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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

DEVEMOS TER UMA POSTURA MAIS CONSTRUTIVA E DE MAIOR HUMILDADE

Assumir, por inteiro, as nossas responsabilidades

Assumir as nossas responsabilidades por inteiro quer dizer que devemos ter uma postura mais construtiva e de maior humildade, em que privilegiamos o que nos une ao que nos separa e as parcerias à auto-suficiência.

É importante e urgente que os diversos agentes e actores, que intervêm neste território, tenham presente que a desertificação física e o despovoamento estão a atingir níveis cada vez mais preocupantes e de difícil contenção e regressão.

É urgente estancar esta hemorragia! Se hoje já temos dificuldades em fazê-lo amanhã teremos mais, porque seremos menos ainda para travar essa batalha, se não assumirmos por inteiro as responsabilidades que são só nossas.

Esta assunção de responsabilidades passa por alterações de postura e comportamento dos agentes e actores e de paradigma das relações entre eles.

É este o maior desafio que se coloca a todos os agentes e actores alentejanos. Esperamos que estejam à altura de o enfrentar e vencer. O Alentejo e os alentejanos precisam disso.

Assim terminei uma crónica lida na rádio Terra Mãe, em 05.07.07 e publicada na íntegra AQUI há dez anos.

COMO É QUE SÃO FEITAS AS CONTAS?

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Os eleitos da CDU na autarquia bejense lamentam o facto, do atual Executivo municipal não dar continuidade à Rural Beja. Justificam a sua posição com, entre outros argumentos, o retorno económico do evento, revelando que o mesmo, em 2017, foi de 1 milhão e 400 mil euros.

 

Sem questionar a crítica à não continuidade da RURALBEJA, gostava que os eleitos da CDU esclarecessem como chegaram à conclusão que a edição do ano passado trouxe ao Concelho de Beja um retorno económico directo de 1 milhão e 400 mil euros. Quanto custou é fácil calcular por baixo, bastando somar as despesas directas tornadas públicas. Há ainda as indirectas... Mas este retorno económico directo não sei como foi calculado e gostava de saber. Como penso que todos gostavam...

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