Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

A DEMOCRACIA TEM QUE SE LHE DIGA

Zé LG Zé LG, 07.12.16

Apreciamo-la quando, através dela, conseguimos o que politicamente pretendemos. Não lhe achamos muita piada quando ela nos troca as voltas. Há quem, sem um pingo de pudor, se sirva dela e do que ela permite, para se amanhar e fazer, em seu nome, todas as tropelias, prejudicando quem ela devia servir - a maioria. Quem quer a Democracia tem de defendê-la e combater todos os que, em seu nome, a atacam tentando enfraquecê-la e destruí-la. Os democratas não são os que dizem sê-lo, são os que agem de acordo com as suas regras, sempre e não apenas quando lhes convém.

«NÃO SÃO, OS CRÍTICOS, INDISPENSÁVEIS À DEMOCRACIA NA CIDADE?»

Zé LG Zé LG, 15.09.16

«Alguém escreveu isto na sua página do facebook. Não, não é sobre Beja mas sobre outra cidade, do interior norte, mas bem podia ser sobre a velhinha Pax Julia.
Há "massa crítica" na minha terra? Onde e como se manifesta? Foi silenciada? Foi reduzida a 2 ou 3 heróis? Digam-me dois ou 3 nomes de homens e mulheres que exercem o direito de criticar, de ir contra a corrente? Onde estão? Em que local se discute sem medos e sem constrangimentos a vida da cidade? Onde estão as tertúlias, os debates, a cidadania activa? Há " massa crítica" na minha terra? Ou a resignação obediente tomou conta da cidade? O que aconteceu? Todos baixaram os braços, entregues ao fatalismo? É o cansaço que nos tolhe os passos? Onde se ouvem as vozes desalinhadas? Entraram na clandestinidade os que têm opiniões divergentes? Não são, os críticos, indispensáveis à democracia na cidade? Porquê, então, esta paz podre? Digam-me por favor que há uma "massa crítica" e que está, como lhe compete, viva e actuante?
Respiramos? Estamos ainda vivos na cidade?»

Comentário de Anónimo a 12 de Setembro de 2016 às 22:37, AQUI.

“DEMOCRACIA É PARTICIPAÇÃO, REFLEXÃO, DEBATE COLECTIVO, ANTES DA TOMADA DE DECISÃO FINAL”

Zé LG Zé LG, 01.08.16

"Era inédito uma governação camarária ser feita a partir dos consensos tomados nas várias opiniões anônimas emitidadas num blogue."

Comentário de Anónimo a 31 de Julho de 2016 às 12:43.

 

 

"Confundir debate com tomada de decisão é uma estratégia para evitar aquele e decidir autoritariamente. Ninguém pretende substituir no processo de decisão quem foi eleito para decidir, apenas se quer que esse acto seja o mais esclarecido possível e tenha em conta o maior consenso possível dentro da maior diversidade de opiniões.

Democracia é participação, reflexão, debate colectivo, antes da tomada de decisão final, essa sim individual, de quem foi eleito para nos representar.
Os que têm medo e fogem ao debate são arrogantes e incompetentes."
Trechos de um comentário de Alentejo dos pequenitos a 31 de Julho de 2016 às 17:06. 

 

Ambos AQUI.

CONGRESSO AMALENTEJO EM TRÓIA

Zé LG Zé LG, 02.04.16

201120151550-467-AMA1.jpgO Congresso do AMAlentejo que se realiza neste sábado, em Troia, conta com mais de 400 congressistas e a Comissão Promotora considera que este evento vai marcar uma viragem, na realidade que se vive há 40 anos, no que se refere à regionalização.

O congresso apresenta como tema “Mais poder local, mais democracia, melhor Alentejo” e vai centrar-se em duas ideias, a primeira assenta na proposta de criação da Comunidade Regional do Alentejo e a segunda, na aprovação de um processo legislativo de iniciativa popular, que permita avançar com o debate da descentralização administrativa.

AMALENTEJO QUER REGIONALIZAÇÃO PROVISÓRIA

Zé LG Zé LG, 23.03.16

201120151550-467-AMA1.jpgO Alentejo quer avançar com a regionalização, ainda que provisória, através da criação da Comunidade Regional do Alentejo.

A proposta consta da declaração final para o Congresso da AMAlentejo agendado, para 2 de Abril, em Tróia.

A “declaração de Tróia”, apresentada aos jornalistas pela comissão organizadora do congresso, defende uma “alternativa, ainda que transitória” para substituir “o poder regional existente, nomeado pela administração central, que tem representado e dirigido o Alentejo à revelia do poder local” e que é um “modelo falhado de governação, incapaz e ilegítimo”.

O congresso tem como tema “Mais poder local, mais democracia, melhor Alentejo” e vai debater as autarquias locais como agentes de desenvolvimento, defender a implementação das regiões administrativas e apresentar exemplos das vantagens da Regionalização em vários países da Europa.

“A QUESTÃO DO DEPÓSITO TEM TAMBÉM A VER COM GESTÃO PARTICIPADA, TRANSPARÊNCIA DAS DECISÕES E DEMOCRACIA”

Zé LG Zé LG, 11.11.15

Ainda não percebeu que, atualmente, a questão do depósito tem também a ver com gestão participada, transparência das decisões e democracia?
A decisão de derrubar o depósito serve os interesses da nossa terra e pode contribuir para um caminho de progresso? Não será antes o projeto do Centro de Arqueologia e (Artes) em que se insere o depósito requalificado e o Museu Vivo?
Inactivo e com deficiências estruturais? Ignorância!
Ter uma opinião contrária ao derrube é atacar tudo e todos?
Já agora qual é o valor que traz o derrube? Mais um pequeno troço de um muro que nada vai adiantar na interpretação arqueológica nem na valorização museográfica? Qual o valor que se perde e que se gasta com o derrube?
O apenas porque sim é o argumento dos que querem derrubar porque os que querem requalificar já apresentaram argumentos e as contas!!!
Retirado do comentário de Alentejo dos pequenitos a 3 de Novembro de 2015 às 15:18.

“NÃO PERCEBO TANTA CRISPAÇÃO, EXALTAÇÃO, PRESSA E NERVOSISMO”

Zé LG Zé LG, 07.11.15

Está indigitado, e bem, PPC como 1.º ministro do partido/coligação mais votada. Se a esquerda conseguir um entendimento mínimo, derruba este governo e apresenta uma alternativa maioritária ao Presidente, mais ou menos sólida, não é muito relevante. Tudo normal numa democracia parlamentar representativa. Por isso não percebo tanta crispação, exaltação, pressa e nervosismo por parte de empresários, alguns jornalistas, comentadores televisivos, militantes ressabiados, movimentos cívicos com balões e correntes (por onde andaram nos últimos anos?), etc. Tudo está a decorrer dentro maior normalidade, regras políticas e prazos constitucionais. Dentro de um mês ou há 1 governo minoritário do PS com apoio parlamentar maioritário de esquerda ou continuam os mesmos metralhas em gestão até julho com apoio parlamentar minoritário de direita. Simples.
Comentário de Anónimo a 6 de Novembro de 2015 às 20:23, AQUI.