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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Castro Verde requalificou o Moinho da Altura de Beja

Zé LG, 31.07.25

202507291121384682.pngO Moinho da Altura de Beja, em Castro Verde, foi inaugurado depois de ter beneficiado de um projeto de requalificação, que representa, segundo a Câmara Municipal de Castro Verde, um ato de "resgate da memória" dos castrenses, que durante décadas tiveram naquele edifício um elemento fundamental e histórico na zona norte da Vila.
O projeto de requalificação, a cargo do Município de Castro Verde, transformou o antigo moinho de vento num novo espaço de valorização do património cultural, tendo como objetivo estratégico no futuro o seu enquadramento na interpretação de ciclo da água e do pão.

“É tempo dos governantes serem mais capazes, ousados e visionários do que até aqui.”

Zé LG, 31.07.25

IMG_20250730_115940.jpg«Ou seja tem faltado o essencial - ideias e capacidade para as pôr em prática! A competência em política é bem mais essencial do qualquer outro predicado, ainda que politicamente se tenha de ser incorrecto! É tempo dos governantes serem mais capazes, ousados e visionários do que até aqui. O concelho de Beja já vai um pouco tarde, mas os problemas são mais do que muitos para resolver, e não me parece que até à data, do que se conhece, se vislumbrem visões lúcidas e estratégias programáticas de qualquer força candidata! Vociferam-se lugares comuns, com mais ou menos porreirismo, mas no essencial, não se consegue aferir o que distingue verdadeiramente os actores em jogo!» Anónimo 30.07.2025, aqui.

CDU candidata o antigo presidente Paulo Neto à Câmara de Mértola

Zé LG, 30.07.25

202507300915404935 (2).pngA CDU candidata Paulo Neto como cabeça de lista da CDU à Câmara Municipal de Mértola, a que já presidiu durante dois mandatos. Paulo Neto tem 66 anos, é natural de Corte Gafo de Baixo, e é militante do PCP, tendo integrado o seu Comité Central.
A CDU recorda que Paulo Neto foi um dos grandes impulsionadores do desenvolvimento local com provas dadas como presidente da Câmara Municipal de Mértola, destacando obras e iniciativas que marcaram os seus mandatos como a construção da Praia Fluvial da Mina de São Domingos, a assinatura com a Lá Sabina dos acordos que permitiram a aquisição por parte dos mineiros ou das suas famílias das casas onde habitavam, a construção do Parque Industrial, do Pavilhão Desportivo e das Piscinas Cobertas, assim como, vários Núcleos Museológicos, bem como o primeiro Festival Islâmico e a primeira Feira do Mel, Queijo e Pão.

Câmara de Aljustrel alertou ministra para problemas ambientais

Zé LG, 30.07.25

reuniao-Ministra-Aljustrel.jpgO presidente da Câmara Municipal de Aljustrel, Carlos Teles, reuniu-se com a ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho. A reunião foi pedida em janeiro, na sequência do enlameamento de parte de Ervidel, devido à plantação de um olival superintensivo junto às habitações. Além desta questão, foi também abordado o impacto da mina situada debaixo da vila de Aljustrel. O pó resultante da exploração e os rebentamentos diários são fonte de preocupação para a população. Carlos Teles convidou a Ministra a visitar oficialmente Aljustrel, de forma a ver de perto a realidade apresentada. A ministra do Ambiente prometeu um acompanhamento mais próximo destes problemas e criou um canal direto de comunicação entre a Câmara e a Secretaria de Estado do Ambiente, para agilizar respostas e soluções.

Para onde está a caminhar a Humanidade?

Zé LG, 30.07.25

Banner-Lopes-Guerreiro-300x286.jpgDepois de décadas sucessivas de esforços conjuntos para a manutenção da Paz e de aproveitamento do progresso científico, técnico e tecnológico para o desenvolvimento humano, temos vindo a assistir nos últimos anos e progressivamente à degradação desse caminho.
Com o fim da Segunda Guerra Mundial e a explosão das duas bombas nucleares, os homens que nos governavam pareciam ter percebido que era necessário fazerem tudo para que esse período tenebroso, que matou e destruiu tanta gente, deixando o Mundo num verdadeiro caos, não voltasse a repetir-se e a aproveitar a reconstrução para promover a Paz e a cooperação entre os estados e as nações, o progresso científico, técnico e tecnológico e colocado este ao serviço do desenvolvimento humano.

“o clima político no concelho de Beja é respirável”

Zé LG, 29.07.25

Luis-Sebastiao.jpg«… Faço parte de uma geração onde a ideia generalizada é que a classe política é o início de todos os problemas do Mundo, uma amálgama de criminosos e charlatões, que metem sempre a própria agenda à frente do bem comum. … o clima politico no concelho de Beja é respirável. Trocam-se argumentos e acusações, mas não se extravasa para o pessoal. Os elementos das várias listas e partidos cumprimentam-se com cortesia (salvo exceções, claro) e trocam risos em off. E isso torna o trabalho de todos muito mais fácil! … a política autárquica não é exclusivamente composta por bandidos e, na sua generalidade, não é o início de todos os problemas do Mundo, podendo mesmo, em certa medida, contribuir para o fim dos mesmos. Sou agora uma pessoa muito mais esperançada e convicta de que, com a equipa certa à frente dos destinos da Câmara Municipal de Beja, a executar as ideias certas, podemos, de facto, mudar para melhor o futuro do nosso concelho. ...» Luís Filipe Sebastião (IL), mandatário da candidatura da Beja Consegue, aqui.

“o que mais será preciso acontecer para que alguém intervenha" no edifício do antigo Governo Civil?”

Zé LG, 29.07.25

antonio-lucio-opiniao (2).jpg«Durante décadas, o edifício do antigo Governo Civil de Beja foi um símbolo de respeito institucional e de valor arquitetónico. Hoje, é um esqueleto decadente, abandonado à sua sorte, a servir de cenário para um filme de terror (quem lá entra, sabe). Pior do que a degradação visível das suas estruturas é o silêncio cúmplice de quem tem responsabilidade direta na sua conservação.
O cenário é inaceitável. ... Apesar do estado avançado de degradação, o edifício continua a albergar vários serviços do Estado, como a PSP, AIMA, IMT, Finanças e Proteção Civil. Diariamente, funcionários são obrigados a exercer as suas funções num ambiente insalubre e potencialmente perigoso, enfrentando riscos reais para a sua segurança. Para além das questões estruturais, é legítimo questionar a motivação de quem trabalha num local escuro, degradado e abandonado, onde o abandono se sente em cada parede a desfazer-se. ...
O edifício do antigo Governo Civil de Beja é hoje o espelho de um Estado ausente, incapaz de cuidar do que é seu e de quem o serve. A decadência deste edifício não é apenas material, é também moral. E é tempo de exigir respostas, ação e responsabilidade. Antes que seja tarde demais.» António Lúcio, aqui.

Actualização do preço da água de Alqueva coloca FENARREG contra EDIA

Zé LG, 29.07.25

Alqueva-cheia-2013_800x800.jpg

José Pedro Salema, presidente e CEO da EDIA, critica o congelamento das tarifas da água desde 2017, que já obrigou o Estado a injetar quase 1.000 milhões na empresa para tapar sucessivos prejuízos. A solução definitiva é política e passa por “os políticos aumentarem os preços”, salienta José Salema, explicando que: “A nossa proposta é que esse preço [preço da água] seja não um preço político, mas um preço técnico. Que haja uma fórmula indexada ao preço da energia e aos custos reais que a empresa vai experimentando, principalmente as manutenções”.

A Federação Nacional de Regantes de Portugal – FENAREG está totalmente alinhada com a decisão do Ministério da Agricultura de manter estável o preço da água de Alqueva para os agricultores, porque “É fundamental garantir estabilidade para a atividade agrícola. Os agricultores não podem ser penalizados e responsabilizados pelas contas da EDIA”, diz José Núncio, presidente da FENAREG.

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