“Por um modelo de Desenvolvimento Rural Transversalmente Sustentável”
O GAIA Alentejo, o Movimento Alentejo Vivo e a Associação Ambiental Amigos das Fortes realizou, em Beja, uma ação pelo mundo rural no dia da Greve Global pelo Clima”. Neste evento foi aprovada uma “Carta Aberta- Por um modelo de Desenvolvimento Rural Transversalmente Sustentável”.
Esta carta aberta, em que solicitam “ações urgentes por parte de quem consideram ter responsabilidades neste processo”, refere, entre outros aspetos que “é essencial corrigir o curso no sentido de um modelo de desenvolvimento efetivamente sustentável, terminando com a poluição na aldeia das Fortes, revogando o perímetro de rega do Mira, criando corredores ecológicos e ilhas de biodiversidade em redor das povoações, habitações, espaços públicos e massas de água, assim como implementar zonas estratégicas para os próximos três anos.”
“Não só não há falta de cumprimento das boas práticas como também do plano de contingência traçado. É de facto triste tentar tirar proveito, sabe-se lá para o quê, de uma situação destas quando cada um de nós, em particular dos que lidam directamente com potenciais casos, fazem os possíveis e os impossíveis senão para os evitar, pelo menos para atenuar bem como tratar dos que infelizmente foram contaminados. … tristes dos que colocam em causa o inexcedível trabalho de todos quantos, de forma esforçada, abnegada e dedicada têm dado o melhor de si em prol dos outros e nessa dedicação incluem-se todos os que cumprem as regras e principalmente os que tratam e cuidam dos nossos utentes. Não vos passa sequer pela cabeça como tem sido o dia-a-dia de muitos profissionais da ULSBA, começando nos assistentes operacionais, passando por enfermeiros, médicos, TSDT e outros e acabando no Conselho de Administração. Por favor não brinquem com coisas sérias, têm legitimidade para criticar políticas de saúde, decisões superiores bem como o estado da saúde em Portugal e especificamente no Alentejo desde que o façam com respeito e elevação, mas numa altura destas não façam o que muitos tentaram fazer em Março... outra vez não, por favor! Ou será que passamos de bestiais a bestas???”
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Desde o início da pandemia por COVID-19, registaram-se mais 24% de mortes em investigação (cujas causas não são totalmente conhecidas), mais 18% de óbitos em casa e mais 5,6% de mortes nos hospitais.

