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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Preocupações sobre a diminuição da oferta em cuidados de saúde”

«Tendo sido colocado o meu nome num comentário fazendo referencia que enquanto delegado sindical nunca me tinha pronunciado contra o descalabro que se vem assistindo na Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, informo que provavelmente a pessoa que faz tal comentário tem estado fora da cidade ou mesmo até fora do país ou então tem andado distraído. Enquanto dirigente sindical tenho várias intervenções públicas tanto para as rádios locais como para jornais, tenho estado em iniciativas públicas em defesa tanto do SNS como dos serviços públicos. A minha última intervenção pública relativamente a diminuição de camas foi para as duas rádios locais da cidade e para a CMTV.
Provavelmente a pessoa que se referiu ao meu nome e refere que estou em silêncio só conhece o blog como meio de luta e denúncia, mas eu não tenho blog e só tive conhecimento do comentário através de uma amiga, prefiro a presença física.
Ainda no dia 4 de Dezembro estive reunido com o Conselho Directivo da ARS Alentejo onde colocamos todas as preocupações sobre a diminuição da oferta em cuidados de saúde.
Também não acordei para estas questões agora com este governo.
Edgar Santos a 6 de Dezembro de 2013 às 15:14,»

em: http://alvitrando.blogs.sapo.pt/2585671.html?view=6074439#t6074439

2 comentários

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    Catarina 07.12.2013 10:57

    Parece que anda por aqui muita gente que ainda acredita que existe um papel determinante na atividade politica das nações que as personalidades fortes e ativas podem desempenhar. Se bem que se tenha por historicamente adquirido que isso foi um facto, hoje se constata que os factores determinantes e condicionantes da politica dos governos (transformados em meras administrações) se situam numa esfera inacessível aos cidadãos. A financeirização do capitalismo globalizado é uma realidade dura e geradora de grandes perversões e perigos para a Humanidade, como o Papa Francisco recentemente apontou. A questão que exprime o desafio que a Humanidade tem de saber enfrentar e corrigir ainda se pode inspirar no aforismo marxiano de que não basta conhecer a realidade, é preciso transformá-la. Começando pelos fins (ou melhor, pela finalidade da luta política, não necessáriamente de classes…), essa é precisamente a grande dificuldade: compreender o mecanismo do mundo atual. A globalização da economia alimenta-se da dinâmica gerada pelas diferentes fases históricas em que o desenvolvimento das economias regionais se encontram: países que ontem eram “terceiro mundo” hoje são os que têm maiores índices de crescimento, em resultado da deslocação de investimentos, retirados do “primeiro mundo” em busca de fatores de produção menos onerosos, condenando à retracção as economias “velhas”. No meio disto, os cidadãos do chamado “ocidente” vão ficando depauperados, não sabendo o que fazer, sentindo-se abandonados à sua má sorte pelos políticos… Mas terão eles culpa? Porque morreu a força das ideologias? Quer-me parecer que uma questão se torna clara: terá sido o abandono da visão social por parte da social-democracia, vestindo o papel de gestores do liberalismo económico, precisamente uma das mais importantes causas do recuo civilizacional que assistimos. Impõe-se pois o retorno à política da visão humanistica. Não apenas no discurso retórico. Precisamos de políticos que tenham essa convicção.
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