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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

«Saúde do Alentejo será “centrada” em Évora»

Zé LG Zé LG, 19.12.13

A ideia foi sempre que Évora seria o polo de atração para ter características centrais. Por isso temos três unidades locais de saúde (Litoral, Norte e Baixo Alentejo), e temos o hospital, em Évora, que é financiado de outra forma. Enquanto as três unidades funcionam por capitação, o Hospital do Espírito Santo funciona por produção. Temos de rentabilizar aquilo que já está instalado, e depois ver quais são as entidades que estão disponíveis para assegurar outras atividades. Se Évora não tiver capacidade para desenvolver alguma atividade e se me aparecer outro hospital da região, podemos utilizá-lo como diferenciador de uma determinada área.

 

Os critérios tiveram a ver com a taxa de ocupação e a demora média. Nós tínhamos, em alguns serviços, taxas de ocupação de 50 por cento, o que quer dizer que metade das camas, durante todo o ano, estavam desocupadas. E as camas custam dinheiro. E se gasto o dinheiro nas camas não o posso utilizar noutro sítio. O orçamento não estica.

Mas quais forma as poupanças?

Não sei, exatamente, quais foram as poupanças.

 

Afirmações de José Alberto Robalo, presidente da ARS do Alentejo, em entrevista ao “DA”.

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