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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

A nossa Grande Feira

Zé LG, 24.04.07

A Ovibeja começou e desenvolveu-se com base na carolice, no amadorismo (amor por Beja, pelo Alentejo e pelo mundo rural) e no espírito de colaboração e na cooperação de diversas pessoas, empresas e instituições.

 

Pode-se dizer que, desde o princípio, todos percebemos o potencial que ela continha e do seu interesse para Beja e para a região e que, por isso, todos a apoiámos.

 

Quando se tornou na grande feira que é passou, naturalmente, a ser mais profissional na sua organização. E passou também a ser objecto de invejas, de disputas. A apropriação que era feita no bom sentido – é nossa, temos de a apoiar –, passou a ser vista em sentido negativo – não é minha não tenho de a apoiar.

 

E foi assim que foi deixando de contar com apoios que sempre teve até ter de se realizar, exclusivamente, sustentada nas receitas da venda de espaço aos expositores e de entradas aos visitantes, dois ou três patrocínios alguns pequenos apoios pontuais.

 

Hoje, assistimos, nalguns casos, a uma quase, parasitação da Grande Feira do Alentejo, com muita gente a exigir borlas, a algumas entidades a promoverem acontecimentos concorrenciais, a alguns prestadores de serviços a elevarem os preços em demasia…

 

Talvez vá sendo tempo da região e de todos nós reflectirmos sobre o que se está a passar e corrigirmos atitudes e comportamentos, de forma a que a Ovibeja continue a ser a nossa Grande Feira, que nos prestigia e nos alimenta, anualmente, a auto-estima.