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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Denunciar a ofensiva do Governo contra os trabalhadores

Zé LG, 10.09.07

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, no discurso de encerramento da Festa do Avante!, fez, entre outras, as seguintes afirmações:

- "É tempo de o primeiro-ministro perceber que já não pega quando apela aos sacrifícios e à compreensão de todos os portugueses, enquanto permite que um punhado de nababos amassem fortunas colossais", porque "atrás do falacioso discurso de Sócrates dos sacrifícios para todos, as fortunas dos 100 mais ricos do país continuaram a crescer" enquanto "o crescimento económico continua incipiente e a economia não sai da apatia e do marasmo".

- "a chamada operação furacão corre o risco de se transformar numa `brisa suave´ para a banca" devido à "continuada insuficiência de meios de investigação" na criminalidade económica.

- "São estes sectores - a direita dos grandes interesses económicos e da alta finança - que cada vez mais estão empenhados em garantir, no imediato, o prolongamento da vida do Governo do PS", existindo entre o Presidente da República e o primeiro-ministro um "compromisso estratégico" para "prosseguirem o seu projecto comum contra as conquistas de Abril"

- "Não permitiremos que o Governo atire a pedra e esconda a mão", recorrendo "de modo crescente à ameaça e à intimidação" que são "conducentes a derivas anti-democráticas".

Apontando o combate ao desemprego e às alterações às leis laborais, nomeadamente para impor "a flexisegurança à portuguesa para facilitar os despedimentos", Jerónimo de Sousa anunciou uma campanha nacional que visa "denunciar a ofensiva do Governo contra os trabalhadores" e, manifestando "preocupação" pelos "cada vez mais frequentes actos de intolerável limitação de direitos e restrições de liberdades de acção política e sindical", exigiu "o imediato arquivamento de processos movidos pelo Governo contra os trabalhadores do Metro e da Transtejo" pela sua participação na greve geral de Maio passado.

 

Retirado de Lusa/fim