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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Escolhas pela positiva

FALTA APENAS UM MÊS para as eleições autárquicas... 

Daqui a um mês vamos eleger quem pretendemos ter a governar os nossos territórios. 

Muitos, muitas vezes, usam este direito, mais do que para escolher quem querem, para manifestar o seu descontentamento em relação a quem está a governar a nível nacional ou local ou relativamente a qualquer situação que lhes provocou revolta - e existem tantas situações que estão a provocar esse tipo de reacção -, ou, ainda e que é mais grave, porque já não acreditam nos partidos ou, pior ainda, nesta democracia, que tem vindo a ser limitada, em vez de qualificada. Muitos nem sequer votam, optando por se abster, por comodidade uns e outros por já não querer "dar mais para este peditório"... 

Todas estas razões são compreensíveis para estes tipos de atitudes perante um acto que nos devia interessar e mobilizar a todos. Infelizmente, esta conquista fundamental de Abril - o voto livre e universal -, tem vindo a ser condicionada e desacreditada por quem tudo tem prometido e tão pouco tem feito para cumprir - as promessas e o sonho de Abril. 

Como membro de um movimento independente e plural - Por Beja Com Todos -, depois de ter militado mais de 35 anos no PCP, estou convencido que estes movimentos podem resgatar a Política, na sua forma mais importante - a de serviço público, a de "interesse desinteressado", como referia um amigo meu para significar um grande empenho na resolução dos problemas dos territórios e das pessoas mas sem interesses pessoais. 

É fundamental que as pessoas participem activamente e exerçam a sua cidadania. E isso tanto pode acontecer nos partidos, nos movimentos independentes, no movimento associativo, no voluntariado, no dia-a-dia. 

É igualmente fundamental encarar a política na sua forma mais nobre, como atrás referimos, combatendo a politiquice, o carreirismo, o uso da política para resolver os problemas pessoais e, quantas vezes, o enriquecimento, se não ilegal, pelo menos imoral... 

Eu continuo a ter sonhos, que acredito que poderão ser concretizados quando, em vez de apenas mostramos os nossos descontentamentos, afirmarmos as nossas convicções, fizermos as nossas escolhas pela positiva. 

Quem sabe se isso não poderá já acontecer daqui a um mês... 

Lopes Guerreiro (aqui)

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