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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Câmara de Beja disponibiliza apartamento de transição para vítimas de violência doméstica

Zé LG Zé LG, 09.12.19

201912051520193033.jpgA Câmara Municipal de Beja assinou uma adenda ao protocolo celebrado com o Núcleo de Atendimento à Vítima de Beja, regulando a colaboração entre as duas entidades, através da disponibilização de um apartamento de transição para vítimas de violência doméstica.

Esta medida assume-se como uma resposta de carácter temporário e transitório, que pretende contribuir para o processo de autonomização das vítimas, proporcionando-lhes um ambiente de proteção e privacidade, que funcionará em regime de autogestão, com o devido acompanhamento de ambas as entidades.

"Olá cidadania, como estás?"

Zé LG Zé LG, 09.12.19

rita_medinas_3.png"Já há tanto tempo que não te vejo. Pensando bem, não sei se te cheguei a conhecer. Penso que te imaginei nos meus tempos de inocência, nos mesmos tempos em que cheguei a pensar mesmo que existia uma fada mágica que trocava o nosso dente de leite, por uma prenda.

Confundo-te imenso com a solidariedade e equidade. Uma das vossas parecenças é que não estão presentes; o vosso significado aparece, apenas, no dicionário para fazer inveja."

Leia aqui o resto do texto de Rita Medinas, natural de Reguengos de Monsaraz, com dezoito anos e estudante do Curso de Português na Universidade de Coimbra.

"Quando nos colocamos a questão sobre se temos um enviesamento racista, já é um bom sinal."

Zé LG Zé LG, 09.12.19

racismo 001.jpg"(A História) É fundamental para compreender. O que a Europa está a fazer com os refugiados é igual ao que fez em relação aos estrangeiros, mesmo os que circulavam dentro do continente. Vejamos o meu país: a primeira vez em que joguei futebol numa equipa foi no clube Portugais de Fontainebleau. Éramos insultados para onde que fôssemos, porque representávamos os portugueses. Quando eu era jovem, os portugueses eram detestados em França, não eram vistos como sendo brancos pelos franceses."

"Claro que sim (Épossível ser-se racista sem o saber). O racismo tem uma enorme profundidade histórica. Obrigatoriamente, há comportamentos que passam de geração em geração. Quando nos colocamos a questão sobre se temos um enviesamento racista, já é um bom sinal. Se o racismo perdura na sociedade é, justamente, porque continua a existir muita gente que diz não ser racista, mas que reproduz comportamentos racistas. Até as pessoas que sofrem de racismo integram o discurso racista."

In: A Visão de 27/11/2019.