Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

O deslizamento de Borba

Podia-se e devia-se falar de Borba por tantas e tão boas razões: os seus mármores, a sua História, as suas gentes, os seus vinhos e azeites, os seus queijos e enchidos, o seu pão e os seus doces, …

image.aspx.jpegMas não! Há mais de uma semana que Borba abre telejornais e noticiários pelas piores razões: um deslizamento de terras arrastou um troço de estrada entre pedreiras e com ele uma máquina e dois trabalhadores das pedreiras e, tudo indica, mais dois carros e três pessoas, que por ali passavam como de costume.

Não tenho escrito sobre esta tragédia porque não gosto de falar de desgraças e também porque não gosto de fazer juízos precipitados. Decidi-me fazê-lo agora porque, apesar de ainda não terem sido resgatados todos os corpos que se supõe terem sido arrastados com o deslizamento do troço de estrada e de ainda ser cedo para apuramento de responsabilidades criminais, me parecerem ser, mais ou menos, evidentes as responsabilidades políticas e morais: (1) da Câmara Municipal que, havendo “alertas” para o perigo de acontecer o que aconteceu, devia ter mandado encerrar a estrada logo que deles teve conhecimento; (2) o governo que, através de serviços o Estado, licenciou e permitiu que continuasse em exploração a pedreira que “descalçou” a estrada; (3) os donos da pedreira que levaram a exploração da mesma até ao “descalçamento” da estrada.

Não sei se os tribunais virão ou não a condenar criminalmente os que aqui aponto como responsáveis, mas parece-me que ninguém deixará de achar que eles podiam ter evitado que esta tragédia tivesse levado a que tanto se esteja a falar de Borba por más razões…

(foto daqui)

Pedro do Carmo defende soluções para territórios de baixa densidade na PAC

20181126155234872.jpgPedro do Carmo, deputado do PS eleito por Beja, representou a Comissão de Agricultura e a Assembleia da República numa reunião de parlamentos sobre o futuro da alimentação e da agricultura, que decorreu em Zagreb, na Croácia, onde defendeu a importância da Política Agrícola Comum (PAC) após 2020 “olhar com atenção para as pequenas comunidades rurais e para as suas especificidades” e considerou necessárias “soluções para os territórios de baixa densidade que estão a sofrer impactos com as alterações climáticas”, “apoios para a agricultura extensiva” e “a valorização das raças autóctones e das diversas culturas muitas vezes desenvolvidas por pequenos produtores ou por organizações e cooperativas onde estes se integram”.

Pedro do Carmo defendeu, ainda, que não se pode deixar nenhum agricultor para trás. mesmo que pequeno ou menos produtivo e que se devem criar soluções colaborativas e apoiar a suas explorações.

Leia e oiça aqui e aqui.

Assembleia Municipal de Beja aprovou Grandes Opções do Plano e o Orçamento da Câmara para 2019.

20180912223520456.jpg

Os documentos, no valor de cerca de 34 milhões de euros, mereceram os votos a favor dos eleitos do PS e do PSD e as abstenções do BE e do Movimento “Por São Matias Com Todos”. 

As Grandes Opções do Plano passam pela “valorização de recursos humanos, contratação de novas pessoas para Câmara de Beja e promoção da mobilidade intercarreiras e intercategorias”, segundo Paulo Arsénio, presidente da Câmara de Beja, que quer ainda “apostar em financiamentos próprios para equipamentos que vão valorizar o município e o concelho” e dar continuidade à pavimentação no concelho e na cidade.

Paulo Arsénio deixou, ainda, a garantia, de que se vai continuar a trabalhar na defesa dos projetos estruturantes da região, realçando, entre eles, a questão da ferrovia.

Ler e ouvir aqui e aqui.

Miguel Rego apresenta “Mar de um tempo sem âncoras” em Castro Verde

46756797_2448088305207302_9189199005010100224_n.jp

A apresentação do livro vai ser feita pelo professor e escritor Vítor Encarnação e pelo editor Mário Galego, no âmbito do projecto “Livros que falam” da Universidade Sénior de Castro Verde, hoje, às 18.00 horas, nas instalações da Universidade. Está também previsto um momento cultural com os professores do Conservatório Regional do Baixo Alentejo, Vasken Fermanian, violino, e José Micael, guitarra clássica.

 

Comentários recentes

  • Anónimo

    Não podes estar mais longe. O eterno e sempre à mã...

  • Anónimo

    Se há tanta clarividência acerca da geringonça com...

  • Anónimo

    Sem dúvida, sobretudo os grandes interesses capita...

  • Anónimo

    Tal e qual ... até que enfim que alguém vai ao cer...

  • Anónimo

    Esta técnica de mal-dizer é cronicamente utilizada...

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds