"PCP teria ganho com imagem de abertura”
"A situação do PCP é hoje mais pobre", com "a expulsão de alguns, o auto-afastamento de uns e a inactividade de outros".
"Há uma paz podre", que levou "ao afastamento de muitos quadros".
Esse fenómeno de exclusão "é uma das pechas PCP”.
O "PCP teria ganho com a integração das vozes dissonantes, com um reforço da coesão interna, com a imagem de abertura”.
"Não perfilho a tese das folhas secas ou da ideia de mais vale poucos e bons".
Com a liderança de Jerónimo de Sousa, que "é um bom comunicador, tem uma imagem de homem sério e íntegro”, "houve uma certa pacificação do partido".
"O PCP tem tido uma intervenção activa na vida política. Tem sabido mostrar a sua voz para tentar mostrar que existe uma política de alternativa e não apenas de alternância" à que tem sido seguida.
Estas são algumas opiniões minhas, que o jornalista Nuno Simas retirou de uma conversa comigo e usou em três notícias que a Agência Lusa distribuiu pelos órgãos de comunicação social, que as usaram como entenderam.
