Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Fábrica de “bolinhos chineses” para exportação inaugurada no Parque Industrial de Vendas Novas

Zé LG, 31.07.20

Fábrica-Chineses-Vendas-Novas-300x200.jpgA “Jiawei Alimentação”,  inaugurada no dia 29, é uma empresa do setor alimentar que se dedica à produção de Crystal Dumpling, os tradicionais “bolinhos chineses”. Todo o processo é feito nesta unidade, desde a receção da matéria-prima (que é comprada quase na totalidade em Portugal), ao carregamento para França, de onde é distribuído por toda a Europa. Toda a produção é destinada à exportação.

A Jiwaei Alimentação investiu cerca de 2,5 milhões de euros nestas instalações, sendo uma empresa de capital 100% chinês proveniente de cinco sócios. A laborar desde o início de julho, dá trabalho a cerca de 40 pessoas, a maioria de Vendas Novas, e espera em breve aumentar este número pois irá iniciar a confeção de um outro produto.

Morreu um dos bombeiros de Cuba feridos no incêndio de Castro Verde

Zé LG, 30.07.20

img_900x5082020_07_15_21_37_03_958221-768x433 cubaA Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Cuba anunciou, esta tarde, “o falecimento do BB3 Carlos Manuel Lopes Carvalho ferido no incêndio de Castro Verde” e, nesse sentido, decretou “o luto da instituição”.

Carlos Carvalho, de 40 anos, natural de Vila Ruiva, tinha queimaduras de 2º e 3º graus e estava em coma induzido no Hospital de São José em Lisboa.

O outro ferido grave, Carlos Heleno, também da corporação de Cuba, continua internado no hospital de Santa Maria em estado considerado estável.

À família e aos Bombeiros Voluntários de Cuba apresento os meus sentidos pêsames!

“Vidigueira Antão Vaz 2019” premiado com várias distinções

Zé LG, 30.07.20

9846_big VID.jpgO Vidigueira Antão Vaz 2019, feito exclusivamente da casta rainha da Vidigueira, que apresenta uma frescura a toques tropicais, com destaque ao ananás, chegou ao mercado a 1 de Junho, já com a distinção de “ouro” do “Concurso Internacional Awards VIRTUS”.

Para além do selo do concurso, que acompanha o rótulo do Vidigueira Antão Vaz 2019, a Confraria Bacchus de Albufeira  distinguiu-o  com “medalha de prata”, no concurso “Vinhos de Portugal” da revista “VINHO | Grandes Escolhas” onde recebeu a distinção de “Escolha do Mercado” para vinhos brancos na categoria até aos 5,00 € e, recentemente, foi nomeado “Vinho Branco do Ano – para consumo diário” pelo “Prémios W”, de Aníbal Coutinho , enólogo, critico e jornalista de vinhos.

Faleceu Herbert Rodrigues Telo

Zé LG, 30.07.20

114008690_3261831577375845_7947696661894177574_o TFaleceu na terça-feira, 28, o empresário Herbert Rodrigues Telo. Natural do Torrão, mas a residir em Moura há largas décadas, Herbert Rodrigues Telo tinha 92 anos de idade e para além da sua atividade profissional tinha também uma vida ativa em vários setores da sociedade mourense. Era um apaixonado pelo teatro e pela poesia. Foi Presidente de várias coletividades locais e foi também treinador de futebol das camadas jovens do Moura Atlético Clube, onde alcançou o título de campeão distrital.
Também na política assumiu um papel relevante, tendo sido Vereador da Câmara Municipal de Moura após o 25 de Abril de 1974.
As cerimónias fúnebres realizam-se esta quinta-feira, 30, pelas 11:00, na Igreja de São Francisco, seguindo para o cemitério de Moura, onde será sepultado.

À família apresento os meus sentidos pêsames.

Prioridades na gestão da água e do solo para a sustentabilidade da agricultura no Alentejo

Zé LG, 28.07.20

A sustentabilidade e a equidade no acesso à água e a coesão territorial na região do Alentejo estão em risco devido ao aumento da área de agricultura intensiva no Alentejo por contraponto à escassez de água que se vive na região. Há necessidade de os decisores reverem as prioridades na gestão da água e nas funções do solo, para que haja uma distribuição mais equitativa e racional e com apoios aos diversos agentes económicos.

P1080351.JPGNo Alentejo, o território gerido pelos sistemas agrícolas e florestais é de cerca de 2,6 milhões de hectares (ha). A área regável nesta região (incluindo a extensão do projeto de Alqueva atualmente em fase de conclusão) é de cerca de 372 mil ha, dos quais 217 mil são perímetros de rega públicos e 155 mil pequenos regadios de iniciativa privada. Ou seja, o regadio serve menos de 15% da área do Alentejo. Forçoso se torna concluir que as funções atribuídas à gestão do território e ao fornecimento de bens e serviços públicos terão de ser principalmente desempenhadas pela agricultura de sequeiro e pela silvicultura. Dadas as características da região no que se refere ao clima e aos solos, torna-se necessário reconhecer que os sistemas capazes de sobreviver em condições de sequeiro são os sistemas agro-silvo-pastoris, de que o montado é um exemplo emblemático.

Leia aqui o texto completo, subscrito por um grupo de universitários.

Apresentada candidatura de “Vila Viçosa, Vila Ducal Renascentista” a Património Mundial

Zé LG, 27.07.20

dossier cnu banner.pngA Câmara Municipal de Vila Viçosa, enquanto entidade promotora e responsável pela candidatura, procedeu à entrega do documento oficial, constituído peloa Proposta de Inscrição na Lista do Património Mundial, pelo Plano de Gestão do Património e pelos Estudos Históricos, na Comissão Nacional da UNESCO. De igual modo, o referido documento foi também entregue aos Parceiros Institucionais da candidatura.

Fundação Eugénio de Almeida venceu o Prémio Nacional de Artesanato 2019 para o Alentejo

Zé LG, 26.07.20

sim_sim_1.pngA Fundação Eugénio de Almeida (FEA) venceu o Prémio Nacional de Artesanato 2019 para o Alentejo com o seu projeto “Powering Arts & Crafts”, na categoria de “Promoção” para entidades privadas, edição de 2019.
O Prémio Nacional do Artesanato é promovido pelo IEFP. A Categoria “Promoção” para entidades privadas, reconhece o trabalho das entidades ou organismos privados em prol das artes e ofícios, traduzido em projetos, programas, campanhas ou iniciativas de valorização e promoção cuja realização esteja em curso ou tenha terminado, no máximo, nos 2 anos anteriores à edição do concurso.
O “Powering Arts & Crafts” nasceu há cerca de três anos de uma equipa de parceiros e aliada a artesãos da comunidade.

“É preciso muito mais!”

Zé LG, 25.07.20

“A questão essencial é que não vivemos de ilusões, nem acreditamos em contos de fadas!...

imgLoader2.ashx.jpg

Agora, conhecemos as figuras locais (os meios pequenos têm esta porra) os seus percursos profissionais e políticos, e por isso mesmo não acreditamos em milagres feitos por santos da terra… O meio político actual, a nível regional é o que se sabe, protagonismos à parte, falta muita massa crítica à maior parte dos actores, e as alternativas que se aparecem não são alternativas a coisa nenhuma, porque a matéria prima é originária de modo inexorável, da mesma fonte!… Já conhecemos este cenário doutros momentos, com personagens variados. e não é por se mudar casuisticamente as personagens que a perspectiva muda de modo claro!… É preciso muito mais!”

Anónimo 22.07.2020, aqui.

Museu Berardo de Estremoz é inaugurado hoje e abre amanhã ao público

Zé LG, 25.07.20

9817_big.jpgJoe Berardo fez uma apresentação ao pormenor aos média daquela que é considerada a "maior e mais importante" colecção privada de azulejos de Portugal.”
Composta por conjuntos azulejares in situ, património integrado na Quinta e Palácio da Bacalhôa (Azeitão) e no Palácio Tocha (Estremoz), e por mais de quatro mil e quinhentos exemplares móveis datados do século XIII ao século XXI, a Colecção Berardo permite percorrer a secular História do Azulejo. Instalado no histórico Palácio Tocha, ele próprio enriquecido por alguns magníficos conjuntos de azulejaria tardo-Barroca e Rococó.
O Museu Berardo Estremoz, uma iniciativa conjunta da Colecção Berardo e da Câmara Municipal de Estremoz, que foi financiada a 75% com fundos europeus, pode ser visitado pelo público a partir do próximo Domingo com entrada gratuita temporariamente.

Gonçalo Ramos, que brilha no Benfica, é filho de um amarelejense

Zé LG, 23.07.20

O jovem futebolista Gonçalo Ramos, de 19 anos, filho do amarelejense Manuel Ramos, ex-jogador do Farense, que no ano passado se sagrou vice-campeão europeu de futebol de sub-19 e melhor marcador da fase final da prova, volta a brilhar nos relvados. Lançado no último jogo com o Aves, ao minuto 85, o jovem avançado marcou os dois últimos golos no triunfo das águias, por 4-0.

9811_big Gonçalo Ramos.jpgO jogador, está há sete épocas a representar o Sport Lisboa e Benfica e conta com vinte e uma internacionalizações pela Selecção Portuguesa.

José António Falcão refuta todas as acusações sobre desaparecimento de peças de arte sacra

Zé LG, 22.07.20

JAF.jpgJosé António Falcão, ex-diretor, o DPHA, questionado sobre o paradeiro das peças de arte sacra desaparecidas, disse, ao Diário do Alentejo da semana passada, que “os empréstimos eram autorizados pela diocese, pelos senhores párocos ou, no caso dos museus paroquiais, pelos seus responsáveis”, que, quando deixou de exercer funções, “as peças nessas condições estavam no Museu Episcopal de Beja; no Museu de Arte Sacra de Santiago do Cacém; no Museu de Arte Sacra de Moura; na Igreja de Nossa Senhora ao Pé da Cruz; no Seminário Diocesano; e na Casa Episcopal de Beja. Todas elas referenciadas pela diocese”, locais onde não voltou mais.

Quanto à devolução dos fundo europeus, diz que a rescisão do contrato de financiamento foi uma decisão do então bispo D. António Vitalino, à qual é “alheio”. Sublinha, no entanto, que “a diocese cumpriu sempre as regras comunitárias” e relembra que o DPHA “não tinha autonomia”.

Afirmou ainda que lamenta “não ter podido promover a homenagem devida a um grande bispo de Beja, D. Manuel Franco Falcão, que fez muito pelo Alentejo e pelo património da região”.

“O que nos tem faltado é afirmação, em vez de subjugação. Chegou a hora de dizer basta!”

Zé LG, 21.07.20

imgLoader2.ashx.jpg… o Baixo Alentejo tem hoje a capacidade de dinamização da região sul, de entendimento e de projeção transfronteiriça, para criar a capitalidade de uma supra região europeia do sudoeste ibérico, nas próximas décadas. O Baixo Alentejo é sinónimo de progresso, de desenvolvimento económico e capacidade de exportação. Mesmo no contexto da região Alentejo existente, da Ccdra, o Baixo Alentejo está à frente, com enorme pujança. À nossa região falta uma liderança política para não nos ficarmos pelas estatísticas. E isso pode condicionar as opções do futuro, mesmo em termos de regionalização. O que nos tem faltado é afirmação, em vez de subjugação. Chegou a hora de dizer basta! O Baixo Alentejo vai ter aquilo que merece e vai ter que lutar por ter o seu espaço político e económico num contexto regional alargado. Tenho essa visão e tenho essa determinação. Não tenha dúvidas que assim vai ser! Mas nada se faz sozinho nem contra tudo e todos. Temos que acrescentar valor e credibilidade. E é importante que os outros atores políticos que tanto apregoam a defesa do nosso território se definam e lutem, como nós e connosco para afirmar o Baixo Alentejo. Esta não é a responsabilidade exclusiva do PS! Se tivermos que levar a região aos ombros assim o faremos, mas o correto é que quem fala também faça!”, afirmou Nelson Brito, ao Diário do Alentejo, o novo presidente da Federação de Beja do PS.

O que se passou no Lar de Reguengos de Monsaraz? É demasiado grave para ficar sem respostas claras.

Zé LG, 19.07.20

61587346_2695003863907001_1517194723410837504_o.jpSuspeitas de violações dos Direitos Humanos e de decisões ilegais, tomadas pelas autoridades de saúde, pairam sobre a história do lar em Reguengos de Monsaraz que ainda traz mais perguntas que respostas.

“Os médicos que foram destacados para ir para o lar, nos primeiros 15 dias, começaram a assistir a situações que não eram favoráveis a bons desenlaces clínico”, afirma Alexandre Lourenço, da Ordem dos Médicos.

José Calixto, presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz e também presidente do Conselho de Administração da FMIVPS, assegura que, antes do surto, o lar tinha dois enfermeiros a contrato, cumprindo o rácio imposto pela Segurança Social … e que agora está “a tentar contratar mais três ou quatro enfermeiros para não sobrecarregar o Serviço Nacional de Saúde” e que: “Competia-me informar, tal como fiz, todas as autoridades competentes, de que tinha um plano pronto e cumprir as instruções e timings da autoridade de saúde pública”.

“Até ao fim-de-semana passado, não havia medicação injetável e faltavam condições para tratar pacientes de alto risco”, afirma Alexandre Lourenço, da Ordem dos Médicos.

“Assistimos a uma situação inexplicável e sem precedentes no país, em que um presidente da ARS dá a indicação de transformar um lar num hospital”, afirma Jorge Roque da Cunha, do Sindicato Independente dos Médicos.

“Estamos a falar de uma franja da população altamente vulnerável a esta pandemia e que parece estar a ser esquecida, em termos de estratégia de prevenção”, afirma Sérgio Branco, da Ordem dos Enfermeiros.

A Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados corrobora a necessidade de uma maior responsabilização do Estado, afirmando que “a saúde pública não pode depender da vontade ou orçamento de cada autarquia para criar hospitais de campanha ou espaços de retaguarda” e aponta mesmo a Constituição da República Portuguesa, onde se pode ler que compete ao Estado “garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde”.

Leia na íntegra este pertinente trabalho de Mariana Almeida Nogueira, na Visão.

Parque Natural da Serra de São Mamede passou a ser gerido pelos Municípios para o tornar “numa marca distintiva que valorize o território”

Zé LG, 05.07.20

O Parque Natural da Serra de São Mamede (PNSSM) tornou-se na primeira área protegida de âmbito nacional a apostar na gestão de proximidade, passando os municípios de Castelo de Vide, Portalegre, Marvão e Arronches, a intervir na sua valorização territorial.

107099274_3156625464414269_2587377713404241886_n sO município de Castelo de Vide irá presidir à comissão de cogestão, sendo substituído, em situações de impedimento ou ausência, pelo município de Portalegre.

Para além da assinatura do acordo de cogestão do PNSSM, foi igualmente assinado o memorando de entendimento para a cedência de utilização da Quinta dos Olhos de Água, propriedade do ICNF, aos municípios de Marvão, Castelo de Vide, Portalegre e Arronches.