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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Necessitamos de visão estratégica e coragem para a aplicar

Zé LG, 10.12.19

Não basta ter políticas progressistas se estas não forem aplicadas. “De boas intenções está o Inferno cheio”. Veja-se o que se passou no Índice das Alterações Climáticas, em que Portugal caiu cinco posições, com pior desempenho nas emissões de gases com efeito de estufa, e melhor classificado nas políticas ambientais.

Não vale querer / prometer tudo de bom a todos e ao mesmo tempo. Não é possível. Exige-se, por isso, ao governo e às oposições visão estratégica, definição de políticas ambiciosas mas exequíveis, capacidade de hierarquizar prioridades e seriedade, muita seriedade no debate político.

Este – aprovação do Orçamento de Estado -, é o momento de mostrar tudo isso. Não vale, não deve valer, todos se declararem muito preocupados com as Alterações Climáticas e as suas graves consequências e, simultaneamente, não serem capazes de defender e aplicar políticas e medidas que as travem e minimizem.

Se o pior desempenho de Portugal nos últimos anos foi nas emissões de gases com efeito de estufa, o Orçamento de Estado deve, entre outras medidas a nível fiscal, desincentivar, agravando impostos, tudo o que possa contribuir para aquele agravamento e incentivar, aliviando impostos, tudo o que possa contribuir para travar as Alterações Climáticas e consequentes efeitos na vida do Planeta.

Não me parece que seja isso que esteja a acontecer…

“Um verdadeiro caos ambiental poderá ocorrer ao não haver onde colocar aquele bagaço de azeitona”

Zé LG, 10.12.19

As três grandes unidades de receção de bagaço de azeitona proveniente dos lagares que processam toda a azeitona produzida no Alentejo já têm grande parte da sua capacidade estática de armazenamento esgotada. O alerta é da Confragi que refere ainda que “falta muito pouco para que todo o setor paralise, desde a apanha de azeitona aos lagares que a transformam, facto que a verificar-se poderá provocar prejuízos incalculáveis aos agricultores e empresas ligadas ao setor”.

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