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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

TÉCNICOS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA EM GREVE O GOVERNO DECIDIR CUMPRIR A LEI

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Os técnicos superiores das áreas de diagnóstico e terapêutica estão em greve por tempo indeterminado, desde o dia 2 de Novembro, e garantem que esta paralisação só termina quando o Governo decidir cumprir a lei.

O Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica recorda que há cerca de 10 mil profissionais em exercício nos serviços públicos de saúde que querem ver a sua carreira regularizada. A nível europeu a carreira é reconhecida, mas em Portugal não, disse o técnico de radiologia do Hospital de Beja, António Balsinha, frisando que esta greve já dura há 22 dias.
Esta greve está a afectar praticamente todos os serviços de saúde, com especial incidência nos blocos operatórios, altas e internamentos hospitalares, diagnósticos diferenciados em todas as áreas de intervenção clínica, planos terapêuticos em curso, distribuição de medicamentos e prevenção em saúde.

STAL E CA DA EMAS ENTRAM EM POLÉMICA POR CAUSA DA REVISÃO SALARIAL

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O STAL informa que o reposicionamento remuneratório foi exigido por si à administração anterior, e que o mesmo “resulta da aplicação das medidas inseridas na Lei do Orçamento de Estado para 2017 e do respectivo Decreto-Lei de Execução Orçamental, conforme foi amplamente divulgado aos trabalhadores nos plenários realizados na empresa”, e que “estas medidas foram aplicadas em todas as empresas públicas onde existem Acordos Colectivos de trabalho em vigor, como é o caso da EMAS”.

Rui Marreiros afirma que os aumentos feitos pela anterior administração são “ilegais”. A nova administração sustenta a decisão num parecer da CCDR Alentejo.  O administrador executivo da EMAS, adianta que “era uma situação insustentável (…) para os trabalhadores porque não tardaria até que a decisão [de revisão dos salários] fosse imposta pela via dos Tribunais” com prejuízos para os trabalhadores que teriam, eventualmente, de repor as verbas recebidas.

Ler e ouvir AQUI e AQUI.

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