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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aguarela de pintor alentejano Júlio Jorge em exposição em Nova Iorque

pai.jpgFoi pela mão do pintor autodidata alentejano Júlio M. Jorge que nasceram as aguarelas de 60 idosos alentejanos. Sendo que uma delas foi destaque numa das mais conceituadas exposições de aguarelas do mundo: a exposição da “The American Watercolour Society”.

Natural de Montemor-o-Novo, Júlio Jorge já venceu vários prémios nacionais e internacionais e o seu trabalho sobre os idosos de uma aldeia alentejana chamaram à atenção nos Estados Unidos.

Foi um destes retratos que permitiram que Júlio Jorge fosse selecionado para a exposição anual da “The American Watercolour Society”, e que esteve exposto, em Nova Iorque, sendo vendido ainda antes da exposição terminar.

Com várias preocupações quanto ao futuro do Alentejo e ao seu envelhecimento populacional, já no ano passado o pintor alentejano tinha visto um a obra sua ser distinguida numa exposição em Los Angeles, também nos Estados Unidos.

Daqui.

Investimento de 40 milhões na canábis medicinal em Aljustrel cria 150 postos de trabalho

marijuana_reuters.jpgEm Portugal, foram investidos, até à data, 160 milhões de euros, mas este valor pode vir a aumentar depois do acordo entre os investidores da Terra Verde ser finalizado. Ao todo, serão criados 750 novos postos de trabalho que variam desde a mão-de-obra agrícola à especializada (farmacêuticos, biólogos e engenheiros químicos).

Com sede em Sintra, a RPK Biopharma, subsidiária do grupo Holigen, vai instalar a sua primeira fábrica em Aljustrel, num terreno de 72 hectares, depois de 18 meses a estudar o negócio. Segundo a imprensa internacional e local, depois de obter a licença por parte da Infarmed para a produção de mais de 500 mil quilos por ano de canábis, o grupo investiu 40 milhões de euros na nova fábrica e prevê a abertura de 150 novos postos de trabalho. A canadiana Flowr detém 19% do projeto.

“não parece que haja vontade política alguma para alterar o que quer que seja”

O problema do estado deprimente do hospital e da saúde do distrito, é complexo, vem bem de trás e não parece que haja vontade política alguma para alterar o que quer que seja.
A começar pelos autarcas da região, que lhe viram as costa e assobiam para o lado a dizer que esse é um assunto do poder central e que não lhes diz respeito.

Anónimo 13.04.2019 11:43, aqui.

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