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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Plano Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios de Alvito em consulta pública

Zé LG Zé LG, 11.11.19

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Segundo a Câmara Municipal, a “necessidade de mudança para uma atitude defensiva da floresta contra os incêndios veio agitar consciências e promover alterações, de forma a permitir uma maior eficiência da prevenção, da vigilância, da deteção e da fiscalização do espaço florestal”.

O Município refere que o “objetivo do Plano de Ação é a apresentação de propostas que visam estruturar o modelo florestal do concelho de Alvito com vista à redução da eclosão de incêndios florestais, proteção das atividades humanas, valorização da floresta e ordenamento florestal”.

As sugestões, bem como a apresentação de informações ou observações, deverão ser apresentadas por escrito e enviadas à Câmara Municipal para: geral@cm-alvito.pt, com a identificação completa do seu auto, ou autores, e contacto respetivo.

Vinho de Talha candidatado a Património Cultural e Imaterial da Humanidade

Zé LG Zé LG, 11.11.19

Ao longo dos tempos, a técnica de produzir vinho em talhas, grandes vasilhas de barro, foi passada de geração em geração, de forma quase imutável. O processo existe há mais de dois mil anos, desde a época dos romanos, é encarado como uma herança do Alentejo e faz parte do dia a dia da população de Vila de Frades, ...

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O projeto “Gerações da Talha” surgiu para dar forma a esta arte milenar, com a pretensão de valorizar e manter a produção genuína do vinho de talha, que tem neste momento uma candidatura a Património Cultural e Imaterial da Humanidade.

Contratação de Jurista pela Câmara de Beja gera polémica

Zé LG Zé LG, 11.11.19

A contratação dos serviços de uma jurista pela Câmara Municipal de Beja, para regularizar as rendas em atraso do parque habitacional municipal, tem gerado forte discussão, conforme se pode ver aqui e aqui, para além das conversas entre munícipes de Beja.

Esta questão terá sido suscitada, há algum tempo, pelo Vereador da CDU Vitor Picado, tendo o Executivo do PS afirmado que tal não era verdade, o que veio a ser desmentido pela publicação do referido contrato na plataforma de contratos públicos.

Por outro lado, não sendo questionada a legalidade da contratação, é questionada a necessidade da mesma, porque há quem afirme que o trabalho poderia ser feito por trabalhadores da Autarquia, sendo igualmente questionada a escolha da Jurista em concreto, por ser membro do Secretariado Concelhio de Beja do PS.

O PS costuma dizer, a propósito das inúmeras nomeações e contratações de pessoas do PS para lugares da Administração Pública que que essas pessoas não podem ser prejudicadas pelo facto de serem do PS. Mas também não devem ser contratadas ou nomeadas por essa razão. E isto é que, cada vez mais, se questiona, tal é o número de casos conhecidos.