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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"Por Beja com todos" apresentou "bases do compromisso eleitoral"

“Fixar e atrair mais pessoas para a nossa terra e criar mais riqueza e postos de trabalho” é o objectivo maior da nossa candidatura.

Sabemos das limitadas competências e meios do Poder Local para intervir directamente nesta área. Mas, porque a consideramos nuclear, comprometemo-nos a desenvolver uma política de intervenção especificamente direccionada para a instalação de novos projectos empresariais, assim como a consolidação e desenvolvimento das empresas existentes.

Trabalharemos directamente com as empresas instaladas no nosso concelho ou que nele se pretendam instalar, para, naquilo que são competências directas da autarquia, lhes facilitarmos o mais possível a vida e as intermediarmos junto de outras entidades para que façam o mesmo e a, em conjunto com elas e as suas associações, fazermos tudo para conseguirmos o máximo de financiamento do novo quadro comunitário de apoio, que, ao que tudo indica, vai ser mais orientado para a chamada “economia real”.

Sendo a agricultura, tradicionalmente e na actualidade, o sector com maior influência no concelho, bater-nos-emos para que a promessa de conclusão do regadio a partir de Alqueva até 2015 seja uma realidade.

A aposta nas pessoas e no seu conhecimento como motores principais do desenvolvimento sustentável será outra linha mestra da nossa acção, pelo que tudo faremos para potenciar as capacidades do Instituto Politécnico de Beja bem como as capacidades já demonstradas do CEBAL e também do COTRE, no campo da investigação aplicada aos nossos recursos naturais.

Procuraremos o envolvimento dos comerciantes e outros empresários do centro da cidade e das suas organizações representativas, para estruturar uma intervenção que permita a gestão efectiva do espaço, potenciando as suas capacidades de centro comercial, turístico e cultural.

Iremos aproveitar a política de regeneração urbana, que certamente irá avançar, para desenvolver uma política activa de cooperação com os proprietários dos imóveis degradados e devolutos do Centro Histórico de Beja e de outras localidades do concelho, de forma a estimular e promover a sua utilização. Temos como objectivo tratar casa a casa, para encontrarmos a melhor solução, envolvendo nesse difícil trabalho os serviços técnicos municipais e a colaboração das Juntas de Freguesias.

Poremos em prática uma política de cooperação com os outros municípios e outras entidades públicas e associativas para que o concelho e toda a região em que se integra consiga a efectiva implantação no terreno e o desenvolvimento dos grandes projectos estruturantes.

Em complemento, e por interacção e interdependência, deseja-se que o desenvolvimento dos outros concelhos da região também se reflectia na projecção da centralidade de Beja e que esta igualmente tenha impacto no seu desenvolvimento.  

Sendo indispensável que o governo central do nosso País assuma as suas responsabilidades, exigiremos de forma cooperante que o Aeroporto de Beja desenvolva as suas valências e avance o parque empresarial a ele associado; para que se realizem as obras no IP2 e no IP8, tal como previsto inicialmente ou gradualmente; para que seja electrificada a ligação ferroviária Beja - Casa Branca e reclamar para Beja um papel de relevância futura na ligação ferroviária ao Algarve e á fronteira com Espanha, no quadro dos investimentos nacionais a realizar.

Importa ainda que a Autarquia assuma regularmente o papel de representante da comunidade junto da Unidade Local de Saúde. Não apenas em momentos reivindicativos em defesa do direito de acesso aos cuidados de Saúde, como deve fazer neste momento em que se fala da redução de camas no Hospital, mas principalmente como parceira, cooperando com as Administrações em defesa do Serviço Nacional de Saúde.

Propomo-nos desenvolver uma política integrada e participada de apoio à produção cultural, fomento desportivo e de animação da cidade nas suas mais diversas vertentes, envolvendo os cidadãos, através do fomento do movimento associativo.

A programação deve incidir sobre projectos no âmbito da cultura local e da cultura cosmopolita, devendo haver um equilíbrio entre as iniciativas de ambos os tipos. Os projectos a desenvolver nestas áreas deverão ter como objectivo incentivar a criação artística e a prática desportiva, dar a conhecer e permitir o usufruto do património e dos bens culturais e desportivos, não só à população residente, mas também como forma de divulgar e promover o concelho no exterior.

Trabalharemos para criar condições para que todos tenham acesso aos bens sociais, culturais, económicos, à educação, à saúde, ao trabalho, condição fundamental para a inclusão social e para a eliminação de processos de exclusão social, garantindo a coesão social da comunidade, enriquecendo-a através da partilha dos seus bens em proveito de todos.

 

Estas são algumas das bases do compromisso eleitoral, a apresentar oportunamente, enunciadas pelo cabeça de lista à Câmara Municipal de Beja, no discurso (http://www.porbejacomtodos.org/2013/04/discurso-do-cabeca-de-lista-do-por-beja.html) de apresentação da sua candidatura.

2 comentários

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    Arnaldo 10.05.2013 14:01

    A Europa
    Dizer que os países que constituem a Europa poucos traços têm em comum é desconhecer as nossas origens e percurso civilizacional. A Grande Europa é inevitável de acontecer, somos da mesma família, e a familia não se escolhe. Assistimos é às dores de crescimento, não só da Europa, mas de toda a Civilização. Está a doer, vai doer ainda mais, mas estou certo que iremos subir mais um degrau neste longo caminho para as estrelas.

    Os Chineses
    Dizia-me o meu pai que um dia os chineses também vão querer carro, casa, segurança social e férias e, quando isso acontecer (já está a acontecer), as vantagens concorrenciais da China desaparecerão. Essas vantagens até poderiam nunca ter existido se o ocidente exigisse lá na China o que exige por cá. Mas o capitalismo selvagem em que vivemos não liga a isso. Só cá é que as crianças têm de ser protegidas, só cá é que os trabalhadores têm dignidade.

    Vamos com calma, não se esqueçam que temos filhos e netos, devemos-lhe a esperança!
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