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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Comissões de utentes do Litoral Alentejano

distribuíram 7 mil comunicados à população, alertando para a «destruição do Serviço Nacional de Saúde (SNS)», aderindo ao apelo do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP), que organizou manifestações e acções por todo o país, contra a política de saúde do Governo.

No comunicado, o movimento do Litoral Alentejano alertou para o défice de 50% de profissionais de saúde na região e a necessidade de criar uma maternidade no Hospital do Litoral Alentejano (HLA) e de garantir mais transportes públicos de acesso à unidade hospitalar.

O movimento reclama a construção de um novo centro de saúde em Sines e a reabertura do SAP de Grândola no período nocturno, protesta contra as privatizações dos serviços de saúde e o encerramento das urgências em Sines e Santiago do Cacém e teme pela concentração de serviços burocráticos e de prestação de cuidados de saúde em Alcácer do Sal, com a criação do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) e do Serviço de Urgência Básica (SUB), com o consequente afastamento das populações e a mobilização de profissionais de outras unidades da zona.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Vote no PAN.

  • Anónimo

    Já cá faltava a patetice da habitual comparação co...

  • Anónimo

    alguém pode dizer onde é este lugar?

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    Concordo a 1000% com M. Frade.Pode-se, rádios, jor...

  • Quim

    Foi a conclusão que EU tirei. Mas não fui o unico....

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