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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Jerónimo quer combater «resignação» e «fatalismo

Jerónimo de Sousa, na apresentação da sua declaração de candidatura, afirmou que se candidata à Presidência da República para combater «a resignação e o fatalismo» e para reivindicar mais desenvolvimento e justiça social.

«Baseando-se no que de mais progressista o nosso povo foi capaz de fazer em quase nove séculos de história, esta candidatura apresenta-se, na difícil situação nacional que enfrentamos, para combater a resignação e o fatalismo, afirmando convictamente que Portugal não está condenado ao atraso e ao subdesenvolvimento», sublinhou.

O líder do PCP apresentou as prioridades que entende caberem ao próximo Presidente da República, como o «restabelecimento da liberdade de organização política», a «autonomia do poder local», a valorização da Administração Pública, o combate «à corrupção e nepotismo», a promoção da educação, ciência e cultura e a «afirmação dos valores do direito ao trabalho e do trabalho com direitos».

«Quando muitos confundem Portugal com os interesses e os lucros dos grupos económicos e financeiros, esta candidatura apresenta-se para reafirmar um compromisso com os trabalhadores, o povo português, os jovens, os mais idosos, as mulheres, os pequenos e médios empresários, os intelectuais e quadros técnicos, os desempregados, com os portugueses concretos que são e fazem Portugal», disse.

Jerónimo de Sousa defendeu que o PR, face à actual situação do país, «deve agir para garantir como primeiro grande desígnio de uma política nacional o crescimento económico e o desenvolvimento sustentado, virados para a satisfação das necessidades de todos».

Nesse sentido, Jerónimo de Sousa defendeu a valorização da produção nacional e do emprego, uma «efectiva distribuição do rendimento nacional», mais justiça social e uma aposta na qualificação.



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