Capa do Correio Alentejo desta quinzena
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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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A coordenadora do BE, Mariana Mortágua, disse, em Beja, que “Perante o preço das casas a subir, perante urgências fechadas e problemas na saúde”, o Governo “decide que o investimento a fazer é em armamento”, isento das regras do défice, o que “não faz nenhum sentido, num país onde há tantas necessidades de investimento, e nós hoje estamos em Beja e sabemos como isso é verdade, na ferrovia, na habitação, na saúde, se entenda que [a prioridade seja] gastar mais dinheiro em armas”.
Criticou as “políticas de ódio” contra os imigrantes e realçou que “Não são inimigos. ... Vêm trabalhar como nós fomos trabalhar e à procura de uma vida melhor”, disse que “os imigrantes hoje dão um contributo que equivale a quase meio milhão de pensões dos nossos idosos” e que “Há muitos sítios onde é graças aos imigrantes que as escolas voltaram a ter crianças. E o Alentejo também é uma prova disso”, defendendo que a AIMA “tem muito para fazer ainda”.
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«..., olho em volta e vejo uma cidade com ruas degradadas ou por construir, pracetas ao abandono e zonas sem qualquer arranjo, árvore ou zona de lazer, que mais parecem ter saído de um país em desenvolvimento, sem condições, conforto e dignidade. Deixo 6 exemplos que me chocam profundamente, e que, até hoje, continuam sem solução — não por falta de necessidade ou recursos financeiros, mas, ao que tudo indica, por falta de vontade política. E o município decide, inexplicavelmente, investir uma quantia considerável de dinheiro público num local que, objetivamente, não carece de qualquer intervenção?! Esta é a prova clara e preocupante da falta de visão e de prioridades por parte do atual executivo.
O PS local vive numa bolha de “sucessos” autoproclamados, onde apenas os militantes do PS parecem aplaudir os últimos quatro anos de governação de Paulo Arsénio e da sua equipa. Para o resto dos cidadãos, o sentimento só pode ser de frustração e incredulidade.» Daqui.
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… e “não estão condenados a um contínuo despovoamento, à degradação das condições de vida e à destruição do ambiente e dos recursos naturais” é a “ideia fundamental” do compromisso eleitoral apresentado pela CDU, segundo o cabeça de lista Bernardino Soares, para quem “o Alentejo não é uma Região pobre; pobres têm sido as políticas que os governos do PS e do PSD lhe têm aplicado.” Para além de medidas gerais como o aumento de salários e pensões, a CDU defende a definição de prioridades para o uso da água, incentivando à diversificação de culturas agrícolas, assim como, a implementação de um plano de apoio à agricultura de sequeiro e a monitorização e controlo do efeito na saúde pública e na paisagem das práticas agrícolas intensivas e superintensivas; medidas de incentivo e apoio à industrialização do distrito com destaque para a fileira agroalimentar, a valorização das potencialidades mineiras de Neves-Corvo e Aljustrel, salvaguardando o ambiente e incentivando a transformação do minério na região; ações de conservação e valorização do património cultural edificado e do património imaterial, assumindo a promoção da cultura como fator de fruição pública e de desenvolvimento, para além de outras propostas que podem ser vistas aqui.
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«Hoje inicia-se aqui a lista das casas devolutas e degradadas ou não existentes no centro da cidade de Beja (só na Rua do Touro e na Rua do Sembrano existem 44 casas fechadas e a esmagadora maioria em estado de degradação). A realidade é muito pior que a percepção que se tem dela. Se estas casas fossem colocadas no mercado habitacional, sob a forma de renda a preços compatíveis com o salário das pessoas que, na maioria dos casos, não ultrapassa o salário mínimo nacional, Beja seria uma cidade muito melhor. É para concretizar estas e outras medidas que servem os poderes públicos. Embora sem grande esperança, espero que a divulgação desta realidade, diária a partir de agora, contribua para algum sobressalto cívico.» Constantino Piçarra, aqui.
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Quando falamos de Justiça estamos, quase sempre, a referir-nos ao Poder Judiciário, que é, por definição, um dos três poderes do Estado moderno, exercido pelos juízes e com a capacidade e a prerrogativa de julgar, de acordo com as regras constitucionais e leis criadas pelo poder legislativo. A sua principal função é defender os direitos de cada cidadão, promovendo a justiça e resolvendo os prováveis conflitos que possam surgir na sociedade, através da investigação, apuramento, julgamento e punição.
Por se tratar de um poder, a par do Legislativo e do Executivo, é que ouvimos da parte dos detentores destes dois outros poderes a frase hipócrita e manhosa de que se deve deixar “à Justiça o que é da Justiça e à Política o que é da Política”.
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«Um pedido aos leitores do blogue (sem ironia):
Será que alguém me consegue explicar como é que um cidadão, seja ele quem for, toma conhecimento de que está a ser objeto de uma investigação por parte do Ministério Público através da comunicação social? Sem nada lhe ter sido comunicado.
Fico desde já muito agradecido.» Santiago Macias, aqui.
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