tarde, meia centena de apoiantes da Candidatura de Sampaio da Nóvoa à Presidência da República reuniram, em Beja, num Encontro Inter-Noncelhio para analisarem o trabalho desenvolvido e aprovarem a estrutura organizativa e um plano de iniciativas visando a promoção da candidatura no Distrito de Beja e concelhos alentejanos do Litoral do Alentejo.

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O Encontro, que teve muitas intervenções, realizou-se sob o signo da confiança na vitória desta candidatura independente e da cidadania e alcançou os objetivos previstos na sua convocatória.

SAMPAIO DA NÓVOA CONFIRMOU QUE É CANDIDATO A PRESIDENTE DA REPÚBLICA

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Foto: Manuel de Almeida/Lusa


António Sampaio da Nóvoa confirmou esta quarta-feira no Teatro da Trindade, em Lisboa, que é candidato presidencial em 2016.
O professor universitário, de 61 anos, promete, se chegar ao cargo de Presidente da República, unir todos os portugueses e estar no cargo com uma “absoluta determinação e liberdade, total independência, com isenção”.
No momento mais aplaudido da tarde acrescentou que, em Belém, não será “espectador impávido perante a degradação da nossa vida pública”, naquela que parece uma crítica clara à actuação de Cavaco Silva.
“Não permitirei, nunca, que o interesse do país seja dominado por grupos de pressão, por corporações ou por interesses ilegítimos. Sejam eles quais forem”, acrescentou. “Não me resignarei perante a destruição do Estado Social”.
“Juntos vamos conseguir mudar Portugal. Temos que ser maiores do que os nossos problemas. Porque só os vencidos tombam no chão do medo. Vamos a isto que já se faz tarde, Viva a República, viva a Liberdade, Viva Portugal”.

 

Dos candidatos anunciados até agora este é sem dúvida o meu preferido. Se Carvalho da Silva não se candidatar, Sampaio da Nóvoa poderá, em princípio, contar com o meu apoio.

 

M3D uma experiência diferente

Os promotores do Manifesto 3D vêm dar conhecimento aos subscritores das conclusões que extraíram das reuniões realizadas em Coimbra, Lisboa e Porto nos dias 9, 10 e 11 de Abril passado com grupos de subscritores e das decisões daí decorrentes sobre o futuro do Manifesto 3D.

Aos subscritores presentes nas reuniões foi previamente distribuído um documento de reflexão (”Encontros de subscritores do Manifesto 3D – Notas para a discussão“) do qual constava uma análise da situação política, um balanço das ações do M3D (nomeadamente da sua tentativa de promover uma candidatura comum de esquerda às eleições europeias) e um capítulo de reflexão sobre o futuro onde eram colocadas várias questões que poderiam enquadrar a discussão.

É o seguinte o balanço que fazemos destas reuniões de subscritores:

  • A generalidade dos subscritores presentes reafirmou de forma clara que consideram fundamental a constituição de um polo aglutinador de esquerda, representativo e forte, que não seja apenas uma força de oposição às políticas de austeridade mas possa contribuir para a construção de uma alternativa real de governação 
  • A maioria dos presentes defendeu a transformação do M3D numa plataforma de intervenção política mais ativa, sem que houvesse porém consenso quanto ao formato dessa plataforma, sendo a criação a curto prazo de um novo partido político defendida por uma minoria de subscritores

Considerando o resultado da sua ação até aqui e os sentimentos e as razões expostos pelos subscritores, os promotores do M3D reunidos em 7 de Junho de 2014 decidiram: 

1. Não considerar a transformação do Manifesto 3D numa organização política, qualquer que seja o seu estatuto e objetivo, por considerar que o texto do Manifesto 3D, já assinado por mais de 5.400 subscritores, não legitima de forma inequívoca essa transformação.

2. Pôr termo à sua atividade enquanto Comissão Promotora e a qualquer forma de intervenção pública em nome do Manifesto 3D.

3. Reafirmar a necessidade da construção de um polo de esquerda que saiba somar à oposição à austeridade a vontade de participar na governação e na resolução responsável dos problemas do país.

Posto isto, e considerando em particular o resultado das recentes eleições europeias, onde foi expressa de forma clara a rejeição dos partidos do atual Governo, a reduzida confiança na alternativa representada pelo Partido Socialista, uma crescente desvinculação do atual sistema político por parte dos eleitores e a procura por muitos cidadãos de novas formas de intervenção no plano cívico e político-partidário, estamos convictos de que:

  • os resultados das eleições para o Parlamento Europeu demonstraram que a proposta do M3D de uma candidatura às eleições europeias que reunisse numa base programática comum o Bloco de Esquerda, o partido Livre, a Renovação Comunista, o M3D e outras organizações políticas, movimentos e pessoas fazia sentido, era oportuna e era possível 
  • existe um número muito significativo de cidadãos empenhados na construção de uma solução governativa à esquerda que compreendem a necessidade e sentem a urgência de construir um terreno comum onde seja possível o entendimento entre diferentes forças de esquerda e veem com desencanto e desagrado a recusa da procura desse entendimento 
  • existe um número importante de cidadãos à esquerda que considera necessária uma reconfiguração do atual panorama político-partidário que possa dar origem a esse entendimento entre forças de esquerda capaz de produzir uma solução governativa 
  • a proposta de entendimento à esquerda que foi lançada pelo M3D deixou sementes positivas no debate político que germinarão em novas iniciativas

Assim, enquanto promotores do Manifesto 3D, reafirmamos a nossa determinação na construção de uma alternativa de governação à esquerda e o nosso empenho na construção dos instrumentos que possam corporizar essa alternativa. No entanto, as futuras iniciativas que venham a materializar-se nesse sentido, ainda que beneficiem da herança e do capital de experiência recolhido pelo M3D, não se realizarão sob essa designação.

Os promotores do Manifesto 3D reunidos em 7 de Junho de 2014

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