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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Câmara de Beja vai deixar desaparecer a Fábrica de Farinhas de Rama da Trindade?

Zé LG, 02.05.21

“O último moleiro” assim se intitula um documentário, da autoria de Nelson Filipe Patriarca e Hélder Reis, que revela a história da Fábrica de Farinhas de Rama da Trindade, no concelho de Beja.

Com alvará de 1934, esta fábrica, está desativada desde meados dos anos 80 e guarda em si “um espólio único em toda a região.” Os autores do documentário consideram que este local, embora possa ser fundamental no âmbito da preservação do património cultural, de conhecimento e sabres do concelho, ninguém lhe tem dado a devida importância.

O local é privado, mas o seu proprietário Manuel Neves gostava que o mesmo pudesse ser recuperado. Diz que houve interesse do Executivo de Carreira Marques de o adquirir, no âmbito da Rota do Pão, mas acabou por não acontecer e atualmente não parece existir interesse de privados, nem do município de Beja em o poder preservar.

PS volta a candidatar Anabela Consolado à Câmara de Vila Viçosa

Zé LG, 02.05.21

Sem nome.pngAnabela Consolado, técnica financeira, vai voltar a liderar a lista do PS à Câmara de Vila Viçosa nas eleições autárquicas deste ano. A candidata já tinha concorrido nas autárquicas de 2017, tendo sido eleita vereadora no município.
Natural e residente em Vila Viçosa, Anabela Consolado é licenciada em Gestão Estratégica e, atualmente, coordena os Contratos Locais de Desenvolvimento Social no concelho de Alandroal.

CGTP-IN contesta falta de direitos e resposta "desequilibrada" do Governo

Zé LG, 01.05.21

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A secretária-geral da CGTP-IN afirmou hoje, na concentração do 1.º de Maio em Lisboa, que a pandemia da covid-19 “agravou muitos dos problemas” dos trabalhadores e que “a resposta do Governo” tem sido “desequilibrada”, pedindo o combate à exploração laboral.

Apontando a precariedade, o desemprego, os baixos salários e as reduzidas reformas como “realidades que já cá estavam e que se agravaram”, Isabel Camarinha criticou a resposta do Governo, que “atribui ajudas a quem deveria ser chamado a contribuir e deixa de fora muitos dos que realmente necessitam”. “Não estamos todos no mesmo barco”, reforçou.

No próximo sábado, 08 de maio, está já agendada uma manifestação nacional, a realizar no Porto, para “lutar pelos diretos, por mais emprego, pela produção nacional, pelos salários e os serviços públicos, a lutar por uma Europa dos trabalhadores e dos povos e pela afirmação da soberania”, adiantou a secretária-geral, concluindo que é aos trabalhadores que pertence o futuro.

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