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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

12 comentários

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    Maria vai com as outras 24.01.2013 09:51

    É só um palpite. Mas ou muito me engano, ou Alvito vai finalmente ter como presidente uma mulher.
    É que ainda há tão pouco tempo que se soube desta boa nova, já andam todos os seus adversários a tremer de medo. Como aqui se lê.

    Parabéns aos dirigentes locais do PS. Pois são só souberam sair de uma situação delicada em que se encontravam com a recusa de Valério, como trouxeram de volta esta Senhora com S grande.

    Que infelizmente os pais, tal como agora tantos portugueses, tiveram que emigrar para garantir o sustento e uma educação de qualidade aos filhos.
    E que embora longe e depois quando regressaram e em outros locais do país onde conseguiu arranjar emprego, nunca se desfez da casa dos seus antepassados em Alvito.
    Querem maior exemplo de amor e dedicação à sua terra e ao seu concelho?
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    PS de Alvito 24.01.2013 15:11

    Muito bonito!!! Nem chegam aos 100 votos. O pior é que os dois que acompanhavam ontem sabem disso, o atual presidente de junta e secretario de Vila Nova da Baronia, sabem na toda. Lançam os candidatos e depois andam por fora a sacaudir a água do capote, fazem uma dupla campanha.

    O atual presidente da junta já é a nulidade que todos conhecemos, e agora a seguir vem o subito? Bom rapaz o Mira, mas por amor de deus, reforme-se enquanto é tempo.

    Que figurão ontem dos dois babacas. Demitam-se e levem o Penetra e o Ratinho.
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    PS de Alvito 2 24.01.2013 16:27

    De facto muito mal anda o Partido PS em Alvito. Serve o interesse de dois ou três assalariados e nada se vê.
    Os chefes estão em Vila Nova, na Junta e:
    Idéias zero. (Olhem para Alvito)
    Limpeza Urbana, zero. (Olhem para Alvito)
    Projectos sociais, zero . (Olhem para Alvito)
    Apoio a instituições, zero. (Olhem para Alvito)
    Reivindicações junto da autarquia, zero. "É só amori"
    Respeito pela vereação PS, zero. "É desamori"

    Por isso chega, façam um favor à população e não se recandidatem, ou então perguntem primeiro às pessoas se os querem como candidatos.
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    Joca 24.01.2013 16:35

    Ena que os boys e as girls de Alvito andam mesmo nervosos com a chegada de pessoas que não controlam e não dominam.

    Quanto às nulidades da Baronia.
    O facto é que ganharam as eleições, e irão ganhá-las sempre que queiram. E isto é sem fazerem nada de jeito.
    Fará se começarem a fazê-las agora, com a nova equipa e novas lideranças.

    Não sabia era que todas essas funções pertencem às Juntas de Freguesia.
    Assim sendo, para que é que serve e que falta faz para Vila Nova a Câmara de Alvito?
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    PS Alvito 3 24.01.2013 22:03

    Joca, Joca, sim são essas e outras a função da junta, muitas destas são delegadas pela Câmara, mas independentemente disso, são a maior nulidade de sempre,. Gostes ou não, essa é a verdade.

    Mexederas e mexederas.

    Passam 4 anos a representar mal a fregueisa.

    À freguesia de Vila Nova não faz falta nenhuma e deve ser extinta. Vila Nova tem muito a ganhar se passar para o concelho de Viana.
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    Atento 25.01.2013 10:45

    PS Alvito: Não estando totalmente de acordo, apoio sem margem de dúvida a tua visão sobre o Poder Autarquico.
    A reforma efectuada há cerca de 180 anos por Fontes Pereira de Melo e tudo o que foi feito após o 25 de Abril de 1974 deve de forma quase obrigatória levar uma volta total.
    E deve ser nas Juntas de Freguesia que se devem concentrar a maior parte dos poderes locais, e ser estas o centro operacional de tudo o que diga respeito aos cidadãos que partilhem a mesma comunidade e que comuguem dos mesmos interesses.
    Ficando para as Câmaras Municipais o papel de gestão-macro, de apoio às Juntas de Freguesia e de captação de investimentos para a suas àreas de intervenção.

    Não faz mais sentido que cerca de 180 anos depois, no caso particular do concelho de Alvito e de muitos mais. Que as duas povoações que o constituem continuem à bulha uma com a outra e não se entendam de forma alguma, e que tal facto contribue não só para o atraso económico e social e
    como para o antidesenvolvimento de ambas.
    Alvito terá os seus orgãos autónomos assim como Vila Nova da Baronia. Os quais seriam englobados num concelho o maior possivel, para ter riqueza e suportar projectos com arcaboiço tal que sejam estruturantes. E que deveria englobar pelo menos os atuais concelhos de Alvito, Cuba, Vidigueira, Ferreira do Alentejo e Beja.
    Veremos o que é que os nossos politicos irão fazer.
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    Tá tudo dito 25.01.2013 11:20

    E porque não um concelho único para o Baixo Alentejo, com capital em Beja? Quem escreve assim não sabe nada da realidade em que vive. Limitam-se a debitar aquilo que os dirigentes nacionais do PS, por acção de um deputado de Ferreira do Alentejo, quiseram impor. Autênticos cordeirinhos
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    Atento 25.01.2013 12:43

    Tá tudo dito: Olhe que não. Olhe que não.
    O maior problema desta visão sobre o Poder Autárquico, é que iria mexer e de que maneira, com os tachos de muitos boys e girls dos partidos.
    E depois, o que é que esses profissionais da politica iriam fazer?
    Nada. Pois não só não sabem fazer mais nada do que politicar, como já se desabituaram e há muito tempo a tudo o que seja trabalhar a sério.
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    Tá tudo dito 25.01.2013 14:01

    Por isso mesmo. Poupa-se mais com um único concelho para todo o Baixo Alentejo, com capital em Beja. Aliás, em todo o Alentejo só deveriam existir dois concelhos, Beja e Évora. Desertifica-se o interior (para que é que serve o interior do País? se calhar só para alguns boys andarem a passear). O importante é desertificar. Mandar embora, porque na função pública são tudo boys. Assim proponho o seguinte (para o Baixo Alentejo). Concelho com capital em Beja. Depois concentra-se a população toda (e os serviços) nas seguintes freguesias: Ferreira do Alentejo, Sines, Serpa, Castro Verde e Odemira. As restantes localidades são abandonadas e queimadas (já não servem para nada. Assim, poupam-se recursos ao Estado e faz-se a vontade aos Boys do PS e do PSD. É assim que se faz nos Países super desenvolvidos: deserto a perder de vista!!! Não é como nos países sub-desenvolvidos, como a Espanha, com milhares de Municípios. A Espanha é um atraso de Vida. Temos de ir lá ensinar-lhes como se faz, nem que seja à porrada.

    Santa ignorância. Sabe o que é que esta centralização tem provocado no Alentejo? O acentuar da desertificação e mortes. Basta ver as pessoas que morrem porque a distância ao Hospital de Beja (o único para onde podem ir) é superior a 100 km. Tal já aconteceu diversas vezes no meu concelho. Há que continuar, porque afinal nós somos apenas números e não pessoas. E como números que somos, basta ver que o Alentejo todo tem pouco mais habitantes que o concelho de Sintra (o Baixo Alentejo tem tantos habitantes como a freguesia do Cacém). Mas centralizemos, exclusivamente com base nos números e abanando a cabeça e a cauda, porque os cérebros de Lisboa, que só passam pelo Alentejo para ir para o Algarve, é que sabem. Destrua-se o Alentejo até já não haver cá ninguém. Força com isso!

    Santa paciência, destruir ainda mais uma região que deveria ser reabilitada só porque há muitos boys (ou se tem ciúmes por não o ser - eu não sou, nem quero ser). É muito triste
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    Atento 25.01.2013 15:07

    Tá tudo dito: Só há um pormenor que parece esquecer.
    Um pequeno e simples pormenor. Mas que faz toda a diferença. E que manda abaixo toda a sua profícua prosa. E se me permite, e peço desculpa pelo impropério, com muita verborreia pelo meio.
    É QUE EM ESPANHA NÃO HÁ JUNTAS DE FREGUESIA!!!!!!!!!!!!!!!

    E que estas no nosso caso, e uma vez que são mais que 3 000 mesmo com o abatimento de mais de 1 000, devem e têm obrigação de ser o centro de todo o Poder Local. E não um mero instrumento para os Sres Presidentes de Câmara usarem e abusarem a seu belo prazer, sem competências ou com muito poucas delegadas. São estas que estão mais próximo dos cidadãos, dos seus interesses e ambições. A elas deveria ser dado o poder necessário para que pudessem contribuir para o desenvolvimento e bem-estar das suas comunidades. E aí serem eleitos os anciãos e os homen-bons representativos, e não os boys e as girls dos partidos que aí nasceram ou que para aí foram enviados intencionalmente.

    Já que as Câmaras Municipais se transformaram em autênticos colossos, que se gerem por si próprios e para si próprios, por vezes com pouco ou muito pouco a ver com os reais interesses dos seus munícipes. Pelo que se houver 3 ou 4 no Baixo Alentejo e outras tantas no Alentejo Central, chegam e sobram. E as mesmas tenham que trabalhar em conjunto com as Comunidades Intermunicipais .

    Quanto ao desenvolvimento do Alentejo, sobre o qual tece algumas considerações. O mesmo não poderá continuar como até agora na base de empregos ou pseudo-empregos na Função Pública para os apaniguados dos partidos politicos como até agora, de que os municipios são exemplo flagrante. Não há dinheiro dos impostos dos portugueses para manter tal situação.
    E em relação à desertificação do interior do país e do Alentejo em particular, mais do que chorar sobre o leite derramado, há que ter ideias e sobretudo pô-las em prática. Embora não se vislumbre quem as tenha. Já que falar de poltica e criticar, é simples. Construir e desenvolver é que é dificil, mesmo muito dificil.
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    Tá tudo dito 25.01.2013 16:16

    Eu vivo em Espanha, por motivos laborais, caro Sr.

    Diga-me: conhece Juntas de Freguesia com Vereadores?

    Aqui o que há mais é o equivalente a Câmaras Municipais e o que não existe são Juntas de Freguesia. Depois, existem comunidades.

    O Alentejo precisa de uma regionalização a sério e de políticas de desenvolvimento sérias. Não precisa que se brinque às extinções. O concelho de Mértola já teve 32000 habitantes e o de Alvito quase 8000. E o de Odemira quase 45000. Isto diz-lhe alguma coisa?

    A falta de estratégia, a inexistência de políticas agrícolas, o abandono das minas (que agora se pretende retomar), a inexistência de postos de trabalho e a política caciquista regional e local provocou a emigração de um grande número de habitantes.

    Não precisamos de anexação de concelhos ou de extinção de freguesias. O que precisamos é de um investimento sério no desenvolvimento da nossa região, que traga de volta os milhares que daqui abalaram durante 30 anos.

    Se quiser aprender mais alguma coisita de Espanha, terei todo o prazer em recebê-lo por cá
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