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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

AFINAL OS SERVIÇOS DE SAÚDE EM BEJA ESTÃO PIORES OU MELHORES?

mas não se vê o quê? as dívidas a diminuir? o nº de funcionários a crescer de novo? a produtividade dos serviços a aumentar? a despesa a ser controlada? tenha tento!
Anónimo a 26 de Novembro de 2015 às 20:35

Você é que deve ter tento! Não estamos todos parvos e bem sabemos responder às perguntas que aí faz. Só pode fazer parte do grupo do poder ou tem medo de perder o quê? Não me diga que ê um dos sortudos tipo auditor interno que pica o ponto em Moura e nem lá aparece há meses. Olhe que há malta que lhe pode destapar a careca em três tempos.
Anónimo a 26 de Novembro de 2015 às 20:43

ah sim? e onde estão as incorrecções? temos mais consultas, menos despesas com os internamentos, menores listas de espera, mais médicos, enfermeiros e auxiliares adequados, menos dividas a fornecedores? psiquiatria a funcionar, endoscopia a funcionar, oncologia a funcionar, ambulatório a funcionar em pleno, mas quer enganar quem?
Anónimo a 26 de Novembro de 2015 às 20:56

O profissionalismo deste anónimo é brilhante porque tudo pela mesma medida, o metro. Que brilhante instrumento de gestão, este metro, para medir a competência do CA da ULSBA e os resultados que tem atingido.
Então o meu caro amigo entende que era preciso ter todos esses serviços fechados e não verem doente algum para puderem dizer que não cumpriam e eram incompetentes e oportunistas do tacho? Não deve saber mesmo nada de medidas e de resultados.
Anónimo a 26 de Novembro de 2015 às 21:17

Comentários deixados AQUI.

“CA QUE A ESTE SUCEDER TERÁ UMA TAREFA DE MISSÃO E EXIGÊNCIA”

Era bom que não tentassem, pelo menos em termos de opinião aqui publicada, transmitir que qualquer um serve para um lugar de gestão do topo desta Unidade Local. Ora são Xuxas, ora são políticos locais sem emprego ou à procura de um lugar ao sol, trampolim para isto ou aquilo, ou ainda o administrador que do mal o menos...tudo serve para a dita alternância no poder da maior empresa do distrito ainda com a particularidade de outcames da saúde. É por demais já evidente que não pode e não deve ser assim. Diria mesmo que a situação é de tal ordem preocupante, não invejável, exigente nas escolhas ao nível do exercício da cidadania, se queremos inverter a ordem do que se instalou e poder ainda ter o produto final: prestação de cuidados de saúde com alguma qualidade para as gentes deste distrito empobrecido, envelhecido e desigual. Com este objectivo, já aqui alguma vezes referido neste blog, o CA que a este suceder terá uma tarefa, globalmente falando, de missão e exigência para consigo próprio e os outros, que não se enquadra em perfis individuais que acima referi e que aqui teimam em insistir no que habitualmente designamos de "tachos".
Comentário de Visao a 10 de Novembro de 2015 às 23:41, AQUI.

CRITÉRIOS DA BOA GESTÃO DO BEM PÚBLICO RECONHECIDOS PELA SOCIEDADE

Os critérios da boa gestão do bem público reconhecidos pela sociedade devem ser objectivos, porque quantificáveis. Só assim demonstram e justificam perante o outro, o avaliador, no caso a sociedade.
Vamos tentar enumerar alguns desses critérios:
- zero desperdícios dos dinheiros públicos;
- definição, cumprimento e avaliação de uma estratégia de gestão de criação de valor do bem público;
- capacidade de participação /envolvimento dos actores internos a esse subsistea público;
-imagem externa e interna forte, porque os outros , a sociedade, sente sabe e vê que " aquela gente está ali porque sabe o que está fazendo e nem precisava desse poder para ser diferente...";
-manifestações de princípios de ética e transparência total;
.
.
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A completar, se quiserem analisar e discutir ao nível da cidadania.
Comentário de Visao a 27 de Outubro de 2015 às 21:25, AQUI.

DEBATES NO ALVITRANDO TÊM CONTRIBUÍDO PARA UMA MAIOR CONSCIENCIALIZAÇÃO DOS CIDADÃOS

Graças ao empenho dos seus dedicados profissionais, no Hospital continua-se a prestar cuidados de saúde de boa qualidade. Felizmente, as polémicas do Alvitrando não tem efeitos negativos sobre essa realidade. Pelo contrário, os problemas aqui denunciados e os debates vivos que se desencadeiam tem contribuído para uma maior consciencialização dos problemas por parte dos cidadãos. Os gestores não tem que ter medo da transparência. Isso é normal numa sociedade aberta e civilizada. Além de termos bons serviços de saúde, também queremos ser civilizados.

Comentário de Anónimo a 30 de Julho de 2015 às 11:03, aqui.

ULSBA DESMARCA CONSULTAS DE ONCOLOGIA

hb.jpg

Confirmou-se o que já se sabia mas que alguns tentaran desvalorizar. Com a saída do Dr. Sérgio Barroso, estão a ser desmarcadas as consultas de Oncologia por ele marcadas. Mesmo as marcadas para o final do ano, como se pode verificar.

Salvo melhor opinião, esta situação só pode ter uma interpretação: A administração da ULSBA não vai conseguir substituir o Dr Sérgio Barroso até ao final do ano ou, pior ainda, vai encerrar o serviço de Oncologia.

Afinal. porque saiu o Dr Sérgio Barroso: Por interesse exclusivamente pessoal, como foi divulgado, ou também - e principalmente -, porque entendeu não ter reunidas as condições para assegurar os níveis de qualidade do serviço por que era responsável?

A situação exige esclarecimentos claros dos responsáveis. E se confirmar o pior cenário, as populações devem mobilizar-se, com a colaboração dos seus eleitos autárquicos, para impedir o encerramento deste importante serviço e o acentuar da degradação do Hospital de Beja.

URGÊNCIAS DO HOSPITAL DE S. PAULO COM ACESSO CONDICIONADO

080620152224-944-HospitalSerpa.jpgO Conselho de Administração do Hospital de S. Paulo, em Serpa, informa que, por motivos de obras de remodelação da recepção do Serviço de Urgências, o acesso ao serviço está condicionado.
Temporariamente, os utentes podem aceder às Urgências através da porta principal do edifício, junto à Igreja.
O Conselho de Administração aconselha a que o estacionamento de viaturas seja feito fora das imediações do Hospital de modo a facilitar o acesso de ambulâncias e de viaturas de acompanhantes de utentes com mobilidade reduzida.

Entretanto, o deputado do PSD eleito por Beja, Mário Simões, apelou a Henrique Martins, responsável pelos Serviços Partilhados do Ministério, “para que de uma vez por todas assuma a sua responsabilidade e conclua a transferência do Hospital de Serpa para a Santa Casa da Misericórdia”, sugerindo que: “Se o Dr. Henrique Martins não tem capacidade ou competência para o fazer, que assuma a sua responsabilidade e coloque o lugar à disposição”.

PROCESSO DE AMPUTAÇÃO E DESAGREGAÇÃO DO HOSPITAL DE BEJA EM CURSO

Temos vindo a assistir a um constante processo de amputação e desagregação do Hospital de Beja, numa lógica conducente a reservar-lhe um papel apenas residual na prestação de cuidados de saúde no nosso distrito. Certamente, tal situação não seria a que melhor serviria a população do Baixo Alentejo.
Diz-me a minha intuição que foi algures concebida uma estratégia visando retirar financiamento à Saúde no nosso distrito.

Do nosso lado, os excessos de expectativa e “prudência” resultaram em menorização das capacidades de resistência a essa ofensiva contra o Hospital de Beja.
Factos como o adiamento sine die da renovação do parque tecnológico, a redução forçada de camas e a inviabilização de valências, parecem visar a que um “pequeno Hospital de Beja” antes de o ser já se configure como tal. No limite, essa seria uma situação comprometedora para a prestação de cuidados de saúde de qualidade e acessíveis a todos os utentes do nosso distrito.

Munhoz Frade a 5 de Junho de 2015 às 09:00, aqui.

ASSIM VAI A SAÚDE NO DISTRITO DE BEJA

A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo recebeu esta semana, 21 Médicos Internos, do ano comum e 8 Médicos em formação específica, nas especialidades de medicina interna, medicina geral e familiar, ortopedia, pediatria e ginecologia/obstetrícia.
Àquele grupo de médicos juntou-se, refere o comunicado da ULSBA enviado à nossa redação, aos 58 Internos atualmente em formação na Instituição, perfazendo um total de 87médicos em formação.
In:
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=4788

 

No hospital não se passa nada de anormal. A urgência continua superlotada. As consultas são a tempo e horas. Qualquer dia vamos ter a visita do ministro, para inaugurar o internamento de psiquiatria. O PC dá a sua benção, e os outros também continuam tranquilos.
Anónimo a 7 de Janeiro de 2015 às 17:43, em: http://alvitrando.blogs.sapo.pt/o-que-se-passa-no-hospital-distrital-de-2748641?view=6856417#t6856417

 

Já era e já foi! Desde 1 de janeiro que se faz gestão doméstica no São Paulo! A SCM recebeu o hospital a custo zero, sem dúvidas que foram absorvidas pelo estado, e neste momento a ULSBA continua a arcar com as despesas todas porque a SCM não tem reunidas as condições mínimas necessárias para manter as portas abertas. E esta hein? Diminuir a despesa em 25%? Isto é que é negócio! E nós a pagarmos... Aplaudo de pé este espectáculo circense!
Anónimo a 7 de Janeiro de 2015 às 23:24, em: http://alvitrando.blogs.sapo.pt/antes-de-ser-ja-era-hospital-de-sao-2812675?view=6856963#t6856963

Querem matar o que resta de esperança no futuro da região

Governo vai fechar Maternidade de Beja

A maternidade do hospital de Beja vai fechar no final de 2015 se o Governo não revogar uma portaria publicada em “Diário da República” no último dia 10 de Abril.
Segundo apurou o “CA”, a decisão do Ministério da Saúde já entrou em vigor e estabelece um novo “ordenamento” das valências médicas nos hospitais portugueses.

In: http://www.correioalentejo.com/?diaria=11497&page_id=36

 

Fechar uma maternidade na capital de distrito e, segundo o que se fala também, a urgência pediátrica significa agravar o estado depressivo e recessivo da região e matar o que resta da já pouca esperança no seu futuro, para além das consequências imediatas na (in)segurança das famílias e na taxa de natalidade.

NÃO PODEMOS PERMITIR MAIS ESTE ATAQUE ao direito que temos de habitar este território. É necessário, é urgente criarmos um movimento, reunindo todos, que consiga travar mais este atentado contra a nossa região e as nossas gentes.

Julgo que esta poderá ser a primeira medida a ser tomada pelo grupo de trabalho que está a ser criado na Assembleia Municipal de Beja para acompanhar estas questões da Saúde.

“Os cidadãos têm de lutar contra a desqualificação do seu Hospital!”

«Recentemente, mais uma vez vemos repousar sobre as doutas cabeças de quem está nos gabinetes de Évora decisões em que todos devemos tomar parte.
Vemos, por exemplo, como a Administração da ULSBA endossa a responsabilidade e decisões definitivas sobre a lotação hospitalar para a Administração Regional. A Administração espera que ninguém se lembre que ainda há pouco mais de ano entendeu necessário reforçar a lotação do Serviço de Medicina do Hospital de Beja - ainda que temporariamente - com seis camas (+10% da capacidade).
Os cidadãos têm de lutar contra a desqualificação do seu Hospital!»

Munhoz Frade a 7 de Maio de 2013 às 12:34

in: http://alvitrando.blogs.sapo.pt/2431191.html#comentarios

 

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