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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"Nada se perde, tudo se transforma”

Zé LG, 10.05.07

A vermicompostagem é uma técnica ecológica inovadora em Portugal, que trata o lixo doméstico, aproveitando a fome das minhocas.

 

"As minhocas comem todo o lixo, incluindo papel ou restos de comida, e ainda limpam os bocados de vidro e plástico que são depois enviados para a reciclagem. Uma das vantagens deste tipo de tratamento é que tudo é aproveitado", explicou, à agência Lusa, um dos sócios da Lavoisier, João Completo.

"O sistema é totalmente ecológico, não resultando qualquer tipo de poluição do ar ou da água, pelo que a Quercus tem apoiado este projecto desde o seu início", adiantou um dos responsáveis, Rui Berkemeier.

A Lavoisier começou em finais do ano passado com um centro de experimentação de vermicompostagem em Palmela, onde milhares de minhocas vermelhas da Califórnia comem resíduos sólidos urbanos, misturados com lamas das estações de tratamentos de esgotos (ETAR) ou esterco de animais, transformando-os em fertilizante para a agricultura.

 

A primeira unidade de vermicompostagem em Portugal, com dimensões industriais e a tratar todos aqueles resíduos, vai ser instalada, no Parque Ambiental da AMALGA (www.amalga.pt/), perto de Beja e deverá começar a funcionar no início do Outono para produzir bionutriente a partir do tratamento de resíduos orgânicos através de minhocas.