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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Centro Nacional de Apoio à Integração de Migrantes Móvel “arrancou” em Alfundão

201904021018026274.jpgTrata-se de um projeto piloto, em Portugal, que surge no âmbito da simplificação administrativa. O CNAIM Móvel destina-se ao atendimento, esclarecimento e encaminhamento dos cidadãos migrantes residentes em diferentes regiões de Portugal, de forma complementar o trabalho desenvolvido localmente e em parceria com as Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia que detectem e identifiquem a necessidade de preencher as lacunas de informação no seio das comunidades migrantes e/ou ampliar ou reforçar as respostas a estas comunidades nos seus territórios.

Mercado Rural do Início do Século XX em Mértola

mercado.jpgO Largo Vasco da Gama, na vila de Mértola recebe hoje, entre as 9.00 e as 13.00 horas, mais uma edição do Mercado Rural do início do século XX, promovida pelo grupo de História do Agrupamento de Escolas de Mértola.

As crianças, vestidas à época, recriam um antigo mercado, onde não faltam os produtos tradicionais da época e da região, como ovos, legumes, queijos e outros, todos vendidos a granel.

Nilza de Sena acusa Ministra da Saúde de “insensibilidade gritante”

Nilza-de-Sena-768x432.jpgA deputada do PSD eleita por Beja, Nilza de Sena, alertou para a falta de médicos, anestesistas, obstetras, ginecologistas, cardiologistas, urologistas, pediatras, cirurgiões e radiologistas, acrescentando que é “caricato” que tenham sido melhorados os equipamentos de radiologia e até imagiologia e não existam agora médicos para operar os mesmos.
Mostrando-se “indignada”, a deputada frisou, ainda, que “os tempos de espera para consulta assumem tempos incomportáveis”. Referindo-se ao exemplo da urologia, Nilza de Sena revelou que o “tempo máximo de resposta garantida” é de “278 dias” e que “aumentou 6% num ano!”. Terminou dizendo que “isto é de uma insensibilidade gritante”.

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  • Anónimo

    Não podes estar mais longe. O eterno e sempre à mã...

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    Se há tanta clarividência acerca da geringonça com...

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    Sem dúvida, sobretudo os grandes interesses capita...

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    Tal e qual ... até que enfim que alguém vai ao cer...

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    Esta técnica de mal-dizer é cronicamente utilizada...

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