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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Gregos, Egípcios e Fenícios em Beja?”

Museu-Sembrano-Beja-768x432.jpgé o título de uma exposição que a EDIA inaugura, esta noite, no Núcleo Museológico da Rua do Sembrano, inserida no ciclo de exposições que está a desenvolver com base no espólio descoberto durante as intervenções arqueológicas realizadas na construção de Alqueva.

Antes da inauguração da exposição tem lugar a conferência “Um ainda Admirável Mundo Novo: Necrópoles rurais sidéricas dos plainos de Beja”, aberta ao público, por Rui Mataloto, arqueólogo no Município de Redondo, investigador na área do Alentejo Interior sobre diversos temas, com particular enfoque na Idade do Ferro.

Esta exposição pode ser visitada de terça a domingo, entre as 9:30h e as 12:30h e das 14:00h às 18:00h.

“Povos, Línguas e Escritas Pré-Romanas-Tradição local e intercâmbios culturais” em debate no Centro UNESCO em Beja

20181114115246852.jpgO Centro UNESCO, na cidade de Beja, recebe, esta noite, às 21.30 horas, uma conferência sobre arqueologia sobre o tema “Povos, Línguas e Escritas Pré-Romanas-Tradição local e intercâmbios culturais”, a cargo de Amílcar Guerra, doutorado em história clássica, professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

OBRAS REVELAM SILOS MEDIEVAIS EM OURIQUE

As obras de requalificação do Centro Histórico da Vila de Ourique trouxeram à luz do dia mais de uma centena de silos medievais, nas ruas de acesso ao castelo. Os silos são cavidades esculpidas na rocha do subsolo, com formas semelhantes a talhas.

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Os arqueólogos encontraram vestígios de louças de cozinha, louças de mesa, vidros, conchas, ossos de animais variados e objectos metálicos como uma espada, alfinetes, anéis, moedas, botões e dedais.

Na Praça do Município, foram descobertos os alicerces de um grande edifício, correspondendo eventualmente à Igreja Matriz que existiu até ao século XVIII. Na envolvente da igreja, foi descoberto o antigo cemitério, tendo os trabalhos arqueológicos já identificado cerca de 20 esqueletos sepultados.

Os achados arqueológicos serão expostos para conhecimento da população.

“UM DESCANSO (QUASE) ETERNO” NO NÚCLEO MUSEOLÓGICO DA RUA DO SEMBRANO

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Até há poucos anos admitia-se que o “mundo” funerário da Idade do Bronze nos Barros de Beja, “na serra” e no “campo de Serpa” era constituído quase exclusivamente por cistas. A identificação de novas estruturas funerárias, na tradição arquitetónica do Neolítico e do Calcolítico, veio demonstrar a existência de uma maior diversidade de sepulcros.

Sem a monumentalidade dos monumentos funerários dos períodos anteriores, estas estruturas - bem como outros vestígios arqueológicos - sofrem a ameaça do crescente dinamismo agrícola em curso na região. Será possível valorizar estes vestígios que num passado recente projetaram, através das taças de tipo Santa Vitória e de tipo Odivelas, o nome da região pelo mundo? É uma das questões que a conferência de hoje procura dar resposta. A sessão começa às 21.30 horas.

“A METALURGIA DO COBRE NO SUL DE PORTUGAL ENTRE 3000 A 800 A.C” EM DEBATE NO MUSEU DA RUA DO SEMBRANO

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O Núcleo Museológico da Rua do Sembrano recebe esta noite, pelas 21.30 horas, a conferência “A Metalurgia do Cobre no Sul de Portugal entre 3000 e 800 a.C.”, integrada no ciclo expositivo “Sob a Terra e as Águas – Porque há sempre Novas Histórias para Contar…” e tem como conferencistas António Monge Soares e Pedro Valério, do Centro de Ciências e Tecnologias Nucleares, do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa.

A exposição “Sob a Terra e as Águas” pode ser visitada de terça a domingo, entre as 9:30h e as 12:30h e das 14:00h às 18:00h.

LIMITAÇÕES LOGÍSTICAS E FINANCEIRAS OU SECTARISMO POLÍTICO?

Câmara de Beja não aprovou novo projecto para o Outeiro do Circo

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Os coordenadores do Projecto Arqueológico do Outeiro do Circo revelam que o novo projecto de investigação para 2018/2021 submetido à apreciação da Câmara de Beja em Dezembro de 2017 não mereceu o apoio desta entidade, não sendo assim possível a sua prossecução.

Paulo Arsénio, presidente da Câmara Municipal de Beja, afirma que as condições logísticas e financeiras que foram apresentadas pelos responsáveis do projecto do Outeiro do Circo são incomportáveis para o município.

“A DOMESTICAÇÃO DA PLANÍCIE: OS SÍTIOS DE FOSSAS DO NEOLÍTICO E DO CALCOLÍTICO NO INTERIOR ALENTEJANO”

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é o mote para uma conferência de arqueologia que vai decorrer, esta noite, às 21.30 horas, no Núcleo Museológico da Rua do Sembrano, em Beja.

A iniciativa, organizada pela autarquia bejense, pela Direção Regional de Cultura do Alentejo e pela EDIA, é conduzida por Lídia Batista, coordenadora de trabalhos arqueológicos da empresa “Arqueologia e Património” e investigadora do Centro de Estudos em Arqueologia, Arte e Ciências do Património, da Universidade de Coimbra.

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