As consequências da intempérie e não só...
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Capa da edição de fim de semana do DN.
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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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«… O dia 8 de fevereiro não será apenas a data de uma segunda volta presidencial. Será um momento de verdade para Portugal. ..., o país terá de escolher entre continuar a fingir que tudo permanece igual ou assumir que muda profundamente a sociedade portuguesa. A presença de André Ventura nesta segunda volta ... É o resultado de anos de abandono do interior, de desprezo por quem trabalha e de uma política feita longe da vida real. ... as pessoas sabem o que é ver serviços a fechar, médicos a faltar, jovens a partir e promessas a repetir-se eleição após eleição. … O dia 8 de fevereiro não pode trazer instabilidade. A instabilidade já cá está. ... Uma vitória de António José Seguro será lida como um sinal de alívio para o sistema político. Um Presidente previsível, confortável para um Governo do PSD e do CDS, alguém que garante que nada de essencial será questionado. Já uma vitória de André Ventura... o representará um abalo no regime político português. Um Presidente que não se cala, que confronta privilégios e que obriga o Parlamento e o Governo a olharem para o país real. ...» António Carneiro, aqui.
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Nem sempre as coisas são como começam... mas sim como acabam.
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O presidente da Associação Nacional de Assembleias Municipais (ANAM), Fernando Santos Pereira, defendeu que, “50 anos após a consagração constitucional do poder local democrático, o debate sobre a sua arquitetura tornou-se necessário e inevitável”, sublinhando a responsabilidade da ANAM em “contribuir para o enriquecimento de soluções que não ponham em causa a vontade popular, nem a robustez e a grandeza do poder local”. A ANAM está a realizar um ciclo de debates visando criar um espaço de diálogo plural e informado, com o objetivo de apresentar alternativas e contribuir para escolhas políticas robustas, “construídas na especificidade do nosso território, na nossa realidade política e administrativa, respeitando o princípio da separação de poderes (executivo e deliberativo) que deve existir no município”.
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O Baixo Alentejo surge como uma das sub-regiões mais fragilizadas do país em termos de acesso a informação local, segundo um estudo que confirma que a escassez de meios de comunicação social é particularmente acentuada no interior. Dispõe de 16 meios de comunicação social considerados ativos e com produção noticiosa local relevante, o que corresponde a um meio por cada 7.200 habitantes. A maioria dos concelhos é classificada como deserto de notícias, semi-deserto ou território ameaçado, com uma cobertura jornalística insuficiente ou inexistente, que acompanha a menor atratividade económica, a baixa densidade populacional, o envelhecimento demográfico, e que tem implicações diretas na vida democrática e cívica do território, reduzindo a capacidade de escrutínio do poder local, a visibilidade dos problemas e investimentos regionais e o acesso dos cidadãos a informação fiável e contextualizada. O estudo conclui que, sem políticas públicas consistentes de apoio ao jornalismo de proximidade e sem modelos sustentáveis de financiamento, o risco de aprofundamento dos desertos de notícias no Baixo Alentejo permanece elevado, com impactos duradouros na coesão territorial e na qualidade da democracia local.
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