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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Autárquicas aquecem em Moura - Santiago Macias activo

 

 

Deixo aqui os links para três interessantes, pertinentes e oportunos textos do meu amigo Santiago Macias sobre temas importantes do debate autárquico, cuja leitura aconselho:

 

http://avenidadasaluquia34.blogspot.pt/2013/09/do-rijksmuseum-moura-passando-por.html

 

http://avenidadasaluquia34.blogspot.pt/2013/09/moura-o-desemprego-demagogia-e-os.html

 

http://avenidadasaluquia34.blogspot.pt/2013/09/autarquicas-2013-notas-de-campanha-n-3.html

Beja vai ter um Contrato Local de Desenvolvimento Social

A Câmara de Beja, a convite da Segurança Social, vai integrar o CLDS+.  “Os CLDS+ têm o objectivo de contribuir para o aumento da empregabilidade, para um combate articulado contra a pobreza crítica, em especial garantindo uma maior protecção às crianças, aos jovens e aos idosos, fornecendo instrumentos adequados nas respostas às calamidades, sempre tendo em mente a aposta num superior desenvolvimento local e especial atenção na concretização de medidas que promovam a inclusão activa das  pessoas com deficiência e incapacidade”, lê-se na portaria publicada em Diário da República.

Durante dois anos vão ser desenvolvidas acções mais aprofundadas, revelou (http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=807) Jorge Pulido Valente. O presidente da Câmara de Beja considera que o Contrato Local vai reforçar o trabalho feito pela rede social e pelo gabinete de desenvolvimento social.

"Nem só a doença é um problema"

Há dias, no funeral de um amigo comum, perguntei a um amigo que não via há tempos:

- Então como vai isso?

- Vai indo, mais ou menos, respondeu-me ele, embora deixando perceber que as coisas não estavam bem.

- Mais ou menos quer dizer que não estás bem, disse eu.

- Problemas, deixou escapar...

- Estás doente, perguntei-lhe?

- Nem só a doença é um problema, respondeu...

Depois lá me contou que, depois de dezenas de ano de trabalho, tinha sido despedido num processo de despedimento colectivo, resultante do encerramento da empresa onde trabalhava.

- E agora, aos 60 anos e com a situação como está, o que vou fazer, perguntou?

Infelizmente, não é o único nem um caso raro. É este o final de uma vida de trabalho que o governo oferece a cada vez mais portugueses. E depois ainda dizem que somos todos responsáveis pela situação a que Portugal chegou... Que culpa teve este homem? Não trabalhou uma vida inteira? Não cumpriu com todos os seus deveres?

Estão a matar o Alentejo

O desemprego, num ano, aumentou 32,2% no Alentejo, passando de 24 473 para 32 358 inscritos nos Centros de Emprego da Região. Os números foram revelados pelo IEFP. Segundo este Instituto, a nível nacional, o número de desempregados inscritos nos centros de emprego aumentou 22,5% em outubro em termos homólogos e 1,7% face ao mês anterior, para 695.000 desempregados. 

 

Como em tudo o mais, são as regiões mais debilitadas as que mais sofrem com a crise. Este dado do desemprego é apenas mais um que vem confirmar isso: aumentou 32,2% no último ano no Alentejo, enquanto a média nacional desse aumento foi de 22,5%.

Também aqui estão a acentuar as desigualdades e a atingir mais os mais frágeis. A continuar assim, conseguem mesmo transformar “isto” num deserto.

MSE reserva para si e para todos os cidadãos o direito à desobediência civil

Quando o actual governo rouba o 13º e o 14º mês aos reformados e à função pública;

  • rouba mais de um salário aos trabalhadores do privado;
  • destrói o SNS;
  • destrói a escola pública e a universidade pública;
  • promove o desemprego;
  • promove a redução da remuneração do trabalho ou
  • promove a fome e a miséria,

viola a Constituição da República Portuguesa e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, torna-se num criminoso em actividade.

Recorde-se que, tanto a Constituição da República Portuguesa como a Declaração Universal dos Direitos Humanos tornam a justiça explícita na forma de lei. É dessa forma que se mantém a paz entre os cidadãos já que aquilo que está acordado permite uma vida justa e digna para todos.

Este governo, ao submeter os mais débeis aos mais fortes, eliminou a justiça e deixou unicamente a lei. Como consequência, fez com que grande parte da população deixasse de ter lugar.

Por outras palavras, isto significa que o governo violou e viola a Constituição da República Portuguesa e a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ou seja, o governo quebrou a paz social. Isto legitima a acção de todos os cidadãos que agora têm o dever de preservar a paz e o bem-estar proclamados nestes documentos.

Por estas razões, e ao abrigo do Artigo 21º da Constituição da República Portuguesa, o MSE, Movimento Sem Emprego, e aqueles que estão a ser vitimas das acções criminosas deste governo reservam para si e para todos os cidadãos o direito à desobediência civil como forma de resistência dos que estão a ser atirados para a valeta por este governo.

Chega de esfolar os 99% mais pobres para que o 1% mais rico mantenha os seus privilégios.

A culpa era dos comunistas...

Concelho de Beja somava 2 mil 252 desempregados em Setembro  

Beja: Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a Carenciados apoia mais de 2 mil pessoas

 

E agora é de quem? É da pesada herança da CDU.... E assim vamos tentando passar ao lado da realidade. O desenvolvimento regional e o crescimento económico não acontecem enquanto não existirem políticas nacionais que os promovam, designadamente através de um Programa Nacional de Desenvolvimento Regional, de investimento público em áreas estratégicas e de apoio às pequenas e médias empresas.

O papel das autarquias deve ser principalmente facilitador e de criação um clima favorável à instalação e desenvolvimento de empresas, amigo das empresas.

"Alentejana, desempregada e revoltada"

Ainda no final do discurso de Cavaco Silva, uma mulher, que se encontrava no fundo da sala, começou a protestar dizendo que lhe faltava dinheiro, medicamentos, assistência social e que queria falar com algumas das entidades presentes. A mulher de 57 anos dizia-se desesperada com a sua situação de pensionista com 227 euros por mês e que já estaria na miséria completa senão fosse o filho. "As pessoas têm de começar a gritar, as pessoas têm de começar a falar. Tudo isto é um disparate, com esta gente aqui cheia de dinheiro", gritava quando a segurança a tentava por fora da sala. 
Aos jornalistas, depois, diria que era alentejana e que estava desempregada. http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=592755&tm=8&layout=123&visual=61

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