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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Trabalho, produção, produtividade

Os governantes falam muito da necessidade de aumentar a produtividade, como se esse aumento fosse a chave para a resolução dos problemas que atravessamos. Este aumento pode ser importante, mas também pode contribuir pouco para a resolução dos principais problemas e até agravá-los, aumentando o desemprego, a concentração da riqueza e as desigualdades.

O que importa mais é criar mais postos de trabalho, produzir mais o que mais falta faz, e distribuir melhor a riqueza. Este é o caminho para o crescimento, o desenvolvimento e a justiça social.

Prosseguir o caminho, que tem vindo a ser seguido, do aumento do desemprego, da concentração da riqueza e do acentuar das desigualdades só contribui para a recessão económica e para a destruição do estado social.

Quantos menos trabalharem mais têm de contribuir para manter os que não trabalham, porque o não podem fazer, por incapacidade, porque ainda ou já não têm idade para trabalhar ou porque não conseguem arranjar trabalho.

O cerne do problema está neste último grupo. Para que serve aumentar a produtividade e o tempo de trabalho se continuar a crescer o número de desempregados, a não ser para aumentar os lucros de algumas grandes empresas e os dividendos escandalosos dos respectivos accionistas? O que mais importa é criar condições para que todos os que possam e queiram trabalhem e produzam, porque assim, para além de assegurar o crescimento económico e o progresso social, se evitam também problemas de saúde pública e se combatem eficazmente os défices.

Por tudo isto, é vergonhoso e ofensivo da dignidade das pessoas governantes falarem dos trabalhadores como se fossem preguiçosos e não quizessem trabalhar, como se existissem postos de trabalho para quem queira trabalhar. Governantes que assim actuam não são dignos de exercer os cargos que ocupam.

5 comentários

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    ABROLHOS 08.02.2012 09:56

    Não o conheço mas o seu ódio à sua autarquia já parece patológico.
    Até aposto que nas suas conversas de café e no futebol com os seus amigos não tem outro assunto.
    Liberte-se disso, vai ver que passa a ser uma pessoa melhor.
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    Manuel António Domingos 08.02.2012 10:33

    Abrolhos;
    Talvez nos faça falta ( a ambos ) encontrar o equílibrio. Como dizia o meu avô; ( ames dois )
    " O PREÇO A PAGAR PELA TUA NÃO PARTICIPAÇÃO NA POLÍTICA É SERES GOVERNADO POR QUEM É INFERIOR (PLATÃO) "
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    ABROLHOS 09.02.2012 10:14

    Senhor MAD
    Percebi a sua intenção mas aquilo que o senhor escreve aqui (apenas o conheço por isso), é muito mais do que "participar na politica".
    O senhor, em assunto ligados a autarquias em geral e è sua em particular, assume postura e opiniões dignas de terrorismo politico.
    O meu conselho era mesmo genuíno mas se considera que essa é a atitude mais correta , então continue.
    Cumprimentos
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    Manuel António Domingos 09.02.2012 10:55

    ABROLHOS;
    Vc. diz que não me conhece. Acha que eu o conheço a si, pelo menos de vista?
    Sabe que eu fui presidente da Junta de Freguesia de Entradas, de 1989 até 2005?
    Sabe que eu enquanto membro da Assembleia Municipal, sempre procurei ser um elemento informado e responsável sobre o ambito das competências autárquicas em geral, e as minhas em particular?
    Sabe que sempre me preocupei em tomar posições baseadas em conhecimento e informação sobre as mesmas?
    Sabe que continuo apaixonado sobre tudo o que mexe com matérias autárquicas em geral, e aqui sobre a minha autarquia em particular?
    Sabe que procuro ao máximo, só afirmar aquilo que posso provar?
    IMPORTA-SE DE ME DAR UM SÓ EXEMPLO SOBRE AS MINHAS DIVERSAS ABORDAGENS , QUE DO SEU PONTO DE VISTA SE ENQUADRAM NA CLASSIFICAÇÃO DE TERRORISMO POLÍTICO?
    Vc.está verdadeiramente convencido que um comportamento diferente e raro de um nosso semelhante, apenas pode ser considerado como sinónimo de portador de uma qualquer patologia?
    O direito à diferença diz-lhe alguma coisa?
    Sinceros cumprimentos.
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