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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

ALVITRANDO há 15 anos

Há precisamente 15 anos, comecei assim este blogue: “ALVITRANDO porquê? - porque alvitrar significa que se dão alvíssaras e eu quero dar alvíssaras, isto é, agradecer a quem quiser dar notícias, a quem quiser comunicar, a quem quiser trocar ideias sobre temas gerais e, em especial, sobre o Alentejo e o poder local.
Pela minha parte, irei dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que, pela sua pertinência ou oportunidade, achar que devem ser divulgados por esta via, que hoje decidi abrir.”

E há 15 anos que venho aqui ALVITRANDO, diariamente (com raríssimas excepções), porque a sua frequência (323 visitas e 706 visualizações de média diária, no último ano) me obrigam a mantê-lo actualizado, com temas da actualidade, que considero pertinentes e, por vezes, polémicos, que contribuem para alimentar uma cidadania, que se quer activa e participativa.

O tempo que o trabalho e a família me ocupam deixa-me pouco tempo para a gestão do blogue, o que não me permite promover e alimentar mais debates sobre assuntos mais importantes para a comunidade e a região em que vivemos e que precisa disso como “pão para a boca”.

Vou ALVITRANDO como posso e nem sempre como gostaria. Ao longo destes 15 anos já tive de ir a Tribunal e à Polícia, por alguns comentários que alguns visitantes fizeram, abusando do espaço de liberdade que o ALVITRANDO é e continuará a ser. Orgulho-me de nunca, que me lembre, ter ofendido ou insultado alguém com os meus alvitres. E assim continuarei ALVITRANDO, procurando que este blogue continue a ser um “largo”, como já há poucos.

A CIMBAL quer mesmo o DA “mais moderno, com edição on-line e um site apelativo e atractivo”?

Se quer porque não responde às questões colocadas por Paulo Barriga?!...

 

Paulo Barriga diz:

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1 – Foi a presente presidência da Cimbal que “tirou do ar” o site eletrónico do “Diário do Alentejo”, deixando o jornal um ano sem edição digital. ...
2 – Nunca foi cumprida a promessa do atual secretariado da Cimbal de resolver o problema num prazo aceitável. …

5 – Apesar da inexistência de uma página eletrónica própria, o “DA” é o segundo jornal regional do continente com mais seguidores do Facebook, …

6 – Sou levado a acreditar que estes números se devem em exclusivo à qualidade do produto informativo e noticioso do “DA”, que nos últimos oito anos foi brindado com perto de duas dezenas de prémios nacionais de jornalismo. …

9 – ..., tenho formação específica na realização de cinema documental, escrevi projetos, guiões e tratamentos para cinema documental, dirigi durante dois anos a “Diário do Alentejo TV” (que fechou por falta de meios e de apoio da presidência e do secretariado da Cimbal, quer em pessoal, quer em meios. ...), ...

“Terras sem Sombra” levou comitiva aos EUA para apresentar o Festival e o Alentejo

201901111642511831.jpgA 15ª edição do Terras sem Sombra (TSS) tem como país convidado os Estados Unidos da América (EUA) e já está em terras do Tio Sam para fazer a apresentação do Festival de 2019 e do cante alentejano, património imaterial da humanidade.

O TSS tem uma delegação de 50 pessoas nos EUA até ao dia 16 deste mês e afirmar o Alentejo enquanto destino privilegiado de arte e natureza é o objetivo do Festival, uma organização da Associação Pedra Angular, que apresenta, em 2019, a 15.ª edição.

Hospital Central do Alentejo vai ser uma realidade

 

6855_big.jpgO Primeiro-Ministro, o Ministério da Saúde e o Ministério do Planeamento e Infraestruturas apresentaram, em Évora, o projecto de financiamento do novo Hospital Central do Alentejo, no âmbito da reprogramação do Portugal 2020, que contará com 40 milhões de euros de fundos europeus FEDER de um investimento previsto de cerca de 150 milhões de euros, aos quais acrescerão custos com equipamentos na ordem dos 31 milhões de euros. 

O novo hospital terá um perfil assistencial diversificado, contando com um plateau tecnológico diferenciado, componente de radioterapia, de medicina nuclear e de meios de diagnóstico e terapêutica, polivalência de cuidados de saúde, valência de cuidados paliativos, desenvolvimento das áreas de ambulatório e alargamento a várias especialidades clínicas,  inexistentes na região, representando a criação de valor para toda a área de influência do hospital e de melhoria das condições de atractividade para profissionais de saúde. 

 

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