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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Luís Canena Cristina morreu

Zé LG, 28.07.20

3d041a_0a5a989b0fd44234888d524086d11652_mv2.jpgLuís António Canena Cristina, de 69 anos, natural de Quintos, faleceu no dia 23, tendo-se o funeral realizado do dia seguinte da mortuária para o cemitério de Santa Vitória.

Luís Canena Cristina foi eleito, pela CDU, na Junta de Freguesia de Santa Vitória, ao serviço da qual conduziu desde o início a ambulância, propriedade daquela Freguesia. Era um homem de uma grande dedicação ao que fazia e solidariedade para os que dos seus serviços necessitavam.

Conheci-o nos tempos a seguir ao 25 de Abril, mas há muito tempo que não tinha notícias suas. Fui agora surpreendido com a notícia da sua morte.

À família apresento os meus sentidos pêsames.

Vamos lá ao que (mais) interessa

Zé LG, 28.07.20

Mortes por COVID-19, por 100.000 habitantes, na Europa:

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Alemanha ----------------------------- 11

Portugal ------------------------------ 17

França -------------------------------- 45

Suécia -------------------------------- 56

Itália --------------------------------- 58

Reino Unido -------------------------- 72

Bélgica ------------------------------- 86

Face a estes números, pergunto eu: Que autoridade têm estes países, designadamente a Bélgica, para colocar entraves à livre circulação de pessoas entre os dois países?!

A Bélgica, com uma população semelhante à de Portugal, tem 66.428 casos confirmados (25º e 8º, a nível mundial e europeu), 9.822 mortes (11º e 5º) e 17.452 recuperados (22º e 5º). Porque (quase) não falam nisto?!

Prioridades na gestão da água e do solo para a sustentabilidade da agricultura no Alentejo

Zé LG, 28.07.20

A sustentabilidade e a equidade no acesso à água e a coesão territorial na região do Alentejo estão em risco devido ao aumento da área de agricultura intensiva no Alentejo por contraponto à escassez de água que se vive na região. Há necessidade de os decisores reverem as prioridades na gestão da água e nas funções do solo, para que haja uma distribuição mais equitativa e racional e com apoios aos diversos agentes económicos.

P1080351.JPGNo Alentejo, o território gerido pelos sistemas agrícolas e florestais é de cerca de 2,6 milhões de hectares (ha). A área regável nesta região (incluindo a extensão do projeto de Alqueva atualmente em fase de conclusão) é de cerca de 372 mil ha, dos quais 217 mil são perímetros de rega públicos e 155 mil pequenos regadios de iniciativa privada. Ou seja, o regadio serve menos de 15% da área do Alentejo. Forçoso se torna concluir que as funções atribuídas à gestão do território e ao fornecimento de bens e serviços públicos terão de ser principalmente desempenhadas pela agricultura de sequeiro e pela silvicultura. Dadas as características da região no que se refere ao clima e aos solos, torna-se necessário reconhecer que os sistemas capazes de sobreviver em condições de sequeiro são os sistemas agro-silvo-pastoris, de que o montado é um exemplo emblemático.

Leia aqui o texto completo, subscrito por um grupo de universitários.

Munhoz Frade apresentou projeto de criação de Unidade de Cuidados Paliativos no Hospital de Beja

Zé LG, 27.07.20

111499245_10206917466572194_4323091150535120281_n O Dr. Munhoz Frade, para além da persistente atitude crítica que tem manifestado ao longo dos tempos, principalmente neste blog nos últimos anos, também trabalha com espírito cooperativo, apresentando propostas organizativas. Nesse sentido, apresentou, em Março, uma proposta de criação de uma Unidade de Cuidados Paliativos no Hospital de Beja, que aponta para a abertura de camas para Internamento Hospitalar, através da reconversão de espaços existentes nas instalações do Hospital, por considerar ser a mais adequada à finalidade pretendida – capacitar a nossa unidade de saúde para melhor tratar situações que necessitam de cuidados paliativos de elevada complexidade. Propõe ainda como modelo gestionário para a UCP a criação de uma Unidade Autónoma de Gestão (vulgo CRI), sem prejuízo de outros modelos. 

Apresentada candidatura de “Vila Viçosa, Vila Ducal Renascentista” a Património Mundial

Zé LG, 27.07.20

dossier cnu banner.pngA Câmara Municipal de Vila Viçosa, enquanto entidade promotora e responsável pela candidatura, procedeu à entrega do documento oficial, constituído peloa Proposta de Inscrição na Lista do Património Mundial, pelo Plano de Gestão do Património e pelos Estudos Históricos, na Comissão Nacional da UNESCO. De igual modo, o referido documento foi também entregue aos Parceiros Institucionais da candidatura.

Paulo Arsénio esclarece a sua posição sobre o Aeroporto de Beja

Zé LG, 27.07.20

100803062_948226062276304_6677184766585864192_o ABAs vertentes da Carga e de Manutenção são as mais aptas para aproveitamento imediato da estrutura, com criação de emprego de qualidade, fixação de pessoas jovens na região e consequente criação de riqueza também através da fixação de empresas satélites.

... a placa de estacionamento de aeronaves é muitíssimo limitada e a capacidade de processamento de passageiros na aerogare também (250 por hora/ + ou - 1 avião).

O atual Aeroporto pode receber jatos em número elevado, voos pontuais de desvio dos aeroportos de Lisboa e Faro, mas não vários voos de aviões comerciais cheios por hora.

Para que Beja possa ser uma opção maior em termos de tráfego regular de passageiros são necessários: 1) A26 da Malhada Velha até Beja ; 2) A electrificação da linha Casa Branca - Funcheira com ramal ao aeroporto e saída de comboios de forma permanente para Lisboa e para o Algarve; 3) A execução imediata pela VINCI da 2. fase do Terminal Civil com ampliação da placa para duplicar, no mínimo, a sua capacidade; 4) A ampliação imediata da aerogare; e, ainda, 5) O interesse dos operadores e das companhias em voarem ou não para Beja;

Por isso procuramos apoiar os projetos relacionados com a aproveitamento do aeroporto com prioridade absoluta. Temos agora a Mesa/HiFly, empresa-âncora.

Leia aqui o texto na íntegra.

CEBAL com financiamento para novos projetos de Transferência de Conhecimento e Tecnologia

Zé LG, 26.07.20

logo.pngO CEBAL recebeu, recentemente, a aprovação de quatro novos projetos na área da Transferência de Conhecimento e Tecnologia, financiados pelo Programa Operacional Regional do Alentejo – Alentejo 2020 no Sistema de Apoio a Ações Coletivas “Transferência do Conhecimento Científico e Tecnológico”. Os quatro projetos, e respetivas entidades parceiras, são:

- “CynaraTeC – Transferência de TeCnologia para Valorização do Cardo”, CEBAL, IPBeja e UÉvora;

- “LActoMTeC – Tecnologia de Membranas na Valorização Sustentável de Efluentes do Sector dos Lacticínios”, CEBAL;

- “Val+Alentejo - Valorização dos produtos de pequenos ruminantes do Alentejo”, CEBAL e INIAV;

- “Inov-Amendo-AL - Microenxertia in vitro de amendoeiras selecionadas para a promoção do amendoal no Alentejo”, CEBAL.

Com um investimento global superior a 624 mil euros, durante os próximos dois anos, o CEBAL, conjuntamente com as entidades parceiras de cada projeto, irá reforçar o trabalho que tem vindo a desenvolver para o sector Agroalimentar, em matéria de transferência de conhecimento e tecnologia, decorrente das atividades de I&D (Investigação e Desenvolvimento).

Fundação Eugénio de Almeida venceu o Prémio Nacional de Artesanato 2019 para o Alentejo

Zé LG, 26.07.20

sim_sim_1.pngA Fundação Eugénio de Almeida (FEA) venceu o Prémio Nacional de Artesanato 2019 para o Alentejo com o seu projeto “Powering Arts & Crafts”, na categoria de “Promoção” para entidades privadas, edição de 2019.
O Prémio Nacional do Artesanato é promovido pelo IEFP. A Categoria “Promoção” para entidades privadas, reconhece o trabalho das entidades ou organismos privados em prol das artes e ofícios, traduzido em projetos, programas, campanhas ou iniciativas de valorização e promoção cuja realização esteja em curso ou tenha terminado, no máximo, nos 2 anos anteriores à edição do concurso.
O “Powering Arts & Crafts” nasceu há cerca de três anos de uma equipa de parceiros e aliada a artesãos da comunidade.

“É preciso muito mais!”

Zé LG, 25.07.20

“A questão essencial é que não vivemos de ilusões, nem acreditamos em contos de fadas!...

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Agora, conhecemos as figuras locais (os meios pequenos têm esta porra) os seus percursos profissionais e políticos, e por isso mesmo não acreditamos em milagres feitos por santos da terra… O meio político actual, a nível regional é o que se sabe, protagonismos à parte, falta muita massa crítica à maior parte dos actores, e as alternativas que se aparecem não são alternativas a coisa nenhuma, porque a matéria prima é originária de modo inexorável, da mesma fonte!… Já conhecemos este cenário doutros momentos, com personagens variados. e não é por se mudar casuisticamente as personagens que a perspectiva muda de modo claro!… É preciso muito mais!”

Anónimo 22.07.2020, aqui.