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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

FOI FEITO O QUE ERA PRECISO FAZER?!

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Dói assistir a este triste "espectáculo", depois do que se passou no ano passado, das promessas de que tudo iria ser feito para evitar que se repetisse e das garantias de que tudo foi feito para travar tantos custos - humanos, sociais, ambientais, patrimoniais, económicos - provocados pelos incêndios. 

Ainda no Domingo à noite, o responsável nacional da Protecção Civil e o Ministro da Administração Interna "descansaram" as pessoas em risco, dizendo que tudo o que era possível fazer estava a ser feito e que contavam que o incêndio fosse controlado nessa noite. Entretanto, passaram mais dois dias... e já dura há 5 dias! 

Como se pode admitir que, tendo no ano passado técnicos alertado para que o próximo grande incêndio seria em Monchique, não se tivessem tomado todas as precauções - e tem-se visto que tal não aconteceu - para evitar que tal acontecesse?! Como explica o governo que, depois do que aconteceu no ano passado e de tudo o que disse, se tenha registado um incêndio destas proporções e que o mesmo não tenha sido controlado ao fim de 5 dias?! Parece-me que as condições climatéricas adversas são uma explicação mas que não explicam tudo. Exige-se, por isso e em tempo oportuno, que o governo apresente todas as explicações e tire todas as consequências de mais este drama.

CÂMARA DE SERPA VOLTA A DEFENDER GESTÃO PÚBLICA DO HOSPITAL DE S. PAULO

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A autarquia de Serpa defende que a introdução de novos serviços e especialidades no Hospital de S.Paulo são de grande importância sobretudo para os utentes do concelho, mas considera que a saúde deve ser pública, de fácil acesso e gratuita.

Tomé Pires, presidente da Câmara de Serpa, diz que “O município é frequentemente posto à margem de qualquer negociação destas” e contesta o facto de desconhecer oficialmente o novo acordo assinado recentemente entre a ARS do Alentejo, a ULSBA Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, a ARS Algarve e a Santa Casa da Misericórdia de Serpa, lembrando que o anterior “acordo de cooperação nunca foi cumprido pelas partes”.

ULSLA ATINGIU “LIMIAR DA RUPTURA”

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A Comissão de Saúde considera que “A ULSLA-Unidade de Saúde Local do Litoral Alentejano, E.P.E. atingiu o limiar da ruptura, que limita o acesso da população a cuidados de saúde condignos, especialmente devido ao défice crónico de profissionais médicos, de enfermagem, técnicos de diagnóstico e terapêutica, assistentes operacionais e assistentes técnicos. Ainda segundo a comissão “a carência dos profissionais levou ao encerramento de cerca de 30 camas em várias valências, com os utentes, por vezes, internados em condições provisórias e precárias no Serviço de Urgência”.
A estas preocupações "acresce o aumento da população durante a época balnear que coloca ainda mais pressão nos Serviços de Saúde do Litoral Alentejano".

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    Não podes estar mais longe. O eterno e sempre à mã...

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