Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Participação dos autarcas nas instâncias de decisão estratégica da Saúde

Zé LG Zé LG, 16.12.18

Já me manifestei contra a chamada municipalização da saúde. Uma das consequências mais negativas dessa “descentralização” de “competências” e responsabilidades seria o agravamento das dificuldades de correção das assimetrias territoriais na equidade de acesso aos cuidados de saúde. Os municípios economicamente mais desafogados teriam mais condições para equipar melhor as unidades prestadoras, ficando prejudicados os munícipes das autarquias carenciadas. Agravar-se-iam as já áridas condições para o desenvolvimento das regiões do interior.
No entanto, sempre propugnei pela participação dos autarcas enquanto legítimos representantes da população, nas instâncias de decisão estratégica. Lamentavelmente, com raras excepções, os autarcas têm-se voluntariamente afastado de envolvimentos nesse tipo de responsabilidades.

Munhoz Frade 16.12.2018 12:31, aqui.

EDIA avança com primeira URSA em Serpa

Zé LG Zé LG, 16.12.18

URSA.jpgA EDIA -Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas de Alqueva está a implementar a primeira unidade do projecto URSA – Unidade de Recirculação de Subprodutos de Alqueva, no concelho de Serpa.

Segundo a EDIA, “este projecto apresenta uma estrutura assente no uso eficiente de recursos, nomeadamente na protecção do solo e da água, e na valorização de subprodutos, contribuindo para acelerar a transição para a economia circular, através de uma agricultura em linha com os princípios deste novo paradigma”.

Miguel Violante diz que “em 2018 muita coisa ficou por fazer na região”

Zé LG Zé LG, 16.12.18

201812131639176458.jpgMiguel Violante, da DORBE do PCP, disse que este ano ficou provado que o crescimento não se faz com políticas de cortes e frisou que a tese de que o Baixo Alentejo avança cada vez que o PS está no Governo não se verificou, recordando que ferrovia, rodovia e saúde continuam a não estar nas prioridades do Governo. E perspectiva 2019 com um ano que se prevê exigente e de eleições Europeias e Legislativas.