Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“É desta que o nosso território vai mesmo ficar um brinquinho”

governo.jpg

Só alguém com manifesta falta de visão não compreende as vantagens do foco na resolução de problemas, se o que é preciso é valorizar o interior, o melhor mesmo é diminuir as probabilidades de dispersão no trabalho que é preciso fazer.

Confesso que estou em pulgas para ver finalmente a paisagem do país a ser gerida como deve ser, cada assunto tratado de forma profunda e completa, sem distracções nem desvios, ...

Desmantelamento do Ministério da Agricultura é retrocesso e erro histórico

O anúncio por parte do Primeiro-Ministro da nova estrutura orgânica do XXII Governo Constitucional constitui, no que respeita à área da Agricultura, da Floresta e do Desenvolvimento Rural (espalhando-as por três ministérios distintos), um erro e um retrocesso histórico.

P1060219.JPG

Trata-se de um processo de desarticulação de uma área estratégica que devia ser prioritária para o País, do ponto de vista da defesa da produção nacional, da defesa do mundo rural, da defesa da natureza e de um ambiente ecologicamente equilibrado, ou da defesa da floresta contra incêndios. De facto, não compreender a dinâmica da agricultura nacional com toda a sua dimensão agrícola, pecuária, silvícola e florestal, em que os tempos de trabalho, as práticas agrícolas e os rendimentos se complementam, e colocar as políticas de costas umas para as outras levará, inevitavelmente, à redução de rendimentos e ao abandono de novas áreas.

Leia o resto NOTA DA COMISSÃO NACIONAL DE AGRICULTURA JUNTO DO COMITÉ CENTRAL DO PCP.

Esvaziar o Ministério da Agricultura de competências é uma boa solução?

Começo pelo fim: espartilhar” as competências tradicionais do Ministério da Agricultura entre pelo menos três ministérios (Ambiente e Ação Climática, que assume as florestas em exclusivo, Coesão Territorial, que arrecada o Desenvolvimento Rural, e Agricultura, que fica com o que sobra) parece-me ser uma ideia muito estranha. Tão estranha, tão estranha que só espero que possa ser genial. Leia o resto deste pertinente e oportuno artigo.

P1060215.JPG

Novo governo tem mais sete membros que o anterior

thumbs.web.sapo.io.jpgO primeiro-ministro indigitado, António Costa, apresentou hoje ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, uma equipa de 50 secretários de Estado para o XXII Governo Constitucional, entre eles 18 mulheres. A lista conta com 22 novos nomes em relação ao Governo anterior.

No total, incluindo o primeiro-ministro, o XXII Governo Constitucional terá 70 elementos, somando ministros e secretários de Estado, dos quais 26 mulheres e 44 homens. O peso das mulheres no conjunto do novo Governo será de 37,1%.

O executivo cessante de António Costa, o XXI Governo Constitucional, tem 17 ministros (passa agora para 19), 43 secretários de Estado, 17 dos quais mulheres. No total, entre primeiro-ministro, ministros e secretários de Estado, a atual equipa cessante tem 61 governantes.

É impressão minha... ou isto anda tudo um bocado toldado?

73079885_2948248025189321_5603418203574239232_n.jpEspero enganar-me, mas parece-me que o António Costa está a perder o pé. A paciência já a perdeu há tanto tempo que não a consegue encontrar... Formar um governo com o maior número de ministros dos tempos da Democracia?! Quatro ministros de Estado?! Uma ministra de Estado a quem foram retiradas funções executivas? Julgo perceber a lógica, mas acho um caminho perigoso, se tivermos em conta o que se passou noutros tempos com a mesma lógica. António Costa quer ter mais tempo livre (para si e para a política pura e dura) e quer os quatro ministros de Estado com mais autonomia a tratar das matérias mais importantes e a jovem ministra de Estado a preparar-lhe as questões mais políticas. Criou novas pastas e promoveu secretários de estado a ministros, na expectativa de os responsabilizar mais. Com tudo isto, ou muito me engano ou vamos assistir a muitas confusões, a muitas guerras de (e na) capoeira, a mais ineficácia... para além de mais despesas e, provavelmente, não onde devia ser mais e melhor investido o nosso dinheiro... Como disse no início, espero enganar-me.

Alentejano e antigo aluno do Liceu de Beja é o novo Ministro do Mar

Ric.jpgRicardo Serrão Santos, de 65 anos, alentejano de Portalegre, ex-aluno do Liceu de Beja e residente nos Açores é o Ministro do Mar do novo governo do PS, liderado por António Costa, substituindo Ana Paula Vitorino. 

Ricardo Serrão Santos é licenciado em psicologia e doutorado em biologia ambiental. Professor universitário e cientista do mar, Serrão Santos foi eurodeputado pelo Partido Socialista entre 2014 e 2019, tendo sido membro da comissão das Pescas no Parlamento Europeu. Também foi diretor do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores e presidente do Instituto do Mar.

Ricardo.jpg

Ao Ricardo, moço do meu tempo no Liceu de Beja, desejo-lhe os maiores sucessos no exercício destas novas e importantes funções, que muito poderão contribuir para o desenvolvimento sustentado do nosso país.

António Costa apresentou novo Governo com poucas alterações e quatro ministros de Estado

Alexandra Leitão, Ana Mendes Godinho, Ana Abrunhosa, Maria do Céu Albuquerque e Ricardo Serrão Santos passam a ser ministros, enquanto Vieira da Silva, Capoulas Santos e Ana Paula Vitorino deixam o Governo. André Moz Caldas é o novo Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros.

Primeiro-Ministro – António Costa;
Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital – Pedro Siza Vieira;
Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros – Augusto Santos Silva;
Ministra de Estado e da Presidência – Mariana Vieira da Silva;
Ministro de Estado e das Finanças – Mário Centeno;
Ministro da Defesa Nacional – João Gomes Cravinho;
Ministro da Administração Interna – Eduardo Cabrita;
Ministra da Justiça – Francisca Van Dunen;
Ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública – Alexandra Leitão;
Ministro do Planeamento – Nelson de Souza;
Ministra da Cultura – Graça Fonseca;
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – Manuel Heitor;
Ministro da Educação – Tiago Brandão Rodrigues;
Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social – Ana Mendes Godinho;
Ministro da Saúde – Marta Temido;
Ministro do Ambiente e da Ação Climática – João Pedro Matos Fernandes;
Ministro das Infraestruturas e da Habitação – Pedro Nuno Santos;
Ministra da Coesão Territorial – Ana Abrunhosa;
Ministra da Agricultura – Maria do Céu Albuquerque;
Ministro do Mar- Ricardo Serrão Santos;

Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares – Duarte Cordeiro;
Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro – Tiago Antunes;
Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros – André Moz Caldas

António Costa tem tido uma postura construtiva

costa.jpgAntónio Costa, logo no seu discurso na noite eleitoral, afirmou que os "Portugueses gostaram da geringonça e desejam a continuidade" e reafirmou a sua vontade de prosseguir esta solução na próxima legislatura, à saída da reunião com o PR, depois de indigitado para formar governo.

Não é um político com quem simpatise particularmente e já contestei fortemente algumas das suas decisões, ao longo da sua vida política. Mas reconheço que é um político hábil, como poucos, com visão estratégica, capaz de agir em função essencial, passando ao lado do acessório. E, para mim, teve o mérito maior de, há quatro anos, contra todos os preconceitos ideológicos e políticos, contra a direita encabeçada por Cavaco Silva, ter, pela primeira vez, sido capaz de gerar uma maioria parlamentar das esquerdas, que permitiu a um governo minoritário governar durante a legislatura. E, ao contrário do que muitos diziam e muitos mais pensavam e desejavam, a solução encontrada foi bem acolhida e satisfez a maioria dos portugueses.

Neste período pós-eleitoral tem tido intervenções correctas, responsáveis, ajustadas à situação resultante das eleições e manifestado vontade, empenhamento e espírito aberto para reeditar, com os ajustamentos necessários e possíveis uma solução política para assegurar a maior estabilidade política possível na legislatura. E teve ainda a clarividência de realçar que o que assegura a estabilidade governativa é a capacidade de resolver os problemas e satisfazer as expectativas.

AR recomenda ao Governo a adopção de medidas urgentes para reforçar a resposta pública na saúde no distrito de Beja

Hospital-de-Beja-768x512.jpgFoi publicada a resolução da Assembleia da República que recomenda ao governo que reforce as medidas de incentivo e apoio à fixação de médicos na Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, ao nível dos cuidados de saúde hospitalares; a atribuição de médico e enfermeiro de família a todos os utentes do distrito de Beja, ao nível dos cuidados de saúde primários; o reforço da capacidade de resposta pública da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Boa malha, Anónimo das 16:11.Há muita malta, que a...

  • Anónimo

    Noticia publicada no "Expresso " como forma de pre...

  • Zobaida

    Não há galhos reservados. Deixe de ser macaco...

  • Anónimo

    Nem mais...quem assim fala não é gago.

  • Anónimo

    GOSTAS DE CIGANOS LEVA-OS PARA TUA CASA

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds