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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

2 comentários

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    joroca 08.05.2012

    Jr:

    Não disse que foi exclusivamente mas há uma intenção implícita nesse sentido. Aliás, como sempre o pretenderam fazer os que têm apoiado os consecutivos Governos, que inclusivamente se têm apoiado mutuamente nos seus interesses aparentando divergências. O PCP vive e convive bem em democracia e respeita as decisões da maioria dos portugueses, ainda que possam ser influenciadas pelos meios de comunicação dominantes Meios estes nas mãos daqueles a quem não interessa um verdadeiro Governo Socialista.

    Quanto às condições de vida dos portugueses: É verdade que houve uma evolução, aliás é normal que assim tenha sido. A diferença está na sustentabilidade dessas condições de vida. Venderam-nos o idílio europeu e a quem comanda a UE interessou manter-nos iludidos de que teríamos uma vida próspera dentro de uma comunidade que apenas beneficiaria os mais fortes. Fomos, assim como os restantes países, vistos apenas como mais mercado. Não há nem nunca houve intenção de criar uma igualdade dentro da comunidade. A intenção sempre foi a de ter mais e mais mercado. Mais e mais consumidores. Em troca foram-nos mantendo calados com apoios que nunca visaram o nosso crescimento económico mas apenas a destruição dos nossos sectores produtivos. Outros apoios chegaram apenas para nos iludir das vantagens da entrada na comunidade europeia. Agora deparamo-nos com uma situação complicada em que essas melhorias das condições de vida não têm qualquer sustentabilidade. Tornaram-nos um mero Estado de serviços, sem sector primário nem secundário, e agora até o sector terciário estão a destruir com estas políticas.
    Portanto, eu preferia uma evolução na melhoria das condições de vida sustentável e mais lenta do que uma evolução repentina e sem qualquer fundação. Quando as coisas não estão bem fundadas... (!?)
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    CorretorMais

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