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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

E não há responsáveis da má gestão da CVP em Beja?!...

Zé LG, 18.06.24

CVP-04-ERPI-Henri-Dunant-B_800x800.jpgOs serviços centrais da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) estão a fazer uma inspeção interna para apurar a situação da Delegação de Beja. A auditoria vai fazer um estudo sobre a viabilidade financeira da Delegação de Beja e perceber se há condições para manter, em primeira instância, o Serviço de Apoio Domiciliário (SAD) e posteriormente a Estrutura Operacional de Emergência (EOE).
O presidente da Direção Nacional da CVP revelou que “a Delegação de Beja deve 1,1 milhões à banca e 1,2 milhões à própria sede”, acrescentando que só no Edifício Refer, “um negócio ruinoso, estão enterrados quase 2 milhões de euros”, e que “irrecuperáveis são já mais de 1,2 milhões de euros em rendas mensais e mais de 600 mil euros de um empréstimo bancário”.
E quem paga são os utentes da CVP e os trabalhadores que lhes prestam serviços…

O mundo enfrenta grandes desafios globais. Estamos numa encruzilhada.

Zé LG, 18.06.24

ODS-900x600-2.jpgNenhum dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) está a caminho de ser alcançado até 2030, e apenas cerca de 16% das metas dos ODS estão a progredir.
Portugal ocupa a 16.ª posição entre os 167 países em avaliação, posicionando-se ligeiramente acima da média (77,2), com mais de metade dos ODS definidos como “alcançado” ou “em progresso”.
Os dados expostos na edição 2024 do Relatório de Desenvolvimento Sustentável (RDS) foram ontem revelados, em Lisboa, pela Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável (SDSN) das Nações Unidas.

Altar-palco serve de cobertura a casas de banho do Rock in Rio

Zé LG, 17.06.24

GQIq5ncWMAEtu5_.jpg“Carlos Moedas garantiu que havia “muito interesse” em usar o altar-palco após o evento. Recordo-vos das suas palavras numa entrevista, na TVI, conduzida por José Alberto Carvalho: “Não é o momento agora, José Alberto, de decidir ou de fazer, mas tem havido um interesse enorme, nacional e internacional, de muitos promotores que gostariam de utilizar este palco.”
Onde estarão esses promotores? É que passou quase um ano e o altar-palco não voltou a ser utilizado.
Minto. Está a ser utilizado agora no Rock in Rio, mas não é como palco. A grande obra de Carlos Moedas serve de cobertura a uma bateria de casas de banho. Isto, sim, merecia uma explicação. Em vez de falar do apoio do anterior executivo, Moedas deveria explicar aos lisboetas porque se gastou tanto dinheiro num mono que se revela perfeitamente inútil.»
Carmo Afonso no «Público». Daqui.

“Uma vergonha e um abuso de poder!”

Zé LG, 17.06.24

cartoes-business-unibanco (1).jpg«Na ausência de regulação governamental e da intervenção do próprio BP, vai-se mantendo este assalto aos clientes, num cenário de perfeito abuso das entidades bancárias! Como se não bastasse o facto de usarem o nosso dinheiro, ainda nos impõem regras discricionárias, absurdas e criminosas! Qualquer dia mais vale recebermos o ordenado e as pensões em numerário e colocar o dinheiro num cofre em casa! Não ter cartões de débito ou de crédito pode ainda ser uma solução, e pagar sempre em numerário as contas! Uma vergonha e um abuso de poder! Uma verdadeira porra, como se diz por cá!» Anónimo, 17.06.2024, aqui.

Porque temos de pagar os cartões bancários obrigatórios?

Zé LG, 17.06.24

cartoes-business-unibanco.jpg«Vivemos numa jovem democracia, ainda refém da plutocracia, onde as empresas recorrem à criatividade nociva para nos desapossarem com medidas inaceitáveis. Apesar de polémicas, impõem-nos regras surpreendentemente permitidas pelos sucessivos governos. Mesmo anunciando lucros milionários durante um dos períodos mais dramáticos dos últimos anos, os bancos, insatisfeitos, através da SIBS, lançaram mais um ónus sobre os contribuintes ao exigir um cartão para realizar operações bancárias. Quando os cartões eram opcionais, fazia sentido serem pagos. No entanto, a partir do momento em que se tornam obrigatórios, como resultado de uma deslealdade contratual, deveriam ser gratuitos. ...» © Fernando Alagoa, aqui.

Nem tudo está mal no SNS

Zé LG, 16.06.24

Sem nome (76).png“No que respeita a indicadores de qualidade dos cuidados de saúde primários (CSP), numa ótica de comparação internacional, constatou-se que, em todos os indicadores, Portugal revelou um desempenho acima da média da OCDE”, refere a avaliação do desempenho das Unidades de Saúde Familiares (USF) e das Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) entre 2019 e 2022, acrescentando que, no final de 2022, 87% dos utentes inscritos em USF e UCSP tinham médico de família atribuído, com as USF a apresentar uma percentagem da população com acesso a esses especialistas de medicina geral e familiar “marcadamente superior às UCSP”, e que um total de 6.056 médicos e 6.517 enfermeiros trabalhavam nos CSP em Portugal continental.

Estação Náutica de Moura – Alqueva vai ser inaugurada

Zé LG, 16.06.24

moura.pngNo próximo dia 19, pelas 14h30, a Câmara Municipal de Moura inaugura a Estação Náutica de Moura – Alqueva, com a presença do secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado.
A nova Estação Náutica, situada na margem da Albufeira de Alqueva, o maior lago artificial da Europa, teve um investimento de 2,2 milhões de euros e visa dinamizar a oferta turística da região, proporcionando aos visitantes uma ampla gama de atividades náuticas, como passeios de barco, canoagem, stand-up paddle e pesca desportiva.

Porque não avançam as Estratégias Locais de Habitação?

Zé LG, 16.06.24

366382140_1730328564066046_7503834370428675053_n.jpg«… a habitação é uma necessidade essencial em todo o País! Houve ELH que foram feitas muito em cima do joelho, desproporcionais e pouco objectivas, algumas mesmo muito à pressa, falta o financiamento para se avançar um pouco por todo o lado! Se o PRR permitiu disponibilizar dinheiros de Bruxelas, depressa se percebeu que não daria para tudo nem para todos! E por essa razão também os governos devem satisfações aos municípios em razão das expectativas que criaram!» Anónimo, 14.06.2024, aqui. Foto daqui.

"Hospital de Beja não faz parte do orçamento do Ministério da Saúde"

Zé LG, 15.06.24

Sem nome (75).pngA deputada do partido Chega, eleita por Beja, Diva Ribeiro, integra a Comissão Parlamentar da Saúde e questionou a ministra, Ana Paula Martins, sobre o hospital da capital de distrito, relativamente a especialidades, serviços, lotação de internamentos, número de camas e salas de Bloco Operatório, incluindo o serviço de Pediatria, em contentores há 17 anos. Diva Ribeiro afirma que a ministra respondeu que "o hospital de Beja não faz parte do orçamento do Ministério da Saúde deste Governo”, frisando ser imperativo que o "Governo cumpra o seu dever e invista adequadamente na saúde da região".