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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Não têm chef, cada um faz o que sabe e ajudam todos

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Mas do marisco do restolho, tive que esperar para ver. O estudante, sem se perturbar, tinha perguntado se queria grandes ou pequenos - caracoletas ou caracóis! Não como nem uma coisa nem outra, mas os meus companheiros acharam que estavam ótimos. Eu preferi choco frito que estava, de facto, maravilhoso.
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Perguntámos quem era o chef. Não têm chef, cada um faz o que sabe e ajudam todos. Que bonito exemplo para estes cozinheiros modernos e sofisticados que, antes de saberem cozinhar o tradicional, já estão a desconstruir…aquilo que nunca souberam construir. Que a cozinha deve evoluir? Estamos totalmente de acordo, mas primeiro é preciso dominar as receitas tradicionais que não são assim tão estúpidas como isso.

E assim termina Maria Antónia Goes a sua crónica gastronómica “Marisco do restolho” no Diário do Alentejo. Foto DR

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