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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Nomeação do novo presidente da EDIA longe de ser pacífica

Henrique Troncho é o novo presidente da EDIA. A Assembleia-Geral da Empresa nomeou ainda os vogais Vicente Reis e Pires de Andrade.

Henrique Troncho, 54 anos, natural de Évora, foi eleito deputado nas legislativas de Fevereiro e era Governador Civil do distrito e Évora, nomeado pelo actual governo.

Em Beja levantou-se um coro de protestos contra a nomeação de Henrique Troncho. Castro e Brito, presidente da FAABA, afirmou que "se trata de uma nomeação política". Luís Serrano, presidente do NERBE, disse que "esta nomeação não agrada a ninguém. É mais um comissário político que vem para a EDIA". José Soeiro, deputado do PCP eleito por Beja, considera "lamentável a teimosia do Governo em levar por diante uma nomeação partidária". A Distrital de Beja do PSD acusa o governo de partidarizar a empresa que gere Alqueva, considerando estranha a saída de Marques Ferreira, num momento crucial para o projecto. O presidente da Câmara de Moura afirmou que não parece ser uma boa escolha, dizendo que o novo presidente não tem apetência para o cargo.

Luís Pita Ameixa, deputado do PS eleito por Beja e presidente da Federação do Baixo Alentejo, contrariando aqueles protestos, confessou não compreender a contestação em torno do nome de Henrique Troncho.

Entretanto e tal como se falava, Fernanda Ramos, ex-vereadora na Câmara Municipal de Évora, será nomeada oficialmente Governadora Civil do distrito de Évora.

A forma e o tempo como o processo foi tratado deixam o novo presidente da EDIA bastante debilitado. Não se compreende, a não ser por razões de gestão partidária de quadros do PS, porque é que a Assembleia–Geral se realizou com seis meses de atraso com graves consequências para a Empresa e o andamento do empreendimento.

Neste jogo de cadeiras mais uma vez o Baixo Alentejo ficou de fora, o que mostra a influência que a Federação do Baixo Alentejo do PS e o seu presidente têm nos centros de decisão do seu partido. Por outro lado e apesar dos jogos de poder entre os diversos grupos existentes na Federação Distrital de Évora do PS, esta vai colocando os seus principais quadros em lugares com poder de decisão nacionais e regionais importantes.

2 comentários

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Comentários recentes

  • Anónimo

    Porreiro, pá!

  • Anónimo

    Talvez seja possível num qualquer País mais civili...

  • Anónimo

    A boa notícia que todos gostaríamos que aqui apare...

  • Anónimo

    Esta malta da EMAS devia descansar um pouco!! Será...

  • Anónimo

    Sim, mas não tantos ….

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