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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

E se nos concentrássemos no debate de ideias e propostas...

Zé LG Zé LG, 27.12.13

... em vez de discutir as pessoas, ainda por cima, nem sempre de forma correcta?

Sabemos que são as pessoas que têm as ideias, apresentam as propostas e as concretizam e, por isso, devem ser analisadas. Mas reduzirmos o debate sobre temas importantes, como o da ULSBA, a apreciações sobre as pessoas, algumas das quais não têm quaisquer responsabilidades no assunto, não me parece ser a melhor forma de o discutir.

Considero da maior importância a discussão deste tema. Sem ela não estaríamos tão bem informados sobre o que se passa e as eventuais consequências de algumas das medidas que estão a ser tomadas. Por isso, parece-me da maior utilidade que o debate prossiga. Se for possível concentrá-lo no que é mais importante e decisivo melhor.

 

4 comentários

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    MF 02.01.2014

    Jeremias: não entendeu que se tivéssemos na ULSBA um verdadeiro CA a ARSA não conseguiria impôr o tal plano centralizado em Évora? Não é uma fatalidade! Nunca o conseguiram! Você quer contribuir para que desistamos de resistir?
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    Thor 03.01.2014

    O problema é que os nossos médicos em vez de se dedicarem á medicina, dedicaram-se á política, alguns ao pior que ela tem. Assim ficaram sem vontade para trabalhar mas com muita para discussões por vezes fúteis e que apenas servem para confundir os cidadãos, algumas mesmas desprovidas de razão. Assim, sempre precisaram de bons cadeirões para meditar, deixaram de exercer medicina para serem políticos e assim começamos a importar médicos de outros países para que os nossos se dedicássem á política e meditássem e fizéssem leis para impedir que outros tirássem medicina. A maior parte deu maus políticos e perderam-se bons médicos, excessão feita ao Barriga, mas esse foi para o privado e teve de continuar a ser bom médico, pois caso não o fosse, perdia a clientela. Como político aposta num cavalo muito incerto, nem sempre aposta no cavalo certo, por vezes acaba por cair do cavalo tal não é a falta de geito. Os outros deixaram de ser médicos para ser políticos, perderam-se bons médicos para políticos de m€rd@, uns apostam sempre no cavalo errado, enquanto que outros escolhem criteriosamente a montada com base em todas as previsões para o final da corrida. E são estes uns e os outros, que assim incendiando em vez de trabalhar pretendem travar o inevitável, a concentração de serviços onde outros trabalham...em vez de se perderem em conversas é caso para se dizer VÃO MAS É TRABALHAR PÁ!!!.
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    Anónimo 03.01.2014

    Pois claro ó Thor! A política para os políticos profissionais! Afinal, não está a Assembleia da Reoublica cheia de advogados?
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